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	<title>Serpiá &#187; musicoterapia</title>
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	<description>Serviços e Programas para a Infância e a Adolescencia</description>
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		<title>Thomas Rodolfo Brenner</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 20:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Área: Musicoterapia Thomas é musicoterapeuta pela Faculdade de Artes do Paraná em 2006, especialista em Psicanálise pela Faculdade Dom Bosco e educador brinquedista. Na SERPIÁ desde 2008, realiza atendimentos de musicoterapia e participa do Núcleo de Atendimento às Famílias. Além disso, também atua como muiscoterapeuta no Centro de Equoterapia Horse Place.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Área</strong>: <a href="http://serpia.org.br/especialidades/musicoterapia/">Musicoterapia</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/thomash.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-612" style="margin: 0px 5px;" title="thomash" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/thomash-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Thomas é musicoterapeuta pela Faculdade de Artes do Paraná em 2006, especialista em Psicanálise pela Faculdade Dom Bosco e educador brinquedista. Na SERPIÁ desde 2008, realiza atendimentos de musicoterapia e participa do Núcleo de Atendimento às Famílias. Além disso, também atua como muiscoterapeuta no Centro de Equoterapia Horse Place.</p>
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		<title>Camila Siqueira Gouvêia Acosta Gonçalves</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 18:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Área: Musicoterapia Graduada em Musicoterapia pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP-2005); formação no modelo Benenzon (&#8220;Musicoterapia Didática I e II&#8221;), Curitiba e São Paulo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Área</strong>: <a href="http://serpia.org.br/especialidades/musicoterapia/">Musicoterapia</a></p>
<p>Graduada em  Musicoterapia pela Faculdade de Artes do Paraná  (FAP-2005); formação                   no modelo Benenzon  (&#8220;Musicoterapia Didática I e II&#8221;),  Curitiba e São Paulo.</p>
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		<title>Canções que nos são familiares&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jun 2007 20:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[musicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Siqueira G. Acosta Gonçalves Música: Família – Titãs (álbum “Cabeça Dinossauro”) Família, família Papai, mamãe, titia, Família, família Almoça junto todo dia, Nunca perde essa mania Mas quando a filha quer fugir de casa Precisa descolar um ganha-pão Filha de família se não casa Papai, mamãe, não dão nenhum tostão Família ê Familia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Camila Siqueira G. Acosta  Gonçalves</em></p>
<p><em>Música: Família – Titãs (álbum  “Cabeça Dinossauro”)</em></p>
<p><em>Família, família<br />
Papai, mamãe, titia,<br />
Família, família<br />
Almoça junto todo dia,<br />
Nunca perde essa mania<br />
Mas quando a filha quer fugir de casa<br />
Precisa descolar um ganha-pão<br />
Filha de família se não casa<br />
Papai, mamãe, não dão nenhum tostão<br />
Família ê<br />
Familia á<br />
Família</em></p>
<p><em>Família, família<br />
Vovô, vovó, sobrinha<br />
Família, família<br />
Janta junto todo dia,<br />
Nunca perde essa mania<br />
Mas quando o nenê fica doente<br />
Procura uma farmácia de plantão<br />
O choro do nenê estridente<br />
Assim não dá pra ver televisão<br />
Família ê<br />
Familia á<br />
Família</em></p>
<p><em>Família, família,<br />
Cachorro, gato, galinha<br />
Família, família,<br />
Vive junto todo dia,<br />
Nunca perde essa mania<br />
A mãe morre de medo de barata<br />
O pai vive com medo de ladrão<br />
Jogaram inseticida pela casa<br />
Botaram um cadeado no portão<br />
Família ê<br />
Familia á<br />
Família</em></p>
<p>A letra da canção acima ilustra a  convivência familiar             de maneira bem-humorada. Apresenta, portanto, a instituição  com a             qual a clínica também trabalha, que é a instituição  familiar.</p>
<p>Tudo isso para refletirmos o papel da  clínica frente             à demanda por tratamento, que, em nosso caso, aparece  legitimada             na criança ou no adolescente.</p>
<p>Podemos dizer que quando a  família aparece para acompanhar um paciente,               ela canta uma canção que julga representá-la no mundo. Não  podemos               saber das minúcias dessa canção se ela for ouvida uma só  vez, e                 por isso cada familiar envolvido no tratamento encontra  um espaço                 para               cantar a sua parte. E é aí que podemos perceber as  minúcias de                 cada indivíduo em sua família, se há vozes que se  complementam,                 ou mesmo               casos em que uma voz abafa a outra, e até canções em que  um familiar               nem cante, só duble, pois por algum motivo ele não  “entrou” nesse               “embalo”.</p>
<p>O espaço de  escuta das partes desse “todo” familiar             começa já quando se marca uma consulta, quando uma queixa é  apresentada,             que deveria ser o tema da canção. Chegando na clínica, nas  entrevistas             preliminares, pode-se ter uma idéia de como tal tema será  desenvolvido—por             vezes esperamos escutar uma música e nos deparamos com outra  bem             diferente&#8230;</p>
<p>Na Brinquedoteca há a chance de acolher  essa família             de cantores junto a outras famílias. É um espaço de escuta e  intervenção             que pode levar cada cantor a procurar variações da canção,  ou mesmo             a fazer um solo inesperado ao perceber que seu momento não  era bem             só no refrão. Talvez na relação com os brinquedistas, as  crianças             ou outros indivíduos não tão familiares possam promover um  encontro             vocal, outras parcerias.</p>
<p>Nas atividades culturais, como as  oficinas, cada participante             terá novos recursos para incorporar em sua canção, ou mesmo  para             descobrir novas canções com as quais se identifique, talvez  até passe             a cantar em outro registro vocal, perceba que está mais  comfortável             cantando nos agudos do que nos graves&#8230;</p>
<p>A escuta dos acompanhantes é também um  momento especial:             pode ser nessa situação que estes ouçam, de fato, sua  própria voz             ecoando, a partir daí poderão perceber as potencialidades de  suas             vozes e as particularidades das vozes dos outros.</p>
<p>Já nos atendimentos clínicos, há a  chance de perceber             como a criança ou o adolescente se percebe nesse seu cantar.  É um             canto genuíno? É aquela canção que o representa?<br />
Mais do que isso, há a chance de ele próprio perceber-se com  voz             e saber que seu timbre, apesar de próximo de algum de seus  familiares,             é único. E que, se repete o refrão ou responde a um solo com  um silêncio,             está construindo a sua expressão no mundo. E é capaz de  responder             por seu cantar.</p>
<p>Enfim, o importante é que esse espaço  da SERPIÁ não             mantenha o paciente e seus acompanhantes numa dinâmica de  “disco             quebrado”, num refrão incessante de pedidos que só têm voz  quando             unidos—em uma falsa harmonia—mas se calam quando há a  oportunidade             de se ouvir voz a voz, pessoa a pessoa.</p>
<p>É com lapsos na canção familiar, com  trocas de letras,             com uma ‘desafinadinha’ do coro que seus integrantes podem  perceber             suas demandas por novas peças musicais&#8230;</p>
<p>&#8230;obras-primas de cada  sujeito em relação.</p>
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		<title>A comunicação do corpo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 13:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
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		<category><![CDATA[musicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[A relação da música com a expressão corporal desenvolve a auto-expressão, a interação e a integração interpessoal, além de estimular o potencial criativo Os estudos da musicoterapia utilizam os sons e a música em prol da saúde do ser humano. Crianças, adolescentes e adultos que por algum motivo apresentam dificuldades para se expressar verbalmente, podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A relação da música com a expressão corporal desenvolve a auto-expressão, a interação e a integração interpessoal, além de estimular o potencial criativo</em></p>
<p>Os estudos da musicoterapia utilizam  os sons e a música             em prol da saúde do ser humano. Crianças, adolescentes e  adultos             que por algum motivo apresentam dificuldades para se  expressar verbalmente,             podem trabalhar esta dificuldade em sessões de  musicoterapia.</p>
<p>Segundo Iara Del Padre Iarema,  musicoterapeuta da             ONG SERPIÁ – Serviços e Programas para a Infância e  Adolescência,             a linguagem não-verbal são sons, expressões corporais,  odores, silêncio,             músicas, que todas as pessoas se utilizam, mesmo sem  perceber, e             através dos quais cada pessoa pode dizer sobre si. “Mesmo a  linguagem             verbal, que é a linguagem falada e escrita, é permeada por  manifestações             não verbais, pois além de “o que se fala”, “há o como se  fala”. Nisso             podem ser incluídas as cadências, respiração e ritmos da  fala, gestos             executados ao falar, se a fala é gritada ou sussurrada,  entre outras”             explica.</p>
<p>De acordo com a musicoterapeuta,  entender o que o             corpo esta dizendo é essencial para trabalhar a melhoria das  pessoas.             “Profissionais da área da saúde, musicoterapeutas,  psicólogos, psiquiatras,             fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, e  outros, podem             ampliar sua leitura no trabalho com pacientes que tenham  dificuldades             na utilização da linguagem verbal”. Além disso, o não-verbal  é importante             para os profissionais da área da educação e artistas em  geral.</p>
<p>Os estudos nesta área, segundo Iara,  independentemente             da formação profissional, trará para o profissional uma  perspectiva             ampliada das manifestações de sua clientela, sejam suas  intervenções             focadas na saúde, educação ou nas artes.</p>
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