Posts Tagged ‘Serpiá em Ação’

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  1. Fevereiro
    1. Ano 4 – Número 1 – Um ano de Entusiasmo

SERPIÁ em Ação – n°15

SERPIÁ em Ação – n°14

Núcleos de Estudos são aprimoradores da clínica

No SERPIÁ em Ação n°13, discutiu-se o histórico dos núcleos de estudos da SERPIÁ, além de detalhes sobre o Núcleo de Estudos sobre o Brincar e o Núcleo de Psicanálise com Crianças. Nessa edição, conheceremos outros grupos atuantes na clínica: os núcleos de Estudos sobre a Família, Terapia Ocupacional e Estudos sobre a adolescência.

Suely Poitevin, participante do Núcleo de Estudos sobre a Família desde seu início extra-oficial em 2005

Núcleo de Estudos sobre a Família

Ainda que as reuniões tenham começado em 2005, o núcleo de Estudos sobre a Família só teve seu início oficial em 2006. Nos quatro anos de existência, profissionais de várias áreas passaram pelo grupo: musicoterapeutas, assistentes sociais, pedagogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos e psicanalistas. O núcleo se reúne toda semana para debater casos clínicos e temas como a função da família na constituição do sujeito psíquico, as novas configurações familiares e os novos sintomas. “A importância de ter um espaço para discutir sobre a família e o inconsciente na SERPIÁ contribui para reavaliar a prática clinica e ampliar o conceito de família na sociedade contemporânea”, explica Suely Poitevin, psicóloga e participante.

Núcleo de Terapia Ocupacional

Criado em 2009 a partir da publicação de um artigo, o núcleo de t.o. conta com a participação dos terapeutas ocupacionais da instituição que se reunem semanalmente. Os temas não são pré-determinados, abrangendo conteúdos práticos, teóricos, junto à dinâmica de atendimento e a aspectos institucionais. A proposta do grupo é evitar a estagnação da clínica através do debate de temas relevantes, impasses e situações chave. Márcia Motta, terapeuta ocupacional, acredita que esse tempo destinado ao núcleo se torna enriquecedor à medida que “possibilita, através das discussões, um outro olhar à situação, à teoria, ao contexto e à estrutura, oferecendo recursos e subsídios para realizar uma prática mais consistente”.

Núcleo de Estudos sobre a Adolescência

Reunião do Núcleo de Estudos sobre a adolescência

Com reuniões quinzenais e integrantes variados – educadores brinquedista, terapeutas ocupacionais e psicólogos -, o Núcleo de Estudos sobre a Adolescência, surgido em 2003, debate questões relativas à especificidade do adolescente e ao contexto no qual se insere. Sendo os adolescentes metade dos pacientes atendidos pela SERPIÁ, “é fundamental ter um espaço para a discussão desta clínica, que traz peculiaridades próprias, bastante distintas da clínica da infância” – aponta Maria Augusta Guimarães, coordenadora executiva da SERPIÁ e membro do núcleo. A discussão, que também passa por assuntos que giram em torno do tema principal (família, depressão e drogadição, por exemplo) tem conseqüências visíveis nos terapeutas: uma formação profissional permanente e um aprofundamento teórico que gera recursos para que definam planos terapêuticos e realizem intervenções nos pacientes.

SERPIÁ em Ação. Ano  3. N°15. 15 de outubro de 2010.
Presidente do Conselho Deliberativo: Hélio Cadore.
Coordenação executiva: Maria Augusta Guimarães.
Equipe de comunicação: Marco Carvalho e Isabel Victorio. Foto : Cezar Lemos.
Tel: (41) 3015-2045/ Fax: 3015-2066   
Rua XV de Novembro, n°2020. Alto da XV. Curitiba – PR
www.serpia.org.br/ serpia@serpia.org.br

 

 

 

 

Participantes assistindo a palestra da III Jornada da Adolescência - “Existe adolescência sem risco?”

III Jornada da Adolescência é realizada pela SERPIÁ

 Com dois dias de evento, 17 e 18 de setembro, a III Jornada da adolescência teve a presença de mais de 90 alunos e palestrantes de diversas áreas que discutiram o risco, tanto social quanto psicológico, envolvido na adolescência. Alguns dos temas presentes nas mesas redondas foram “questões referentes a família, possibilidades de inclusão, possibilidades de intervenção e a interdisciplinaridade na clínica”, cita Márcia Motta, terapeuta ocupacional e participante da organização da jornada.

 O evento, que aglomerou pessoas de diversos campos, proporcionou uma articulação sobre o papel desses profissionais e o modo de intervir na adolescência hoje, com base na vivência desses profissionais – seja palestrante ou parte da platéia. “Tanto os palestrantes das mesas – que incluía psicólogos, psicanalistas, profissionais do Direito, educadores, pedagogos, terapeutas ocupacionais, dentre outros – quanto o público estava composto de pessoas de diferentes áreas, o que traz essa singularidade para o evento”, caracteriza a coordenadora executiva da SERPIÁ e organizadora da jornada, Maria Augusta Guimarães.

A escolha dos profissionais complementou os temas debatidos, variados e pertinentes. Gabriela Sabbag, docente do curso de psicologia da FACEL, achou interessante a proposta de se reconhecer a especificidade de cada fase da vida e as singularidade do indivíduo, além disso “os palestrantes foram ótimos, bem preparados e experientes”, elogia.

Dr. José Outeiral, conferencista da III Jornada da adolescência.

 José Outeiral, psquiatra e autor de livros sobre psicanálise, foi um dos grandes destaques do evento. Em três conferências, sintetizou seus conhecimentos, suas experiências, estudos e observações sobre a família, as crianças e os adolescentes nos últimos 30 anos.

Para Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, a jornada teve um saldo positivo “para os alunos, porque lhes permitiu ter acesso a um conteúdo de alto nível, desenvolvido por conferencista e painelistas que demonstraram dominar os temas por eles abordados”. Positivo também para a SERPIÁ, pois unindo-se ao SESC para realizar o evento, se torna parceiro de uma entidade que, segundo Graciele Weiller, do SESC,  “como a SERPIÁ, tem um envolvimento com a comunidade e uma preocupação com o processo educativo”.

Em destaque

Em outubro, começa o mês das crianças. E neste ano a história é diferente: serão as crianças quem farão seus próprios presentes. Com a arrecadação de bijuterias antigas, sucatas e materiais como pincéis e colas, as crianças fabricarão seus brinquedos. É possível colaborar levando esses materiais à brinquedoteca.

SERPIÁ em Ação. Ano  3. N°14. 01 de outubro de 2010.
Presidente do Conselho Deliberativo: Hélio Cadore.
Coordenação executiva: Maria Augusta Guimarães.
Equipe de comunicação: Marco Carvalho e Isabel Victorio. Foto : Cezar Lemos.
Tel: (41) 3015-2045/ Fax: 3015-2066   
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SERPIÁ em Ação - n°14

Núcleos de estudo da SERPIÁ são aprimoradores da clínica

Os núcleos de estudo da SERPIÁ são espaços de reflexão e troca entre os profissionais que tratam crianças e adolescentes na clínica. Alguns deles nasceram junto com a instituição, em 2003 – sendo que, na época, eram intitulados “núcleos de pesquisa”. Os núcleos de estudo existem “para promover espaços de estudos,  discussões e reflexões sobre o trabalho, com o objetivo de fazer uma articulação teórica e, assim, aprimorar a clínica”, conta Maria Augusta Guimarães, coordenadora executiva da SERPIÁ. Outras ações realizadas pelos núcleos são a procura de parcerias e a realização de projetos, além da organização de cursos e palestras – que têm como objetivo a troca de informações com profissionais externos à instituição.

Ao mesmo tempo que a SERPIÁ evoluiu, os núcleos também foram progredindo: recebendo novos nomes, tratando de assuntos mais abrangentes e se tornando mais freqüentes – a maioria passou de quinzenal a semanal.  Existem seis núcleos de estudo na SERPIÁ: psicanálise com crianças, atendimento a famílias, estudos sobre o brincar, estudos sobre a adolescência, psicanálise e educação e estudos de terapia ocupacional. Nessa edição, falaremos sobre o núcleo de psicanálise com crianças e sobre o núcleo de estudos sobre o brincar.

Cristiano Osternack Paraná, psicólogo responsável pelo Núcleo de Psicanálise com Crianças.

Núcleo de Psicanálise com Crianças

No Núcleo de Psicanálise com Crianças, são discutidos semanalmente, entre outros assuntos, as especificidades do atendimento a crianças, a postura do terapeuta nesse tipo de tratamento, assim como o modo de agir frente à demanda dos pais. “Trabalhamos em uma instituição que atende crianças e adolescentes, portanto torna-se fundamental um momento onde possamos pensar sobre os impasses desse trabalho, as possibilidades, as especificidades desta clínica, a articulação da teoria com a prática” – teoriza Cristiano Paraná, psicólogo responsável pelo núcleo. A troca de idéias entre esse grupo, que surgiu em 2008, promove o dinamismo da “clínica de cada um”, através da criação de alternativas de trabalho e de re-interpretações dos casos.

Núcleo de estudos sobre o brincar

É condição para trabalhar na brinquedoteca a participação nas reuniões do Núcleo de Estudos sobre o Brincar.

O Núcleo de Estudos sobre o Brincar é o mais antigo da clínica, surgiu em 2003. Nesse grupo, as reuniões, que ocorrem toda terça-feira, se dividem em: reunião de planejamento e núcleo de estudos. Na primeira, é a parte prática que fica em primeiro plano. Desta forma, além da discussão de questões relativas ao cotidiano de trabalho na brinquedoteca, são planejadas festas de aniversário de pacientes e atividades lúdicas a serem desenvolvidas. Por sua vez, no núcleo de estudos, o que está em foco é a necessidade de se buscar na teoria as ferramentas para a prática. Por isso, são estudados textos e artigos sobre Psicanálise. “A reflexão, as discussões, o embasamento teórico possibilitam que um trabalho seja possível em uma brinquedoteca, para que esta seja algo mais do que um espaço cheio de brinquedos ou uma sala de espera”- analisa Cláudia Rietter, educadora brinquedista. A educadora conta que é condição obrigatória aos educadores brinquedistas participarem do núcleo. Entretanto, todos os interessados nesse tipo de estudo e na prática da brinquedoteca podem participar dos encontros.

Os horários e participantes dos núcleos de estudo, você encontra aqui.

SERPIÁ em Ação. Ano  3. N°13. 10 de setembro de 2010.
Presidente do Conselho Deliberativo: Hélio Cadore.
Coordenação executiva: Maria Augusta Guimarães.
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SERPIÁ em Ação - n°13

SERPIÁ realiza dois cursos de brinquedoteca em julho

Sucesso garantido: 96% dos alunos do VIII Curso de Educador Brinquedista se disseram satisfeitos ou muito satisfeitos como o curso.

De 19 a 23 de julho foi realizado o VIII Curso de Educador Brinquedista, promovido pela SERPIÁ em associação com a ABBri. A semana reuniu palestrantes conhecidos no mundo das brinquedotecas que partilharam seus conhecimentos na área com os 40 alunos inscritos. Para Ingrid Cadore, coordenadora sócio-cultural, o curso tem se caracterizado por discutir a brinquedoteca dentro de contextos específicos, como na educação especial, nos hospitais e nas clínicas interdisciplinares. “A tendência é buscar, cada vez mais, a reflexão sobre a trajetória das brinquedotecas, suas especificidades nos diferentes contextos, com o cuidado de preservar a sua essência, que é a de  acolher as necessidades lúdicas do ser humano de qualquer idade”- conta Ingrid.

O Curso de Formação de Educador Brinquedista SESI/PR, ocorrido entre 26 e 30 de abril, também obteve boa avaliação dos alunos.

Na semana seguinte, ocorreu o Curso de Formação de Educador Brinquedista SESI/PR, resultado de uma parceria entre a SERPIÁ e o SESI, em que 50 profissionais da educação infantil vindos de todo o estado participaram. De acordo com Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação do SESI, a idéia do curso partiu de um interesse da entidade em implementar suas brinquedotecas através da capacitação desses profissionais. “Temos professores da educação infantil e o brincar, o lúdico, faz parte da nossa proposta pedagógica” – explica Isabel.

Segundo com Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, os cursos fazem parte de um dos eixos estratégicos da Associação, que é o da geração e disseminação de conhecimentos. Pondo em prática esse eixo, a SERPIÁ, “executa eventos de formação, como os cursos de Formação de Educadores Brinquedistas e Jornadas” completa Hélio. O presidente aproveita a oportunidade “para cumprimentar toda a equipe SERPIÁ que se envolve com paixão  nesses eventos e agradecer todos os parceiros que confiam na SERPIÁ e acreditam na sua missão”.

O risco será tema da III Jornada da adolescência

A III Jornada da adolescência, que acontecerá nos dias 17 e 18 de setembro no SESC da Esquina, tratará de temas em torno do risco na adolescência, e contará com a presença de José Outeiral. O convidado para o evento, que é médico, psiquiatra, além de especialista em psiquiatria de adultos, adolescentes e crianças, já participou como supervisor em uma das apresentações de caso clínico na SERPIÁ.

A exposição do tema, de acordo com Maria Augusta Guimarães, coordenadora executiva da SERPIÁ, se faz necessária, pois são observados, na prática clínica, fatos recorrentes – que demonstram o tipo de risco a que adolescentes estão expostos.  De acordo com a coordenadora, “envolvimento não somente com drogas, mas também com tráfico, meninas muito jovens grávidas e fazendo abortos, rompantes de violência por motivos banais” são alguns dos acontecimentos que suscitaram a realização da jornada. O evento, dessa forma, tem a intenção de discutir que direção tomar a partir dessas situações e como se pensar em ações articulando a família, a escola e a sociedade.

A jornada será composta de várias mesas redondas que servirão para a interlocução de temas como: interdisciplinaridade no tratamento de adolescentes, relação entre família, adolescentes e o Estado, adolescência vulnerável e a possibilidade de inclusão. Maria Augusta afirma que jornada é voltada “a todos aqueles que de alguma forma trabalham direta ou indiretamente com o público adolescente – como profissionais e estudantes da área da saúde, educação, serviço social, conselhos tutelares e policiais”.

SERPIÁ em Ação. Ano  3. N°12. 13 de agosto de 2010.
Presidente do Conselho Deliberativo: Hélio Cadore.
Coordenação executiva: Maria Augusta Guimarães.
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SERPIÁ em Ação - n°12

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