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	<title>Serpiá &#187; educação</title>
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	<description>Serviços e Programas para a Infância e a Adolescencia</description>
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		<title>Educação Inclusiva</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 18:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Andressa Mattos A realização de uma educação inclusiva no contexto atual não é tarefa fácil. A inclusão escolar é um campo que se encontra marcado por imperativos que precisam ser analisados a partir de vários eixos. Um deles refere-se à própria relação que se funda entre a escola e a demanda de inclusão que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://serpia.org.br/andressa-mattos-salgado/">Andressa Mattos</a></p>
<p>A realização de uma educação inclusiva no contexto atual não é tarefa fácil. A inclusão escolar é um campo que se encontra marcado por imperativos que precisam ser analisados a partir de vários eixos. Um deles refere-se à própria relação que se funda entre a escola e a demanda de inclusão que opera desde o social. Não menos desprovida de dificuldades é a tarefa de um Estado que intenta organizar uma política pública, no empenho de garantia do acesso a todos os seus cidadãos àquilo que lhes cabe por direito.</p>
<p>A educação inclusiva fundamenta-se na concepção de diferenças, algo da ordem da singularidade dos sujeitos, supõe que as diferenças sejam parte de seus estatutos. Como não torná-la, a cada passo, um novo instrumento de classificação, seleção, reduzindo os sujeitos a marcas mais ou menos identitárias de uma síndrome, deficiência ou doença mental?</p>
<p>Pensar as necessidades educacionais de uma criança envolve considerá-la desde um lugar estrutural, que não se restringe ao campo das deficiências, ou dos sintomas que venha a apresentar. Se a criança for vista pelo professor, primordialmente, como sendo alguém que é portadora de desejos, de uma história, os caminhos para a aprendizagem estarão incluindo o que é fundante no ser humano: a palavra.</p>
<p>Não se trata apenas de anunciar a ordem “escola para todos”, mas sim que estes “todos” possam ser registrados em sua singularidade, enquanto sujeitos. As vias que cada um vai colocar em jogo para atravessar o campo da aprendizagem serão marcadas por traços subjetivos. Diante de um mesmo trabalho a ser realizado, todas as crianças colocam em jogo o que há de mais singular em sua constituição: seu desejo, remetido ao desejo do Outro.</p>
<p>Frente a este desafio, como pensar o trabalho do professor tendo em vista a singularidade dos sujeitos? É neste sentido que as contribuições da Psicanálise na interlocução com a Educação entram em jogo. Alguns aspectos destas contribuições serão considerados na aula: O trabalho do professor e o olhar para a singularidade.</p>
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		<title>Parceria entre SERPIÁ e SESI promove o Curso de Formação de Brinquedistas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 20:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Curso de Formação de Brinquedistas SESI/PR, encerrado em 26 de julho, foi o primeiro da parceria entre a Associação SERPIÁ e o SESI. Esse curso inicial teve cinco dias de duração e uma platéia de 50 professoras da educação infantil do SESI. Segundo Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação infantil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1878" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/turmasesi_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1878 " title="turmasesi_2" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/turmasesi_2-300x200.jpg" alt="" width="224" height="149" /></a><p class="wp-caption-text">Turma do Curso de Formação de Brinquedistas SESI/Pr</p></div>
<p>O Curso de Formação de Brinquedistas SESI/PR, encerrado em 26 de julho, foi o primeiro da parceria entre a Associação SERPIÁ e o SESI. Esse curso inicial teve cinco dias de duração e uma platéia de 50 professoras da educação infantil do SESI. Segundo Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação infantil do SESI, a idéia de chamar a SERPIÁ para realizar esse curso surgiu a partir do Curso de Educador Brinquedista de janeiro desse ano, realizado na sede SESI do Portão, o qual Isabel teve a oportunidade de conhecer. “Fui lá visitar, conhecer um pouquinho e gostei muito da proposta” – explica ela.</p>
<p>Para Isabel, havia a necessidade de se fazer uma capacitação desses profissionais, de forma que as brinquedotecas do SESI sejam implementadas. Segundo ela, o brincar é um eixo de trabalho que faz parte da proposta pedagógica da entidade e o curso “agrega e muito com suas sugestões de atividades, mostrando o livre brincar, o brinquedo e o brincar mais direcionados, além do brinquedista no papel de mediador”.</p>
<p>O conteúdo difere um pouco do curso sediado na FEPE, o <a href="http://serpia.org.br/de-alunos-a-educadores-o-viii-curso-de-educador-brinquedista/">VIII Curso de Educador Brinquedista</a>, visto que foi voltado apenas a professores de educação infantil contratados do SESI. Dessa forma, essa edição incluiu temas mais específicos como a aula “A Brinquedoteca nas Unidades de Educação Infantil do SESI Pr”, ministrada pela coordenadora do curso Ingrid Cadore.</p>
<p>Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, atribui o sucesso dos cursos realizados pela Associação à qualidade dos eventos, como o de VIII Formação de Educador Brinquedista – em que 96% dos alunos disserem estar satisfeitos ou muito satisfeitos – e o curso para educadores do SESI, cuja avaliação também foi excelente. Outro fator para tal sucesso são “as parcerias significativas como a Fundação Educativa, o HPP e o SESI na realização desses cursos ou como o SESC da Esquina, para a realização da <a href="http://serpia.org.br/eventos-cursos/jornada-da-adolescencia/">III jornada da Adolescência</a>, que acontecerá em 17 e 18 de setembro” – comenta Hélio.</p>
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		<title>De alunos a educadores: O VIII Curso de Educador Brinquedista</title>
		<link>http://serpia.org.br/de-alunos-a-educadores-o-viii-curso-de-educador-brinquedista/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 20:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi entre 19 e 23 de julho que ocorreu o VIII Curso de Educador Brinquedista. Essa oitava edição foi sediada na FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção aos Excepcionais – e realizada pela SERPIÁ junto à ABBri, Associação Brasileira de Brinquedotecas. O curso contou com 35 inscritos e com a participação de palestrantes como Andrea [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1713" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/fototurma1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1713 " title="fototurma" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/fototurma1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Foto da turma de julho de 2010: 35 novos educadores brinquedistas são formados</p></div>
<p>Foi entre 19 e 23 de julho que ocorreu o VIII Curso de Educador Brinquedista. Essa oitava edição foi sediada na FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção aos Excepcionais – e realizada pela SERPIÁ junto à ABBri, Associação Brasileira de Brinquedotecas. O curso contou com 35 inscritos e com a participação de palestrantes como Andrea Fedeger, Fernanda Gorosito e Tereza Mirian.</p>
<p>O curso de 40 horas, que é único aqui em Curitiba e um dos poucos no país, tem a intenção de levar os alunos a conhecerem um pouco mais sobre as brinquedotecas &#8211; esses espaços lúdicos e terapêuticos. De acordo com Andrea Fedeger – professora da UFPR de Terapia Ocupacional e responsável pelos módulos “Brinquedoteca na Proteção Social” e “Equipe da Brinquedoteca” &#8211; o educador brinquedista pode atuar em hospitais, escolas, ONGs e prefeituras, ainda que não seja uma profissão regulamentada. “É uma pessoa com formação para, um aprimoramento, uma forma de olhar o brincar dentro de um espaço especial” – comenta Andrea.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII_1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1714 alignleft" style="margin: 1px;" title="brinqVIII_1" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII_1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII_3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1716 alignleft" style="margin: 1px;" title="brinqVIII_3" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII_3-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII_4.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1717" style="margin: 1px;" title="brinqVIII_4" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII_4-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><strong>Teoria e prática do início ao fim</strong></p>
<div id="attachment_1732" class="wp-caption alignright" style="width: 230px"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII-hpp.jpg"><img class="size-medium wp-image-1732" title="brinqVIII-hpp" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII-hpp-300x225.jpg" alt="" width="220" height="165" /></a><p class="wp-caption-text">Turma em visita ao Hospital Pequeno Príncipe</p></div>
<p>No evento, houve aulas que demonstraram a importância do brincar tanto de forma teórica quanto prática. Alice Momm, aluna do curso, pensa que essa formação ambivalente “foi fundamental para que a gente descobrisse o brinquedista que tem dentro de cada um”. O grupo se dividiu para fazer visitas técnicas, que incluíram a brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, da SERPIÁ e do Anjo da Guarda. Alice acredita que as visitas foram essenciais “porque não é só sentar e ter todas essa carga de experiência compartilhada, mas é você ir lá observar e praticar”, conta.</p>
<p>Uma das aulas mais comentadas foi a aula da professora Tereza Mirian, bióloga e educadora brinquedista, que teve como conteúdo a ecoludicidade. De acordo com Tereza, a aula tem a intenção de abrir os olhos dos alunos para a “possibilidade de se ter um material pedagógico de lazer ou terapia sem custos”. Na aula, os alunos tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre reutilização, reciclagem e redução dos recursos dentro de uma brinquedoteca na prática: confeccionando jogos e brinquedos com sucatas. Segundo a bióloga, um dos pontos fortes do curso foi o interesse da alunas, que “foram fantásticas, muito interessadas em aprender e participar, jogar e também confeccionar”, revela Tereza.</p>
<p>Fernanda Gorosito, psicóloga clínica e professora do curso desde a primeira edição, foi uma das palestrantes do último dia com sua aula prática “Brincar e cantar: é só começar”, na qual se divertiu ensinando suas brincadeiras aos adultos. “Brincar de verdade aqui faz com que eles se sintam mais confiantes e trabalhar isso com as crianças pode ser super significativo”, conta a psicóloga. Fernanda falou um pouco sobre as cantigas antigas e folclóricas e também deu dicas sobre as novidades no universo musical infantil. Além disso, os alunos dançaram e cantaram músicas que servem tanto para divertir quanto para auxiliarem na socialização e desenvolvimento mental das crianças.</p>
<p>Aluna do curso, Maria Clarice Bauer, acredita que “você se identifica com o que vem buscar”. Para ela, que tinha muitas dúvidas sobre a brinquedoteca hospitalar, a palestra de Patrícia Bertolini, psicóloga e coordenadora da brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, foi bastante ilustrativa. “Tanto o material e as experiências que ela trouxe quanto a apresentação dela foram muito ricos”.</p>
<p>“O nosso curso vem se caracterizando pela discussão das especificidades da brinquedoteca no contexto da escola, da escola de educação especial, da clínica interdisciplinar e dos hospitais”, afirma Ingrid Cadore, que além de assistente social e palestrante, é uma das coordenadoras do curso. Segundo Ingrid, outros assuntos que seguem a linha de interdisciplinaridade, abordados nessa edição, foram a brinquedoteca em comunidades de risco social e a brinquedoteca com proposta de defesa do meio ambiente, a ecobrinquedoteca.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII_ciranda.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1735" style="margin: 1px;" title="SAMSUNG DIGITAL CAMERA" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII_ciranda-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII-jogo.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1736" style="margin: 1px;" title="SAMSUNG DIGITAL CAMERA" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII-jogo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII-jogo2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1737 alignnone" style="margin: 1px;" title="SAMSUNG DIGITAL CAMERA" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/brinqVIII-jogo2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><strong>Aprender a brincar</strong></p>
<p>Para Fernanda Gorosito, a brincadeira é a forma de se aproximar de uma criança, de se criar um vínculo e, assim, poder ajudá-la. “Brincando com ela, você a está respeitando e isso vai fazer com que ela se respeite também. Brincando você está ouvindo ela e, assim, ela te ouve” &#8211; reflete.</p>
<p>Ingrid Cadore comenta que a essência do curso “é a reflexão sobre a importância que o brincar espontâneo tem para a criança e a brinquedoteca como alternativa de acolher as necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade na sociedade atual”. E por isso o curso, que teve um índice de 96% de pessoas satisfeitas ou muito satisfeitas, investe tanto na fundamentação teórica, no repertório lúdico diversificado e no verdadeiro mergulho na infância do educador brinquedista – na história de seu brincar. “Esse investimento potencializa uma disponibilidade interior para suscitar, acolher, mediar e organizar os brincares expressados na brinquedoteca, possibilitando um novo olhar sobre a importância disso para cada um, em particular”, analisa a coordenadora.</p>
<p><strong>Assista</strong></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/video-de-encerramento-do-viii-curso-de-educador-brinquedista-2/">Vídeo de encerramento do VIII Curso de Educador Brinquedista</a></p>
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		<title>Programação da III Jornada da Adolescência</title>
		<link>http://serpia.org.br/programacao-da-iii-jornada-da-adolescencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 19:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[17/09/10 (6ª.-feira): 08:00 – Credenciamento 08:30 – Abertura Maria Augusta de Mendonça Guimarães – Coordenadora Geral da Associação Serpiá. Hélio Cadore – Presidente da Associação Serpiá. Adalberto Carneiro – Gerente Executivo do SESC da Esquina. 09:00 – Conferência: José Outeiral 10:30 – Intervalo 11:00 – Mesa redonda: Interdisciplinaridade no Trabalho com Adolescentes Construções e Fazeres: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>17/09/10 (6ª.-feira):</h2>
<p><strong>08:00</strong> –<strong> Credenciamento</strong><br />
<strong>08:30</strong> – <strong>Abertura</strong></p>
<ol>
<li><strong>Maria Augusta de Mendonça Guimarães</strong> – Coordenadora Geral da Associação Serpiá.</li>
<li><strong>Hélio Cadore</strong> – Presidente da Associação Serpiá.</li>
<li><strong>Adalberto Carneiro</strong> – Gerente Executivo do SESC da Esquina.</li>
</ol>
<p><strong>09:00</strong> – <strong>Conferência</strong>: José Outeiral<br />
<strong>10:30</strong> – <strong>Intervalo</strong><br />
<strong>11:00</strong> – <strong>Mesa redonda</strong>: Interdisciplinaridade no Trabalho com Adolescentes</p>
<ol>
<li><strong>Construções e Fazeres</strong>: uma experiência da Terapia Ocupacional na clinica interdisciplinar
<ol> <strong>Marina Siqueira Campos</strong> – Terapeuta Ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital Nossa Senhora da Luz, educadora brinquedista, técnica em artes cênicas pela Escola Técnica da UFPR.</ol>
</li>
<li><strong>O Adolescente na Brinquedoteca.</strong>
<ol> <strong>Ísis Romankiu de Alencar</strong> – Graduanda em Pedagogia, educadora brinquedista e responsável pela Brinquedoteca da Associação Serpiá.</ol>
</li>
<li><strong>Clinica e Tratamento</strong> &#8211; é possivel com a Psicanálise?
<ol> <strong>Maria Aparecida de Luna Pedrosa</strong> – Psicóloga, praticante da Psicanálise, mestre em Psicologia Clínica, membro da Associação Brasileira de Foruns do Campo Lacaniano e da Internacional Foruns Campo Lacaniano (Paris), coordenadora de Pesquisa e Transmissão da Associação Serpiá.</ol>
</li>
<li><strong>Debatedora</strong>: Regina Célia Titotto Castanharo – Terapeuta Ocupacional, professora do curso de Terapia Ocupacional da UFPR e Conselheira da Associação Serpiá.</li>
</ol>
<p><strong>12:30</strong> –<strong> Almoço</strong><br />
<strong>14:00</strong> – <strong>Mesa Redonda</strong>: Quando a família é um risco para o adolescente?</p>
<ol>
<li><strong>Aspectos Jurídicos do Processo de Abrigamento</strong>
<ol> <strong>Lídia Munhoz Mattos Guedes</strong> – Juíza da 1ª. Vara da Infância e Juventude.</ol>
</li>
<li><strong>Adoção na Adolescência</strong>
<ol> <strong>Marília Vieira Frederico</strong> – Promotora de Justiça da 2ª. Vara da Infância e Juventude.</ol>
</li>
<li><strong>Sobre Nome de Família</strong>
<ol> <strong>Suely Poitevin</strong> – Psicanalista, coordenadora do Núcleo de Estudos de Família da Associação Serpiá.</ol>
</li>
<li><strong>Debatedora</strong>: Marcia Frassão. Psicóloga, mestre em Psicologia pela UFSC, professora do curso de Psicologia da UFPR.</li>
</ol>
<p><strong>16:00</strong> – <strong>Intervalo</strong><br />
<strong>16:30</strong> &#8211; <strong>Conferência</strong>: José Outeiral</p>
<h2>18/09/10 (sábado):</h2>
<p><strong>08:00</strong> – <strong>Mesa redonda</strong>: Intervenções na Adolescência</p>
<ol>
<li><strong>O Espaço da Criação na Clínica com Adolescentes Toxicômanos.</strong>
<ol> <strong>Márcia Regina Motta</strong>. Terapeuta ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital San Julian.</ol>
</li>
<li><strong>Adolescência e Grupo</strong>
<ol> <strong>Shirley Rialto Sesarino</strong>. Psicanalista, professora na PUC-PR, mestre em História pela UFPR.</ol>
</li>
<li><strong>Programa Atitude </strong>– uma experiência com adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
<ol> <strong>Clarissa Matos</strong>. Psicóloga do Programa Atitude &#8211; Secretaria de Estado da Criança e Juventude.</ol>
</li>
<li><strong>Debatedora</strong>: Cassiana Atem. Psicóloga, coordenadora clínica da Associação Serpiá.</li>
</ol>
<p><strong>10:00</strong> – <strong>Intervalo</strong><br />
<strong>10:30</strong> – <strong>Mesa Redonda</strong>: Adolescência Vulnerável</p>
<ol>
<li><strong>Os Rituais na Adolescência</strong> &#8211; articulações com as tentativas de suicídio.
<ol> <strong>Célio Luiz Pinheiro</strong>. Psicanalista, mestre em Antropologia Social pela UFPR.</ol>
</li>
<li><strong>Adolescência e Ficção</strong>: uma fenda no tempo.
<ol> <strong>Angela M.S. Valore</strong>. Psicanalista. Analista-Membro da Association Lacanienne International. Analista-Membro, Membro fundador e presidente da LETRA-Associação de Psicanálise. Professora na UTP e PUC-PR.</ol>
</li>
<li><strong>O Adolescente em Conflito com a Lei</strong>: apontamentos, impasses e direções.
<ol> <strong>Lílian Mara Gheno</strong>. Psicóloga da Delegacia do Adolescente.</ol>
</li>
<li><strong>Debatedora</strong>: Juratriz Salete Ribas. Psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Curitiba, psicóloga da escola de música DACAPO. Mestre em Ciências da Educação, especialista em saúde mental, psicóloga do CAPSad.</li>
</ol>
<p><strong>12:30</strong> – Almoço<br />
<strong>14:00</strong> – <strong>Mesa Redonda</strong>: Possibilidades de Inclusão</p>
<ol>
<li><strong>A Escola e a Inclusão na Adolescência</strong>
<ol> <strong>Elise Haquim</strong>. Pedagoga, especialista em Educação Especial e Inclusiva, participante do Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação da Associação Serpiá.</ol>
</li>
<li><strong>O Esporte como Possibilidade de Inclusão ao Adolescente</strong>
<ol> <strong>Alceu Natal Neto</strong>. Membro fundador e primeiro presidente da ONG Futebol de Rua.</ol>
</li>
<li><strong>O Jovem e a Arte</strong>: uma proposta de trabalho em ambiente não formal
<ol> Rudinei Nicola. Educador, coordenador de projetos com juventude do IDDEHA (Instituto de Defesa dos Direitos Humanos).</ol>
</li>
<li><strong>Debatedor</strong>: Danielle Guerra. Fonoaudióloga, especialista em Linguagem Clínica e Escolar, coordenadora do Portal da Inclusão, coordenadora do Projeto de Inclusão Escolar da Associação Serpiá.</li>
</ol>
<p><strong>16:00</strong> – Intervalo<br />
<strong>16:30</strong> – Conferência: José Outeiral<br />
<strong>18:00</strong> &#8211; Encerramento</p>
<p>Clique para ampliar:</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/folderaberto.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-1414" title="folderaberto" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/folderaberto-723x1024.jpg" alt="" width="464" height="655" /></a></p>
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		<title>Psicanálise e educação</title>
		<link>http://serpia.org.br/psicanalise-e-educacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 14:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[núcleos]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
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		<description><![CDATA[O núcleo tem o objetivo de debater temas que envolvam a interface psicanálise e educação. Participam do grupo profissionais – terapeutas e educadores – que desejam discutir questões clínicas e aspectos importantes na direção do processo educacional de crianças e adolescentes com alguma dificuldade em seu percurso escolar. O núcleo também recebe as escolas cujos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O núcleo tem o objetivo de debater temas que envolvam a interface  psicanálise e educação. Participam do grupo profissionais – terapeutas e  educadores – que desejam discutir questões clínicas e aspectos  importantes na direção do processo educacional de crianças e  adolescentes com alguma dificuldade em seu percurso escolar.</p>
<p>O núcleo também  recebe as escolas cujos alunos participam das  atividades                 da SERPIÁ para o diálogo interdisciplinar,  sempre  enriquecedor                 da prática de cada um.</p>
<p>Nesse <a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/Educação-e-Psicanálise-uma-interlocução-possível.pdf">texto</a>, a pedagoga Andressa Mattos comenta em detalhes o objeto e os objetivos do Núcleo de Psicanálise e Educação.</p>
<p><strong>Participantes:</strong></p>
<p>Andressa Mattos</p>
<p>Camila S. G. Acosta Gonçalves</p>
<p>Cassiana Atem</p>
<p>Cláudia Rietter</p>
<p>Cristina Sarturi</p>
<p>Daniel Dias Brepohl</p>
<p>Danielle  Guerra</p>
<p>Elise Haquim Camargo Santos</p>
<p>Giane Edimara Broch</p>
<p>Ingrid Cadore</p>
<p>Irene Piconi Prestes</p>
<p>Ísis Romankiu de Alencar</p>
<p><strong>Responsável pelo núcleo:</strong> Verônica Fleith</p>
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		<title>Os cursos de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 19:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auxiliar]]></category>
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		<category><![CDATA[brinquedoteca]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que todas as unidades de saúde que atendem crianças em regime de internação devem manter uma instalação de brinquedoteca em suas dependências? É o que diz a Lei nº 11.104, sancionada pelo Congresso Federal em março de 2005. Desde 2004 a SERPIÁ organiza o Curso de Educadores Brinquedistas, em parceria com a Associação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que todas as unidades de saúde que atendem  crianças em regime de internação devem manter uma instalação de brinquedoteca  em suas dependências? É o que diz a Lei nº 11.104, sancionada pelo  Congresso Federal em março de 2005. Desde 2004 a SERPIÁ organiza o Curso  de Educadores Brinquedistas, em parceria com a Associação Brasileira de  Brinquedotecas. Confira como foram as últimas edições:</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinqVIII_ciranda.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2157" style="margin: 4px;" title="SAMSUNG DIGITAL CAMERA" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinqVIII_ciranda-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong>Julho 2010</strong></p>
<p>Foi entre 19 e 23 de julho que ocorreu o VIII Curso de Educador  Brinquedista. Essa oitava edição foi sediada na FEPE – Fundação  Ecumênica de Proteção aos Excepcionais – e realizada pela SERPIÁ junto à  ABBri, Associação Brasileira de Brinquedotecas. O curso contou com 35  inscritos e com a participação de palestrantes como Andrea Fedeger,  Fernanda Gorosito e Tereza Mirian. <a href="http://serpia.org.br/de-alunos-a-educadores-o-viii-curso-de-educador-brinquedista/">Leia mais&#8230;</a></p>
<p><strong><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/colorido1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-684" style="margin: 0px 5px;" title="colorido" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/colorido1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Abril 2010</strong></p>
<p>O Curso de Educador brinquedista Hospitalar, voltado a profissionais  tanto da área da saúde, quanto a profissionais da psicologia e da  pedagogia, foi idealizado há dois anos pela SERPIÁ e pelo Hospital  Pequeno Príncipe e teve sua primeira edição entre 28 de abril e 1° de  maio no auditório do HPP. A união surgiu graças à semelhança de valores  das entidades. <a href="ttp://serpia.org.br/curso-educador-brinquedista-hospitalar/">Leia mais&#8230;</a></p>
<p><strong><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_03.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-673" style="margin: 0px 5px;" title="brinquedista2010_03" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_03-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Janeiro 2010</strong></p>
<p>O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de  Brinquedotecas , promovido pela SERPIÁ em parceria com a Associação  Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de  brinquedistas no final do mês de janeiro.  <a href="http://serpia.org.br/168/">Leia mais&#8230;</a></p>
<p><strong><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/cursobrinq_2008.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-672" style="margin: 0px 5px;" title="cursobrinq_2008" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/cursobrinq_2008-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Julho 2009</strong></p>
<p>O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de  Brinquedotecas, promovido pela SERPIÀ em parceria com a Associação  Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se  tornou um evento  tradicional no calendário julino de Curitiba. <a href="http://serpia.org.br/vi-curso-de-educador-brinquedista-deixa-gostinho-de-quero-mais/">Leia  mais&#8230;</a></p>
<p><strong><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinq2008_23.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-671" style="margin: 0px 5px;" title="brinq2008_2" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinq2008_23-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Julho 2008</strong></p>
<p>Mais do que uma formação  adicional à formação acadêmica, o V curso de Formação de Educadores  Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ de  21 a 25 de julho na escola Anjo da Guarda, contribuiu também para a  formação pessoal de quem participou. <a href="http://serpia.org.br/curso-contribui-para-formacao-profissional-e-pessoal/">Leia  mais&#8230;</a></p>
<p><strong><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinq2007_1127.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-670" style="margin: 10px 5px;" title="brinq2007_1127" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinq2007_1127-150x120.jpg" alt="" width="150" height="120" /></a></strong></p>
<p><strong>Julho 2007</strong></p>
<p>O curso deste ano, realizado no Colégio Anjo da Guarda pela  Associação Serpiá em pareceria com a Associação Brasileira de  Brinquedotecas, foi um verdadeiro sucesso. Por durante 40 horas, do dia  16 ao dia 20 de julho, 66 pessoas aprenderam, praticaram e relembraram.<a href="http://serpia.org.br/serpia-realiza-o-iv-curso-de-formacao-de-educadores-brinquedistas/"> Leia  mais&#8230;</a></p>
<p><strong><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinq2006_DSC_3794.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-669" style="margin: 0px 5px;" title="brinq2006_DSC_3794" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinq2006_DSC_3794-150x120.jpg" alt="" width="150" height="120" /></a>Julho 2006</strong></p>
<p>Nos dias 17 a 21 de julho de 2006 aconteceu em Curitiba o III Curso  de Educador brinquedista e organização de brinquedoteca organizado pela  Associação Serpiá em parceria com a Associação Brasileira de  Brinquedoteca. O curso contou com a presença da prof. Nylse. <a href="http://serpia.org.br/iii-curso-de-educadores-brinquedistas-e-formacao-de-brinquedotecas/">Leia  mais&#8230;</a></p>
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		<title>Núcleos de estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 17:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na SERPIÁ, o desenvolvimento das questões acerca da saúde mental ganha forma também nos núcleos de estudo. Os núcleos são pensados através das questões que emergem do atendimento clínico, assim como das situações relativas ao nosso meio sócio-cultural. A participação nos núcleos é aberta a qualquer integrante da equipe SERPIÁ. Atendimento à Família A Inclusão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na               SERPIÁ, o desenvolvimento das questões acerca da saúde  mental ganha               forma também nos núcleos de estudo. Os núcleos são  pensados através               das                 questões que emergem do atendimento clínico, assim como  das situações                 relativas ao nosso meio sócio-cultural. A participação  nos núcleos             é aberta a qualquer integrante da equipe SERPIÁ.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-a-familia/">Atendimento à Família</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/?p=2668" target="_self" class="broken_link">A Inclusão dos Pais no Tratamento Psicanalítico de Crianças/Adolescentes</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-sobre-adolescencia/">Estudos  sobre Adolescência</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-sobre-o-brincar/">Estudos                sobre o Brincar</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-de-terapia-ocupacional/">Estudos               de Terapia Ocupacional</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/psicanalise-com-criancas/">Psicanálise  com Crianças</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/psicanalise-e-educacao/">Psicanálise e Educação</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/nucleos-desativados/">Núcleos  desativados</a></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<p class="style24"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoatendimentoafamilia.html">Atendimento à Família</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoadolescente.html">Estudos  sobre A</a><a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoadolescente.html">dolescência</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleobrincar.html">Estudos                sobre o Brincar</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoto.html">Estudos               de Terapia Ocupacional</a></p>
<p><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleopsicanalisedecriancas.htm">Psicanálise  com Crianças</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleopsicanaliseeducacao.html">Psicanálise e Educação</a></p>
<p class="style17">
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleosdesativados.html">Núcleos  desativados</a></p>
</div>
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		<title>SERPIÁ forma mais uma turma de educadores brinquedistas</title>
		<link>http://serpia.org.br/168/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 20:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_05.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-169" style="margin: 5px;" title="brinquedista2010_05" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_05-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a>O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).</p>
<p style="text-align: left;">Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão  surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem  em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na  turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito  distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Diversidade de público e de conteúdo</strong></p>
<p style="text-align: left;">Mais uma vez a diversidade de público esteve  presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que,  durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade  quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito  rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma  possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”,  explica a coordenadora.</p>
<p style="text-align: left;">A primeira edição de verão  do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes.  Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de  cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas  também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.</p>
<p style="text-align: left;">Um bom exemplo disso foi a  inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso.  Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente  100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da  atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira  fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta  nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-171" style="margin: 2px;" title="brinquedista2010_6" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_6-300x229.jpg" alt="" width="191" height="145" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-170" style="margin: 2px;" title="brinquedista2010_02" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_02-300x174.jpg" alt="" width="250" height="145" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_6.jpg"><br />
</a><strong>Para cada participante o curso deixa uma marca</strong></p>
<p style="text-align: left;">Durante os cinco dias de  aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de  grau’ ela esteve presente &#8211; peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de  plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.</p>
<p style="text-align: left;">Para grande parte dos  alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em  relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora  infantil Fernanda Achcar.</p>
<p style="text-align: left;">A estudante de psicologia  conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida  pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver  que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com  as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que  saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.</p>
<p style="text-align: left;">Na opinião de Ingrid, o fato  que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da  Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de  muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer  idade” comenta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-175" style="margin: 2px;" title="brinquedista2010_01" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_01-300x209.jpg" alt="" width="209" height="145" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-174" style="margin: 2px;" title="brinquedista2010_04" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinquedista2010_04-300x202.jpg" alt="" width="217" height="146" /></a></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).</p>
<p></span><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão  surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem  em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na  turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito  distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Diversidade de público e de conteúdo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Mais uma vez a diversidade de público esteve  presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que,  durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade  quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito  rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma  possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”,  explica a coordenadora.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">A primeira edição de verão  do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes.  Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de  cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas  também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Um bom exemplo disso foi a  inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso.  Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente  100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da  atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira  fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta  nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><img style="width: 221px; height: 165px;" src="../../fotos/brinquedista2010_02.JPG" alt="" hspace="1" /> <img style="width: 221px; height: 165px;" src="../../fotos/brinquedista2010_6.JPG" alt="" hspace="1" /></p>
<p><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Para cada participante o curso deixa uma marca</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Durante os cinco dias de  aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de  grau’ ela esteve presente &#8211; peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de  plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Para grande parte dos  alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em  relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora  infantil Fernanda Achcar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">A estudante de psicologia  conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida  pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver  que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com  as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que  saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial;">Na opinião de Ingrid, o fato  que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da  Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de  muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer  idade” comenta. </span></p>
<p><img style="width: 219px; height: 164px;" src="../../fotos/brinquedista2010_04.JPG" alt="" hspace="1" /> <img style="width: 219px; height: 164px;" src="../../fotos/brinquedista2010_01.JPG" alt="" hspace="1" /> O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).</p>
<p>Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão  surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem  em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na  turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito  distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.<br />
<strong>Diversidade de público e de conteúdo</strong></p>
<p>Mais uma vez a diversidade de público esteve  presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que,  durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade  quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito  rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma  possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”,  explica a coordenadora.</p>
<p>A primeira edição de verão  do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes.  Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de  cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas  também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.</p>
<p>Um bom exemplo disso foi a  inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso.  Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente  100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da  atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira  fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta  nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.</p>
<p><strong>Para cada participante o curso deixa uma marca</strong>Durante os cinco dias de  aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de  grau’ ela esteve presente &#8211; peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de  plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.</p>
<p>Para grande parte dos  alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em  relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora  infantil Fernanda Achcar.</p>
<p>A estudante de psicologia  conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida  pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver  que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com  as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que  saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.</p>
<p>Na opinião de Ingrid, o fato  que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da  Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de  muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer  idade” comenta.</p>
<p>O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).</p>
<p>Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão  surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem  em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na  turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito  distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.<br />
<strong>Diversidade de público e de conteúdo</strong></p>
<p>Mais uma vez a diversidade de público esteve  presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que,  durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade  quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito  rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma  possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”,  explica a coordenadora.</p>
<p>A primeira edição de verão  do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes.  Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de  cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas  também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.</p>
<p>Um bom exemplo disso foi a  inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso.  Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente  100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da  atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira  fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta  nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.</p>
<p><strong>Para cada participante o curso deixa uma marca</strong>Durante os cinco dias de  aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de  grau’ ela esteve presente &#8211; peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de  plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.</p>
<p>Para grande parte dos  alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em  relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora  infantil Fernanda Achcar.</p>
<p>A estudante de psicologia  conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida  pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver  que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com  as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que  saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.</p>
<p>Na opinião de Ingrid, o fato  que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da  Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de  muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer  idade” comenta.</p>
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		<title>Curso de psicanálise e educação recebe boa avaliação dos alunos</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 20:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda edição do curso de Psicanálise e Educação, realizado entre os dias 31 de agosto e 30 de setembro, pelo Núcleo de Psicanálise e Educação da SERPIÁ, foi um sucesso. Segundo um dos coordenadores, Daniel Brepohl, baseado no retorno dado pelos alunos, o objetivo do curso de transmitir a essência do saber psicanalítico no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A segunda edição do curso de Psicanálise e Educação, realizado entre os dias 31 de agosto e 30 de setembro, pelo Núcleo de  Psicanálise e Educação da SERPIÁ, foi um sucesso. Segundo um dos coordenadores,  Daniel Brepohl, baseado no retorno dado pelos alunos, o objetivo do curso de transmitir a essência do saber psicanalítico no que ele pode contribuir  para a prática educativa foi alcançado. “No último dia do curso estabelecemos  um debate com a finalidade de trocar impressões sobre a experiência.  Ficamos especialmente satisfeitos e estimulados ao perceber que, apesar da  terminologia própria da psicanálise &#8211; que reconhecemos ser um tanto densa &#8211; o grupo  havia apreendido o essencial”, comenta.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Experiência que traz melhorias</strong></p>
<p style="text-align: left;">Alguns dos fatores que  contribuíram para a boa avaliação por parte dos alunos são resultados das mudanças  realizadas<a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/cpefoto1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-183" title="cpefoto1" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/cpefoto1-300x224.jpg" alt="" width="210" height="157" /></a> na programação do curso para essa segunda edição. Brepohl explica que apesar da estrutura do  curso permanecer a mesma, houve um sensível aprimoramento e ampliação do  conteúdo em relação ao ano anterior, devido à maior experiência e reflexão dos  professores, assim como a participação de novos profissionais. “Os ministrantes  tinham mais propriedade sobre o conteúdo que transmitiam e os temas estavam mais  adequados à realidade dos educadores”, diz.</p>
<p style="text-align: left;">A psicóloga Rebeca Kovalhuk  concorda com o coordenador. Na opinião dela, os temas abordados foram muito pertinentes ao trabalho  escolar e os professores demonstraram ter conhecimento sobre a teoria  psicanalítica educacional e também sobre a prática clínica/escola. “Vejo este curso  como uma ótima iniciativa, pois é difícil encontrar outras instituições que  proporcionem essa interlocução da psicanálise com a educação”, argumenta.</p>
<p style="text-align: left;">Para a psicóloga Priscyla  Makiolke, a forma como os ministrantes apresentaram os conteúdos superou as expectativas. “Eles conseguiram sintetizar conteúdos complexos, estavam comprometidos em  utilizar recursos diferentes, como filmes, e indicaram muitos livros. Às vezes,  essas são coisas que faltam em um curso”, comenta.</p>
<p style="text-align: left;">O coordenador ressalta que a participação ativa dos alunos nas aulas e debates foi um dos fatores que também contribuíram para o bom andamento das aulas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Curso  ficará na memória</strong></p>
<p style="text-align: left;">Para o Núcleo de Estudos de  Psicanálise e Educação, uma das marcas dessa segunda edição refere-se à participação da pedagoga Elise  Haquim como ministrante. “A participação de uma pedagoga possibilitou uma maior identificação dos participantes com aquilo que estava sendo ministrado”, comenta o coordenador.</p>
<p style="text-align: left;">Já para os alunos, essa marca diz  respeito às contribuições que a participação no curso trouxe para suas vidas. A pedagoga Bárbara  Bittencourt comenta que assistir às aulas possibilitou a ela ter um novo olhar sobre  as áreas profissional e pessoal. “O curso me ajudou bastante na minha  prática profissional, durante as aulas pude perceber no que eu poderia melhorar e  de que forma poderia contribuir dentro do meu trabalho”, complementa  Rebeca.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/cpefoto21.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-185" style="margin: 5px;" title="cpefoto2" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/cpefoto21-300x224.jpg" alt="" width="210" height="157" /></a>A  oceanógrafa Chayane Telles, que trabalha com educação ambiental, conta  que mesmo ficando um pouco perdida nas aulas (pelo fato de sua formação ser  em outra área) pôde aprender muito. “Cada uma das experiências que as  colegas de turma compartilhavam era um aprendizado. Tenho certeza de que cada uma  delas me ajudará muito no meu trabalho com as crianças especiais”, afirma.</p>
<p style="text-align: left;">O coordenador comenta que outro ponto  marcante foi a maior aproximação entre os ‘representantes’ da psicanálise e os da educação e  deixa o convite: “já estamos discutindo os preparativos para a próxima edição,  que queremos realizar no primeiro semestre do próximo ano”.</p>
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		<title>VI Curso de Educador Brinquedista deixa gostinho de &#8220;quero mais&#8221;</title>
		<link>http://serpia.org.br/vi-curso-de-educador-brinquedista-deixa-gostinho-de-quero-mais/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 17:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Neste ano, o encontro com o brincar aconteceu entre os dias 13 e 17 de julho, na Fundação Ecumênica de Proteção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O curso de  Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ em <a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2009/08/Na-Brinq-Ecumênica-P7160024.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-224" style="margin: 5px;" title="Na Brinq Ecumênica P7160024" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2009/08/Na-Brinq-Ecumênica-P7160024-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se  tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Neste ano, o  encontro com o brincar aconteceu entre os dias 13 e 17 de julho, na Fundação  Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe).</p>
<p>A cada ano, o  curso  vem se caracterizando por atrair diferentes públicos, por alcançar cidades cada  vez mais distantes e nessa sexta edição não foi diferente. Pedagogas,  psicólogas, estudantes, professores de educação física, advogados, vindos de várias  cidades – como Curitiba, Irati, Jaraguá do Sul, Pontal do Paraná, Castro, Londrina, Santo Antonio da Platina &#8211; participaram das aulas.</p>
<p><strong>Brincando e aprendendo</strong></p>
<p>Durante os  cinco dias de encontro, os 60 alunos, além de assistir às aulas, riram, fantasiaram, brincaram, enfim, voltaram a ser criança, mas sem deixar o aprendizado  de lado. Apesar do clima de descontração e entusiasmo que envolvia participantes e professores, o objetivo de trocar conhecimentos não foi esquecido num só instante. “Os professores são muito abertos para passar o conhecimento; a  gente troca experiências com eles e com os colegas, está sendo muito legal”,  contou a psicóloga Cleusa Irigonhe.</p>
<p>Para cada  aluno essa transferência teve um significado diferente. A auxiliar de classe  Leonides Veloso<strong> </strong>comentou que  participar do curso foi uma forma de aprimorar seus conhecimentos. “Eu  já atuo na área, mas o curso me trouxe novas idéias e novos métodos de  aproximação das crianças”, afirmou. Já o coordenador de lazer, Rafael Ramos, disse  que a descoberta do que é ser um educador brinquedista e das possibilidades  que o brincar oferece surpreenderam. “Eu nunca tive contato com o que é ser um educador brinquedista, não sabia que quem fazia a brinquedoteca era o brinquedista e não os brinquedos. Eu nasci de novo para o brincar”,  contou entusiasmado.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinq2008_2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-217  alignleft" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="brinq2008_2" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/brinq2008_2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2009/08/P7160057.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-226" style="margin: 5px;" title="P7160057" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2009/08/P7160057-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/Brinq-SERPIA-P7160046.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-218" style="margin: 5px;" title="Brinq SERPIA P7160046" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/06/Brinq-SERPIA-P7160046-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>No penúltimo dia de aula, alunos e professores já estavam com a sensação de que os dias tinham passado  rápido demais. “Estou vendo que está acabando, vai ficar aquele gostinho de  ‘quero mais’”, disse a pedagoga Sandra Weber. Mas todos eles, ao final do  curso, saíram com uma bagagem que vão carregar para sempre, como contou a  funcionária pública Cleide Steniski. “O curso fez com que eu vislumbrasse uma nova  direção para o meu trabalho. Estou me sentindo uma brinquedista; vou sair daqui  com uma riqueza bem grande e quero plantar essa semente”, afirmou.</p>
<p><strong>Dever cumprido</strong></p>
<p>A  coordenadora do curso, Ingrid Cadore, comentou, baseada na avaliação feita pelos alunos, que a sexta  edição do curso de educador brinquedista foi um sucesso. Segundo Ingrid, isso  se deve a experiência acumulada ao longo dos anos e ao empenho dos professores, monitores e da equipe SERPIÁ, que se dedicaram para que tudo acontecesse  da melhor forma possível.</p>
<p>Para a  coordenadora, o momento lúdico que marcou essa edição foi o último dia de aula, o “Dia da  Fantasia”. “Os alunos foram convidados a assistir às aulas caracterizados, as  monitoras se fantasiaram no capricho e até o Tarso Cadore (o presidente da SERPIÁ,  Hélio Cadore, interpretando o personagem) compareceu para brincar com a gente, fazendo com que todos dessem boas risadas”, lembrou.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">curso de  Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÀ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se  tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Neste ano, o  encontro com o brincar aconteceu entre os dias 13 e 17 de julho, na Fundação  Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">A cada ano, o  curso  vem se caracterizando por atrair diferentes públicos, por alcançar cidades cada  vez mais distantes e nessa sexta edição não foi diferente. Pedagogas,  psicólogas, estudantes, professores de educação física, advogados, vindos de várias  cidades – como Curitiba, Irati, Jaraguá do Sul, Pontal do Paraná, Castro, Londrina, Santo Antonio da Platina &#8211; participaram das aulas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-weight: bold;">Brincando e aprendendo</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">Durante os  cinco dias de encontro, os 60 alunos, além de assistir às aulas, riram, fantasiaram, brincaram, enfim, voltaram a ser criança, mas sem deixar o aprendizado  de lado. Apesar do clima de descontração e entusiasmo que envolvia participantes e professores, o objetivo de trocar conhecimentos não foi esquecido num só instante. “Os professores são muito abertos para passar o conhecimento; a  gente troca experiências com eles e com os colegas, está sendo muito legal”,  contou a psicóloga Cleusa Irigonhe.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">Para cada  aluno essa transferência teve um significado diferente. A auxiliar de classe  Leonides Veloso<strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Tahoma;"> </span></strong>comentou que  participar do curso foi uma forma de aprimorar seus conhecimentos. “Eu  já atuo na área, mas o curso me trouxe novas idéias e novos métodos de  aproximação das crianças”, afirmou. Já o coordenador de lazer, Rafael Ramos, disse  que a descoberta do que é ser um educador brinquedista e das possibilidades  que o brincar oferece surpreenderam. “Eu nunca tive contato com o que é ser um educador brinquedista, não sabia que quem fazia a brinquedoteca era o brinquedista e não os brinquedos. Eu nasci de novo para o brincar”,  contou entusiasmado.<span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><img style="width: 179px; height: 135px;" src="http://www.serpia.org.br/fotos/Brinq%20SERPIA%20P7160046.JPG" alt="" hspace="1" /> <img style="width: 179px; height: 135px;" src="http://www.serpia.org.br/fotos/P7160057.JPG" alt="" hspace="1" /><img style="width: 179px; height: 135px;" src="http://www.serpia.org.br/fotos/Resgate%20do%20BrincarDSC00323.JPG" alt="" hspace="1" /></p>
<p>No penúltimo dia de aula, alunos e professores já estavam com a sensação de que os dias tinham passado  rápido demais. “Estou vendo que está acabando, vai ficar aquele gostinho de  ‘quero mais’”, disse a pedagoga Sandra Weber. Mas todos eles, ao final do  curso, saíram com uma bagagem que vão carregar para sempre, como contou a  funcionária pública Cleide Steniski. “O curso fez com que eu vislumbrasse uma nova  direção para o meu trabalho. Estou me sentindo uma brinquedista; vou sair daqui  com uma riqueza bem grande e quero plantar essa semente”, afirmou.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-weight: bold;">Dever cumprido</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">A  coordenadora do curso, Ingrid Cadore, comentou, baseada na avaliação feita pelos alunos, que a sexta  edição do curso de educador brinquedista foi um sucesso. Segundo Ingrid, isso  se deve a experiência acumulada ao longo dos anos e ao empenho dos professores, monitores e da equipe SERPIÁ, que se dedicaram para que tudo acontecesse  da melhor forma possível.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">Para a  coordenadora, o momento lúdico que marcou essa edição foi o último dia de aula, o “Dia da  Fantasia”. “Os alunos foram convidados a assistir às aulas caracterizados, as  monitoras se fantasiaram no capricho e até o Tarso Cadore (o presidente da SERPIÁ,  Hélio Cadore, interpretando o personagem) compareceu para brincar com a gente, fazendo com que todos dessem boas risadas”, lembrou.</p>
<p><img style="width: 219px; height: 164px;" src="http://www.serpia.org.br/fotos/Dia%20da%20Fantasia%20DSC08522.JPG" alt="" hspace="1" /> <img style="width: 219px; height: 164px;" src="http://www.serpia.org.br/fotos/Parceria%20entre%20ABBri,%20SERPIA%20e%20Ecumenica%20P1010059.JPG" alt="" hspace="1" /></p>
</div>
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