<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Serpiá &#187; inclusão escolar</title>
	<atom:link href="http://serpia.org.br/tags/inclusao-escolar/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://serpia.org.br</link>
	<description>Serviços e Programas para a Infância e a Adolescencia</description>
	<lastBuildDate>Mon, 07 May 2012 17:02:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1-alpha</generator>
		<item>
		<title>Entre ler e escrever: o sujeito em questão</title>
		<link>http://serpia.org.br/entre-ler-e-escrever-o-sujeito-em-questao/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/entre-ler-e-escrever-o-sujeito-em-questao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Auxiliar]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão escolar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/?p=1998</guid>
		<description><![CDATA[Por Danielle Guerra Muitas vezes o adulto ouve na fala/escrita da criança algo que não está bem, um sintoma (falar errado, não falar, trocar letras, trocar palavras&#8230;) que se desassemelha do “normal”. Na tentativa de entendimento do “erro”, uma medida estatística é implementada – correlacionam-se aquisições esperadas as faixas etárias. Mas isso só esclarece/aponta que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://serpia.org.br/danielle-guerra/">Por Danielle Guerra</a></p>
<p>Muitas vezes o adulto ouve na fala/escrita da criança algo que não está bem, um sintoma (falar errado, não falar, trocar letras, trocar palavras&#8230;) que se desassemelha do “normal”. Na tentativa de entendimento do “erro”, uma medida estatística é implementada – correlacionam-se aquisições esperadas as faixas etárias. Mas isso só esclarece/aponta que a fala da criança está fora do tempo. Alguns erros são toleráveis, outros não. Parece que, nesse sentido, a escuta da fala de um outro é que determina o status da fala (uma escuta que discerne entre erros, para relevá-los ou não).</p>
<p>Se a “faixa etária” que acaba decidindo pelo que não deveria estar mais ocorrendo é porque a fala está em desacordo com o “corpo que fala”, que repete, que não passa para outra coisa (Allouch, 1994).</p>
<p>É certo que o organismo cresce, mas é certo que a idade que se mede, não corresponde ao “tempo do sujeito”, do corpo que fala.</p>
<p>Propomos uma reflexão que leve em conta a articulação singular fala-falante, que parece afetar a escuta – indissociação entre um corpo que fala uma fala e uma fala que fala (d)esse corpo. Repensar a noção de sujeito, linguagem e outro para que se possam oferecer recursos no entendimento das questões relacionadas à aquisição da fala e escrita das crianças.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/entre-ler-e-escrever-o-sujeito-em-questao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Educação Inclusiva</title>
		<link>http://serpia.org.br/educacao-inclusiva/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/educacao-inclusiva/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 18:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Auxiliar]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/?p=1752</guid>
		<description><![CDATA[Por Andressa Mattos A realização de uma educação inclusiva no contexto atual não é tarefa fácil. A inclusão escolar é um campo que se encontra marcado por imperativos que precisam ser analisados a partir de vários eixos. Um deles refere-se à própria relação que se funda entre a escola e a demanda de inclusão que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://serpia.org.br/andressa-mattos-salgado/">Andressa Mattos</a></p>
<p>A realização de uma educação inclusiva no contexto atual não é tarefa fácil. A inclusão escolar é um campo que se encontra marcado por imperativos que precisam ser analisados a partir de vários eixos. Um deles refere-se à própria relação que se funda entre a escola e a demanda de inclusão que opera desde o social. Não menos desprovida de dificuldades é a tarefa de um Estado que intenta organizar uma política pública, no empenho de garantia do acesso a todos os seus cidadãos àquilo que lhes cabe por direito.</p>
<p>A educação inclusiva fundamenta-se na concepção de diferenças, algo da ordem da singularidade dos sujeitos, supõe que as diferenças sejam parte de seus estatutos. Como não torná-la, a cada passo, um novo instrumento de classificação, seleção, reduzindo os sujeitos a marcas mais ou menos identitárias de uma síndrome, deficiência ou doença mental?</p>
<p>Pensar as necessidades educacionais de uma criança envolve considerá-la desde um lugar estrutural, que não se restringe ao campo das deficiências, ou dos sintomas que venha a apresentar. Se a criança for vista pelo professor, primordialmente, como sendo alguém que é portadora de desejos, de uma história, os caminhos para a aprendizagem estarão incluindo o que é fundante no ser humano: a palavra.</p>
<p>Não se trata apenas de anunciar a ordem “escola para todos”, mas sim que estes “todos” possam ser registrados em sua singularidade, enquanto sujeitos. As vias que cada um vai colocar em jogo para atravessar o campo da aprendizagem serão marcadas por traços subjetivos. Diante de um mesmo trabalho a ser realizado, todas as crianças colocam em jogo o que há de mais singular em sua constituição: seu desejo, remetido ao desejo do Outro.</p>
<p>Frente a este desafio, como pensar o trabalho do professor tendo em vista a singularidade dos sujeitos? É neste sentido que as contribuições da Psicanálise na interlocução com a Educação entram em jogo. Alguns aspectos destas contribuições serão considerados na aula: O trabalho do professor e o olhar para a singularidade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/educacao-inclusiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inclusão escolar</title>
		<link>http://serpia.org.br/inclusao-escolar/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/inclusao-escolar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 14:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auxiliar]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=741</guid>
		<description><![CDATA[A inclusão escolar é um processo importante e legalmente exigido para crianças e adolescentes de nossa sociedade. Quando falamos de crianças com transtornos psíquicos, a importância desse processo cresce, uma vez que a inclusão pode favorecer seu tratamento. Considerando-se a escola como espaço privilegiado da infância em nossa cultura, entende-se que o processo de inclusão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inclusão escolar é um processo importante e legalmente exigido para crianças e adolescentes de nossa sociedade. Quando falamos de crianças com transtornos psíquicos, a importância desse processo cresce, uma vez que a inclusão pode favorecer seu tratamento.</p>
<p>Considerando-se a escola como espaço privilegiado da infância em nossa cultura, entende-se que o processo de inclusão escolar pode favorecer o reconhecimento da criança ou do adolescente com transtornos psíquicos como sujeitos de direitos e deveres dentro de uma comunidade. Além disso, este processo pode promover a (re)inserção da criança/adolescente na trama social (o que é próprio do humano), da qual se supõe ela excluída por razões concretas ou mesmo simbólicas.</p>
<p>No entanto, muitas vezes a permanência destas crianças e adolescentes em turmas de ensino regular é posta em questão por educadores, familiares e sociedade em geral, visto que, com frequência, os alunos considerados casos de inclusão requerem uma atenção maior e mais especializada do professor. Este tipo de trabalho exige do professor não só a transmissão de conteúdos pedagógicos, como também o investimento na integração destes alunos com os colegas e com a instituição escolar em geral. Tais exigências, entre outras, mobilizam questões subjetivas dos profissionais, principalmente acerca do lugar que ocupa como educador. Neste sentido, parece essencial um trabalho que vise apoiar o educador, promover seus questionamentos e construções sobre o assunto, além de contribuir para a sustentação do desejo que o mobiliza em seu trabalho cotidiano. É neste sentido que o Projeto de Inclusão Escolar propõe sua atuação.</p>
<p>Com o projeto de Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e/ou problemas em seu desenvolvimento integral, a Associação SERPIÁ, em convênio com a Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS), pretende incluir e favorecer a permanência de 70 crianças, promovendo seu atendimento e acompanhando os educadores neste desafio.</p>
<p>Para atingir esse objetivo, foram criados grupos de interlocução entre os profissionais da SERPIÁ e as equipes pedagógicas das escolas participantes. O projeto estipula ainda que seja promovido um programa de capacitação destes professores, tomando como base e servindo de complemento às experiências vividas neste trabalho precedente.</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p><a href="http://www.serpia.org.br/arquivos/inclusao.pdf">Projeto Original</a></p>
<p><a href="http://www.serpia.org.br/arquivos/inclusao2008.pdf">Aditivo 2008</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/inclusao-escolar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projetos</title>
		<link>http://serpia.org.br/projetos/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/projetos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 19:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[serpiá]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=473</guid>
		<description><![CDATA[Atendimento às crianças abrigadas Atendimento às famílias Atendimento clínico e socialização Inclusão escolar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-as-criancas-abrigadas/">Atendimento  às crianças abrigadas</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-as-familias/">Atendimento  às famílias</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-clinico-e-socializacao/">Atendimento clínico e socialização</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/inclusao-escolar/">Inclusão  escolar</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/projetos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>SERPIÁ realiza curso sobre a psicanálise na inclusão escolar</title>
		<link>http://serpia.org.br/serpia-realiza-curso-sobre-a-psicanalise-na-inclusao-escolar/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/serpia-realiza-curso-sobre-a-psicanalise-na-inclusao-escolar/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 20:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=319</guid>
		<description><![CDATA[A Associação SERPIÁ realiza o curso “Contribuições da Psicanálise para a Educação”, entre os dias 14 e 26 de novembro. Os alunos podem participar de aulas isoladas ou do curso completo. Para se inscrever, basta preencher o formulário online, e doar um brinquedo para o Natal da SERPIÁ. As palestras serão no Centro de Capacitação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação SERPIÁ realiza o curso  “Contribuições da Psicanálise para a Educação”,             entre os dias 14 e 26 de novembro. Os alunos podem  participar de             aulas isoladas ou do curso completo. Para se inscrever,  basta preencher             o formulário online, e doar um brinquedo para o  Natal da SERPIÁ.             As palestras serão no Centro de Capacitação da Secretaria  Municipal             de Educação, na rua Dr. Faivre, 398. Confira a <a href="http://www.serpia.org.br/image/foldercompleto.jpg">programação completa</a>.</p>
<p>O curso é destinado a profissionais da  educação de escolas regulares ou especiais,             de todos os níveis de educação básica. É parte do projeto  ‘Inclusão             escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos  e/ou             problemas em seu desenvolvimento’, desenvolvido pelo Núcleo  de Educação             e Psicanálise da SERPIÁ em parceria com a Fundação de Ação  Social             de Curitiba (FAS).</p>
<p>Serão realizadas aulas expositivas  dialogadas e orientações             de casos concretos de inclusão escolar. Os objetivos  principais são:             articular conceitos de teoria psicanalítica e a vivência  educativa,             discutir sobre os impasses e desafios da inclusão escolar,  ressaltar             a importância da interdisciplinaridade nas práticas  educativas de             inclusão e oferecer instrumentos de leitura e interpretação  aos impasses             vivenciados na educação inclusiva.</p>
<p>Para maiores informações, entre  em contato com a SERPIÁ:<br />
Fone: (41) 3015-2045.<br />
E-mail: serpia@serpia.org.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/serpia-realiza-curso-sobre-a-psicanalise-na-inclusao-escolar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornada promove discussão sobre inclusão escolar</title>
		<link>http://serpia.org.br/jornada-promove-discussao-sobre-inclusao-escolar/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/jornada-promove-discussao-sobre-inclusao-escolar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 12:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=334</guid>
		<description><![CDATA[O Núcleo de Psicanálise e Educação da Associação SERPIÁ, em conjunto com o Núcleo de Estudos em Psicanálise e Educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), realizou nos dias 19 e 20 de setembro a II Jornada de Psicanálise e Educação. O tema foi a inclusão escolar e contou com 116 participantes. O evento aconteceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Núcleo de Psicanálise e Educação da Associação SERPIÁ, em conjunto com o Núcleo de Estudos em Psicanálise e Educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), realizou nos dias 19 e 20 de setembro a II Jornada de Psicanálise e Educação. O tema foi a inclusão escolar e contou com 116 participantes. O evento aconteceu no Anfiteatro 100 da Reitoria da UFPR, em Curitiba.</p>
<p>Para Maria Augusta de Mendonça  Guimarães, Coordenadora             Executiva e Terapêutica da SERPIÁ, o evento foi um sucesso.  “Não             só correspondeu nossas expectativas como superou”, conta.  Ela afirma             que existe muita demanda por parte dos professores para  saber como             deve ser feita a inclusão escolar e o evento ajudou as  pessoas a             refletir sobre suas práticas dentro da sala de aula.</p>
<p>Durante os dois dias, foram  realizadas cinco mesas             redondas e três palestras, duas delas com o psicanalista  Fernando             Colli, do Grupo Ponte, da Associação Lugar de Vida, de São  Paulo.             Maria Augusta afirma que o trabalho de Colli e da associação  são             muito importantes para o tema da inclusão. Desde 1990, o  Grupo Ponte             providencia tratamento terapêutico para crianças com  transtorno psíquico,             o que implica em levar essas crianças para o universo  escolar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/colli102008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-336" style="margin: 2px;" title="colli102008" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/colli102008-300x211.jpg" alt="" width="214" height="150" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jornada102008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-335" style="margin: 2px;" title="jornada102008" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jornada102008-300x211.jpg" alt="" width="214" height="150" /></a></p>
<p>Além disso, houve exposição dos  trabalhos realizados no departamento de Educação             da UFPR e nos <a href="http://serpia.org.br/psicanalise-e-educacao/">Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação da  SERPIÁ</a>, uma palestra sobre prevenção e detecção dos riscos psíquicos na educação infantil (com a professora da PUC-PR Rosa Maria Marini Mariotto) e uma apresentação do panorama da inclusão escolar no estado.</p>
<p>Para a pedagoga Isis Romankiu, a  Jornada foi riquíssima.             “É um tema que deve ser bastante discutido, é sempre  pertinente”,             afirma. De acordo com ela, o evento resgatou a função da  escola no             processo terapêutico e ajudou a colocar em destaque a  criança como             sujeito.</p>
<p><strong>O que é inclusão escolar?</strong></p>
<p>Inclusão escolar significa juntar os  alunos portadores             de necessidades especiais às outras crianças, colocá-los nas  mesmas             salas sob as mesmas condições de aprendizado. Maria Augusta  aponta             que esse tema é particularmente importante para os  professores: mas             de tão recente, eles ainda encontram dificuldades para lidar  com             esses alunos.</p>
<p>A inclusão escolar propicia às  crianças com transtornos             psíquicos muito mais do que a simples educação formal. Nas  escolas             regulares, criam-se laços com a sociedade, o que promove  tanto efeitos             terapêuticos quanto perspectivas de vida para essas  crianças. “A             inclusão escolar faz a criança sentir que ela tem um lugar  no mundo”,             sintetiza Augusta.</p>
<p>Para os professores, esse  processo também é importante.             Lidar com alunos especiais ajuda-os a se livrar de  preconceitos e             lidar com as diferenças e potencialidades de cada pessoa. No  entanto,             é um processo difícil: é preciso discutir esse assunto e  aprender             com as experiências dos outros professores e psiquiatras  para que             esse desafio possa ser superado. É por isso que um evento  como a             Jornada, que estimula a discussão e o aprendizado sobre a  inclusão             escolar, é tão importante para toda a educação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/jornada-promove-discussao-sobre-inclusao-escolar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma proposta ética para a inclusão</title>
		<link>http://serpia.org.br/uma-proposta-etica-para-a-inclusao/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/uma-proposta-etica-para-a-inclusao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 19:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=1215</guid>
		<description><![CDATA[Por Daniel Dias Brepohl A inclusão escolar é um processo importante, e mesmo legalmente exigido, para crianças e adolescentes de nossa sociedade. Ao se tratarem de crianças com transtornos psíquicos, tal importância cresce na medida em que a inclusão pode favorecer o tratamento das mesmas. Considerando-se a escola como espaço privilegiado da infância em nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Daniel Dias Brepohl </em></p>
<p>A inclusão escolar é um processo importante, e mesmo legalmente exigido, para crianças e adolescentes de nossa sociedade. Ao se tratarem de crianças com transtornos psíquicos, tal importância cresce na medida em que a inclusão pode favorecer o tratamento das mesmas.</p>
<p>Considerando-se a escola como espaço privilegiado da infância em nossa cultura, entende-se que o processo de inclusão escolar pode favorecer o reconhecimento da criança ou do adolescente com transtornos psíquicos como sujeitos de direitos e deveres dentro de uma comunidade. Além disto, este processo pode promover a (re)inserção da criança/adolescente na trama social (o que é próprio do humano), da qual se supõe ela excluída por razões concretas ou mesmo simbólicas.</p>
<p>No entanto, muitas vezes a permanência destas crianças e adolescentes em turmas de ensino regular é posta em questão por educadores, familiares, e a sociedade em geral, visto que, com freqüência, os alunos considerados casos de inclusão requerem uma atenção maior e mais especializada do professor. Este tipo de trabalho exige do professor não só a transmissão de conteúdos pedagógicos, como também o investimento na integração destes alunos com os colegas e com a instituição escolar, em geral. Tais exigências, entre outras, mobilizam questões subjetivas dos profissionais, principalmente acerca do lugar que ocupa como educador. Neste sentido, parece essencial um trabalho que vise apoiar o educador, promover seus questionamentos e construções acerca do assunto, além de contribuir para a sustentação do desejo que mobiliza o educador em seu trabalho cotidiano. É neste sentido que o Projeto de Inclusão Escolar propõe sua atuação.</p>
<p>Com o projeto de Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e/ou problemas em seu desenvolvimento integral, a Associação SERPIÁ, em convênio com a Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS), pretende incluir e favorecer a permanência de 70 crianças, promovendo seu atendimento e acompanhando os educadores neste desafio.</p>
<p>Para atingir esse objetivo, foram criados grupos de interlocução entre os profissionais da SERPIÁ e as equipes pedagógicas das escolas participantes. O projeto estipula ainda que seja promovido um programa de capacitação destes professores, tomando como base e servindo de complemento às experiências vividas neste trabalho precedente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/uma-proposta-etica-para-a-inclusao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

