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	<title>Serpiá &#187; família</title>
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	<description>Serviços e Programas para a Infância e a Adolescencia</description>
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		<title>Atendimento às famílias</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 14:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Associação SERPIÁ, em convênio com a Fundação de Ação Social (FAS), oferece o Programa Psicossocial de Atendimento às Famílias das crianças e adolescentes que se encontram em entidades sociais de abrigo. O principal objetivo do projeto é contribuir para a promoção do direito da criança à convivência familiar. Incentivar o contato com a família [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação SERPIÁ, em convênio com a Fundação de Ação Social (FAS), oferece o Programa Psicossocial de Atendimento às Famílias das crianças e adolescentes que se encontram em entidades sociais de abrigo. O principal objetivo do projeto é contribuir para a promoção do direito da criança à convivência familiar.</p>
<p>Incentivar o contato com a família faz  parte das atividades já desenvolvidas pelas instituições de abrigo, de acordo com o art. 92º do Estatuto da Criança e do Adolescente. Desde 2007, o programa atende 28 famílias, beneficiando diretamente 35 crianças e adolescentes, sendo que, no momento, outras 6 famílias encontram-se em contato.</p>
<p>Para tornar possível a convivência familiar é necessário que os problemas que geraram o afastamento das famílias de origem sejam trabalhados e ressignificados a partir da implicação subjetiva dos familiares. A convivência contribui para a preservação dos vínculos afetivos, mas não necessariamente garante o retorno das crianças a seus lares originais.</p>
<p>Os atendimentos são realizados de forma interdisciplinar nas áreas de Serviço Social, Psicologia, Musicoterapia, Terapia Ocupacional e Educação Brinquedista, sendo todas as atividades permeadas pela linguagem, redimensionando a singulariedade de cada caso em seu contexto familiar.</p>
<p>De acordo com dados de uma pesquisa de 2006 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), são 80 mil crianças e adolescentes abrigadas em todo o Brasil. Destas, 13,3% são órfãos, o que significa que as outras 72 mil que estão abrigadas em casas-lares, 86,7% do total, têm uma família. As causas dos abrigamentos têm as mais variadas origens, tais como: violência, envolvimento dos familiares com álcool ou drogas e outras situações que colocam a criança em risco.</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p><a href="http://www.serpia.org.br/arquivos/familia2007.pdf">Projeto  Original</a></p>
<p><a href="http://www.serpia.org.br/arquivos/familias2008.pdf">Aditivo 2008</a></p>
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		<title>Atendimento à Família</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 20:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A instituição que trabalha com a clínica psicanalítica de crianças e adolescentes tem a possibilidade de incluir os pais desde o início do tratamento. Tal inclusão permite ver como os pais revivem e projetam nos filhos situações mal resolvidas que envolvem suas identificações e suas castrações simbólicas. É nesta medida que a psicanálise considera que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A instituição que trabalha com a clínica psicanalítica de crianças e adolescentes tem a possibilidade de incluir os pais desde o início do tratamento. Tal inclusão permite ver como os pais revivem e projetam nos filhos situações mal resolvidas que envolvem suas identificações e suas castrações simbólicas. É nesta medida que a psicanálise considera que o sujeito se constitui a partir de identificações com as figuras primitivas advindas das primeiras relações. Assim, muitas perturbações destas relações podem estar na origem dos transtornos mentais.</p>
<p>Portanto, a ênfase deste atendimento está em escutar a palavra dos pais sobre a situação familiar, conhecendo qual a posição que o pai e a mãe ocupam no contexto familiar e de que forma a criança está submetida a lei paterna.</p>
<p>Percebemos através de nossa prática com crianças que a inclusão dos pais no tratamento é um ponto de sustentação fundamental para a compreensão dos casos e para a definição da direção a ser adotada no processo terapêutico. É notório que, quando os pais se encontram distanciados demais do tratamento da criança, não demonstrando implicação e responsabilização pelos sintomas dos filhos, isso acaba gerando problemas na condução do caso clínico. Portanto, faz-se necessário pensar nos motivos e nas possíveis soluções para se manejar essas questões. Assim, estudar as diferentes abordagens de trabalho com os pais, bem como alguns autores que se dedicam a teorizar esse trabalho, torna-se tarefa fundamental para quem se propõe a atender crianças, seja no âmbito da clínica particular, seja no âmbito institucional.</p>
<p>Os encontros do núcleo são realizados  semanalmente na SERPIÁ e têm duração de uma hora, nos quais os estudos são realizados através de textos de diferentes autores, discussão de casos clínicos e troca de experiências entre os componentes do grupo. Essa reunião é realizada na sexta-feira, às 17 horas.</p>
<p>Além disso, o núcleo cuida do <a href="http://serpia.org.br/atendimento-a-familia/">Programa Psicossocial  de Atendimento às Famílias das Crianças e Adolescentes que se Encontram em Entidades de Abrigo</a>,  realizado em parceria com a FAS.</p>
<p><strong>Participantes:</strong></p>
<p>Márcia Regina Motta<br />
Thomas Rodolfo Brenner</p>
<p><strong>Responsável pelo núcleo: </strong>Suely do  Rocio K. Poitevin</p>
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		<title>Projetos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 19:25:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atendimento às crianças abrigadas Atendimento às famílias Atendimento clínico e socialização Inclusão escolar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-as-criancas-abrigadas/">Atendimento  às crianças abrigadas</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-as-familias/">Atendimento  às famílias</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-clinico-e-socializacao/">Atendimento clínico e socialização</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/inclusao-escolar/">Inclusão  escolar</a></p>
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		<title>Núcleos de estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 17:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na SERPIÁ, o desenvolvimento das questões acerca da saúde mental ganha forma também nos núcleos de estudo. Os núcleos são pensados através das questões que emergem do atendimento clínico, assim como das situações relativas ao nosso meio sócio-cultural. A participação nos núcleos é aberta a qualquer integrante da equipe SERPIÁ. Atendimento à Família Estudos sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na               SERPIÁ, o desenvolvimento das questões acerca da saúde  mental ganha               forma também nos núcleos de estudo. Os núcleos são  pensados através               das                 questões que emergem do atendimento clínico, assim como  das situações                 relativas ao nosso meio sócio-cultural. A participação  nos núcleos             é aberta a qualquer integrante da equipe SERPIÁ.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-a-familia/">Atendimento à Família</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-sobre-adolescencia/">Estudos  sobre Adolescência</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-sobre-o-brincar/">Estudos                sobre o Brincar</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-de-terapia-ocupacional/">Estudos               de Terapia Ocupacional</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/psicanalise-com-criancas/">Psicanálise  com Crianças</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/psicanalise-e-educacao/">Psicanálise e Educação</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/nucleos-desativados/">Núcleos  desativados</a></p>
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<p class="style24"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoatendimentoafamilia.html">Atendimento à Família</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoadolescente.html">Estudos  sobre A</a><a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoadolescente.html">dolescência</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleobrincar.html">Estudos                sobre o Brincar</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoto.html">Estudos               de Terapia Ocupacional</a></p>
<p><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleopsicanalisedecriancas.htm">Psicanálise  com Crianças</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleopsicanaliseeducacao.html">Psicanálise e Educação</a></p>
<p class="style17">
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleosdesativados.html">Núcleos  desativados</a></p>
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		<title>A família discutida através de diversos olhares</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 17:32:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A jornada de estudos Considerações sobre a Função da Família na Contemporaneidade: “Mas, por que eu?”, realizada pela SERPIÁ nos dias 01 e 02 de outubro &#8211; com apoio do Conselho Regional de Medicina do Paraná e da Sanepar &#8211; reuniu profissionais, estudantes e demais interessados em discutir a temática da família na contemporaneidade. Durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jor_geral.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-209" style="margin: 6px;" title="jor_geral" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jor_geral-300x199.jpg" alt="" width="240" height="159" /></a>A jornada de estudos <em>Considerações sobre a Função da Família na Contemporaneidade: “Mas, por que eu?”</em>,  realizada pela SERPIÁ nos dias 01 e 02 de outubro &#8211; com apoio do Conselho Regional de  Medicina do Paraná e da Sanepar &#8211; reuniu profissionais, estudantes e demais  interessados em discutir a temática da família na contemporaneidade.</p>
<p>Durante os dois dias do evento os cerca de 80 inscritos tiveram a oportunidade  de participar de mesas, conferências, palestras e momentos culturais que  contaram com a presença de profissionais de diversas áreas – psicologia,  musicoterapia, direito, entre outras -, o que possibilitou uma discussão plural sobre o  tema.</p>
<p>Para o estudante Carlos Esteves essa discussão a partir de diferentes  perspectivas foi um dos pontos altos da jornada. A assistente social Karla Patrícia  de Albuquerque considera que participar do evento proporcionou aos profissionais a  revisão dos conceitos e estratégias que utilizam no trabalho diário com as famílias.  “Foi uma oportunidade de refletir sobre a minha prática profissional e sobre o  papel das famílias, o que acrescentou muito para mim. Se a gente não tira esse  tempo para refletir cai, no automatismo”, comenta a psicóloga Tarine Cláudia  de Jesus.</p>
<p>Segundo uma das coordenadoras do evento, Suely Poitevin, a jornada também  possibilitou a abordagem de questões inquietantes, como a das famílias das crianças e adolescentes abrigados e a lei que obriga a curta permanência nos  abrigos, assim como a transmissão das experiências obtidas no trabalho com as  famílias na SERPIÁ.<a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jor_sanepar.jpg"><img class="alignright size-thumbnail  wp-image-210" title="jor_sanepar" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jor_sanepar-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>“As discussões trouxeram muitos questionamentos e relatos de experiências. A  ligação entre teoria e prática foi muito interessante, pois a faculdade não traz  muito essa discussão prática”, comenta a estudante Thais Renata Miara.</p>
<p>Trabalho recompensado</p>
<p>Para a organizadora, o empenho e dedicação dispensados pela equipe na seleção  dos temas, no convite dos palestrantes, e nos demais detalhes que envolveram  a organização do evento foi recompensado. “Nós observamos que houve  empenho, seriedade e esforço dos palestrantes em transmitir seus conhecimentos e  participação e respeito ao evento por parte público”, comenta.</p>
<p>Segundo Suely, a primeira edição da jornada de famílias abriu espaço para  maiores discussões sobre este tema complexo e polêmico e a oportunidade para cada pessoa se perguntar qual é o seu papel em relação à família. “Foi uma  possibilidade de descruzarmos os braços e cada um fazer a sua parte neste desafio contemporâneo”, enfatiza.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jor_mesa.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-211 alignleft" title="jor_mesa" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jor_mesa-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jor_inscritos.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-212 alignright" title="jor_inscritos" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/jor_inscritos-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
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		<title>Da ausência da função paterna à angústia na clínica com crianças</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 19:41:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Maria Augusta de Mendonça Guimarães Na clínica psicanalítica, a angústia coloca o analista frente a um tema complexo e já muito discutido, que ainda mobiliza questões para aqueles interessados no estudo da psicanálise. Tanto Freud quanto Lacan debruçaram-se sobre esse assunto, bastante freqüente em suas obras, quer em textos específicos ou articulado com outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Maria Augusta de Mendonça  Guimarães </em></p>
<p>Na clínica  psicanalítica, a angústia coloca o analista frente a um tema complexo e já muito discutido, que ainda mobiliza questões para aqueles interessados no estudo da psicanálise. Tanto Freud quanto Lacan debruçaram-se sobre esse assunto, bastante freqüente em suas obras, quer em textos específicos ou articulado com outros temas. Freud fez algumas modificações ao longo do tempo em relação à definição de angústia, e Lacan acrescentou valiosas contribuições, relacionadas principalmente à relação angústia – objeto.</p>
<p>Confira a <a href="http://www.serpia.org.br/arquivos/ausenciafuncaopaterna.pdf">versão  completa</a>.</p>
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