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Irene Piconi Prestes é formada em psicologia pela UTP, tem especialização em Antropologia Cultural e mestrado em Educação pela UFPR. Atua no Núcleo de Psicanálise e Educação da SERPIÁ, no projeto de Inclusão Escolar, desde 2006. Além disso, é docente e pesquisadora da UTP. Nessa mini-entrevista, fala um pouco do significado do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade”, que irá ocorrer de 29 de setembro a 28 de outubro, para a SERPIÁ. A psicóloga será palestrante da aula “A transmissão do saber aos novos jovens”.

O que significa para a SERPIÁ este curso ?

A SERPIÁ, desde sua fundação, está compondo uma rede de apoio à inclusão escolar e social, com intervenções clínica e apoio aos educadores. Em 2008, amplia esta atuação numa parceria com a Fundação de Ação Social de Curitiba, no Projeto “Programa de inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e/ou problemas em seu desenvolvimento integral”. O intuito do projeto é oferecer um espaço de trabalho interdisciplinar às aflições que os educadores se colocam diante dos alunos com necessidades educativas especiais, ou ainda, dos que correm risco de discriminação, segregação ou mesmo banimento da escola. Assim, o curso é um ponto culminante desta ação, pois é o encontro dos interessados na inclusão escolar e social, professores e técnicos da equipe pedagógica, para re-elaborarem seu conhecimento e apropriarem-se de competências a fim de inovar suas práticas educativas inclusivas.

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Curso “O Trabalho da Inclusão Escolar” começa em setembro

Programação do curso  “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade”

Educação Inclusiva

Entre ler e escrever: o sujeito em questão

Por Andressa Mattos*

A realização de uma educação inclusiva no contexto atual não é tarefa fácil. A inclusão escolar é um campo que se encontra marcado por imperativos que precisam ser analisados a partir de vários eixos. Um deles refere-se à própria relação que se funda entre a escola e a demanda de inclusão que opera desde o social. Não menos desprovida de dificuldades é a tarefa de um Estado que intenta organizar uma política pública, no empenho de garantia do acesso a todos os seus cidadãos àquilo que lhes cabe por direito.

A educação inclusiva fundamenta-se na concepção de diferenças, algo da ordem da singularidade dos sujeitos, supõe que as diferenças sejam parte de seus estatutos. Como não torná-la, a cada passo, um novo instrumento de classificação, seleção, reduzindo os sujeitos a marcas mais ou menos identitárias de uma síndrome, deficiência ou doença mental?

Pensar as necessidades educacionais de uma criança envolve considerá-la desde um lugar estrutural, que não se restringe ao campo das deficiências, ou dos sintomas que venha a apresentar. Se a criança for vista pelo professor, primordialmente, como sendo alguém que é portadora de desejos, de uma história, os caminhos para a aprendizagem estarão incluindo o que é fundante no ser humano: a palavra.

Não se trata apenas de anunciar a ordem “escola para todos”, mas sim que estes “todos” possam ser registrados em sua singularidade, enquanto sujeitos. As vias que cada um vai colocar em jogo para atravessar o campo da aprendizagem serão marcadas por traços subjetivos. Diante de um mesmo trabalho a ser realizado, todas as crianças colocam em jogo o que há de mais singular em sua constituição: seu desejo, remetido ao desejo do Outro.

Frente a este desafio, como pensar o trabalho do professor tendo em vista a singularidade dos sujeitos? É neste sentido que as contribuições da Psicanálise na interlocução com a Educação entram em jogo. Alguns aspectos destas contribuições serão considerados na aula: O trabalho do professor e o olhar para a singularidade.

* É pedagoga pela UFPR e mestranda do programa de Pós Graduação em Educação da UFPR – desenvolvendo projeto de pesquisa sobre o tema “Inclusão escolar de crianças autistas e psicóticas”. Na SERPIÁ , atua como pedagoga e faz parte do Núcleo de Psicanálise e Educação. Andressa estará presente no curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Subjetividade”, que ocorrerá entre setembro e outubro,  ministrando a aula “O trabalho do Professor e o olhar para a singularidade”.

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Programação do curso  “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade”

Irene Prestes responde: O que significa para a SERPIÁ o curso “O trabalho da Inclusão Escolar”?

Entre ler e escrever: o sujeito em questão

Programação

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1º Módulo – Estruturação Psíquica

29.09 (4ªF) -  Verônica Fleith  “Contribuições da Psicanálise aos educadores: como se constitui um sujeito para a Psicanálise”

30.09 (5ªF) – Verônica Fleith  “Apresentação de Caso Clínico” / Camila A. Gonçalves “Diagnósticos: melhor não tê-los?”

04.10 (2ªF) – Cassiana Atem “ Das estruturas psíquicas”

2º Módulo – Transferência e Linguagem

06.10 (4ªF) – Daniel D. Brepohl  “O aluno enquanto sintoma da relação com a educação”

07.10 (5ªF) – Danielle Guerra  “Entre ler e escrever: o sujeito em questão”

13.10 (4ªF) – Irene C. Piconi  Prestes “ A transmissão do saber aos novos jovens”

3º Módulo – Representação e Contexto Social

14.10 (5ªF) – Elise Haquim “Infância e Adolescência”

18.10 (2ªF) – Daniel D. Brepohl “Considerações sobre o estranho”

20.10 (4ªF) – Elise Haquim  “O que a sociedade quer, o que a escola pode?”

4º Módulo

21.10 (5ªF) – Verônica  Fleith   “ Agressividade como manifestação da tensão interna e coletiva”

25.10 (2ªF) –Isis Alencar – “O brincar como recurso de inclusão escolar”

27.10 (4ªF) – Andressa  Mattos – “O trabalho do professor e o olhar para a singularidade”

Escritos e Avaliações

28.10 (5ªF) – Integrantes do “Núcleo de Psicanálise e Educação”: apresentação de textos* e avaliação do curso.

*Será considerada 1 (uma) hora não presencial para a elaboração dos textos pelo
s participantes

Investimento

Educadores de escolas participantes do Projeto de Inclusão

Doação de brinquedo à SERPIÁ, conforme lista na secretaria.

Estudantes

Até 20/09: à vista R$220,00 ou 4 x R$65,00

Após 20/09: à vista R$260,00 ou 4 x R$75,00

Profissionais

Até 20/09: à vista R$260,00 ou 4 x R$75,00

Após 20/09: à vista R$300,00 ou 4 x R$85,00

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Educação Inclusiva

Entre ler e escrever: o sujeito em questão

O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade é o título do curso a ser realizado de 29 de setembro a 28 de outubro pela Associação SERPIÁ. Um dos ideais deste evento é a articulação de conceitos da psicanálise à vivência educativa, beneficiando a relação entre alunos e professores. Outro ponto a ser discutido são os impasses, desafios e a interdisciplinaridade na prática dessa inclusão. Além disso, o curso objetiva a reflexão quanto às relações sociais e como estas influenciam os sintomas do estudante.

“Buscamos oferecer um espaço de transmissão de um saber construído a partir de uma experiência de trabalho conjunto, realizado através de parcerias entre clínicos e educadores, que busca encontrar estratégias para a efetivação de inclusões escolares”, conta Daniel Brepohl, psicólogo e um dos coordenadores do curso. A idéia é que os profissionais possam trocar suas experiências e pensamentos a fim de que sejam postos em prática nas escolas.

Levando-se em conta a experiência da prática clínica e os obstáculos com os quais se convive, “se aposta numa abordagem que tenha como referência central a valorização dos aspectos subjetivos das pessoas envolvidas no processo, tomando a tarefa pela reflexão sobra cada caso em sua singularidade” – completa Daniel.

O psicólogo acredita que o evento, que terá 40 horas de carga horária, não é direcionado apenas a profissionais da educação, “mas sim a todos (clínicos, educadores, estudantes etc.) que se interessam pela discussão acerca da inclusão escolar”. Para profissionais de escolas participantes do Projeto de Inclusão, o custo é a doação de um brinquedo, conforme lista na secretaria, saiba através do telefone 3015-2045. O preço é diferenciado para estudantes e profissionais, com desconto para ambos se pagarem antes de 20 de setembro. As inscrições estão abertas, clique aqui para fazer a sua. Confira também a programação completa do curso.

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Educação Inclusiva

Entre ler e escrever: o sujeito em questão

Turma do Curso de Formação de Brinquedistas SESI/Pr

O Curso de Formação de Brinquedistas SESI/PR, encerrado em 26 de julho, foi o primeiro da parceria entre a Associação SERPIÁ e o SESI. Esse curso inicial teve cinco dias de duração e uma platéia de 50 professoras da educação infantil do SESI. Segundo Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação infantil do SESI, a idéia de chamar a SERPIÁ para realizar esse curso surgiu a partir do Curso de Educador Brinquedista de janeiro desse ano, realizado na sede SESI do Portão, o qual Isabel teve a oportunidade de conhecer. “Fui lá visitar, conhecer um pouquinho e gostei muito da proposta” – explica ela.

Para Isabel, havia a necessidade de se fazer uma capacitação desses profissionais, de forma que as brinquedotecas do SESI sejam implementadas. Segundo ela, o brincar é um eixo de trabalho que faz parte da proposta pedagógica da entidade e o curso “agrega e muito com suas sugestões de atividades, mostrando o livre brincar, o brinquedo e o brincar mais direcionados, além do brinquedista no papel de mediador”.

O conteúdo difere um pouco do curso sediado na FEPE, o VIII Curso de Educador Brinquedista, visto que foi voltado apenas a professores de educação infantil contratados do SESI. Dessa forma, essa edição incluiu temas mais específicos como a aula “A Brinquedoteca nas Unidades de Educação Infantil do SESI Pr”, ministrada pela coordenadora do curso Ingrid Cadore.

Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, atribui o sucesso dos cursos realizados pela Associação à qualidade dos eventos, como o de VIII Formação de Educador Brinquedista – em que 96% dos alunos disserem estar satisfeitos ou muito satisfeitos – e o curso para educadores do SESI, cuja avaliação também foi excelente. Outro fator para tal sucesso são “as parcerias significativas como a Fundação Educativa, o HPP e o SESI na realização desses cursos ou como o SESC da Esquina, para a realização da III jornada da Adolescência, que acontecerá em 17 e 18 de setembro” – comenta Hélio.

Foto da turma de julho de 2010: 35 novos educadores brinquedistas são formados

Foi entre 19 e 23 de julho que ocorreu o VIII Curso de Educador Brinquedista. Essa oitava edição foi sediada na FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção aos Excepcionais – e realizada pela SERPIÁ junto à ABBri, Associação Brasileira de Brinquedotecas. O curso contou com 35 inscritos e com a participação de palestrantes como Andrea Fedeger, Fernanda Gorosito e Tereza Mirian.

O curso de 40 horas, que é único aqui em Curitiba e um dos poucos no país, tem a intenção de levar os alunos a conhecerem um pouco mais sobre as brinquedotecas – esses espaços lúdicos e terapêuticos. De acordo com Andrea Fedeger – professora da UFPR de Terapia Ocupacional e responsável pelos módulos “Brinquedoteca na Proteção Social” e “Equipe da Brinquedoteca” – o educador brinquedista pode atuar em hospitais, escolas, ONGs e prefeituras, ainda que não seja uma profissão regulamentada. “É uma pessoa com formação para, um aprimoramento, uma forma de olhar o brincar dentro de um espaço especial” – comenta Andrea.

Teoria e prática do início ao fim

Turma em visita ao Hospital Pequeno Príncipe

No evento, houve aulas que demonstraram a importância do brincar tanto de forma teórica quanto prática. Alice Momm, aluna do curso, pensa que essa formação ambivalente “foi fundamental para que a gente descobrisse o brinquedista que tem dentro de cada um”. O grupo se dividiu para fazer visitas técnicas, que incluíram a brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, da SERPIÁ e do Anjo da Guarda. Alice acredita que as visitas foram essenciais “porque não é só sentar e ter todas essa carga de experiência compartilhada, mas é você ir lá observar e praticar”, conta.

Uma das aulas mais comentadas foi a aula da professora Tereza Mirian, bióloga e educadora brinquedista, que teve como conteúdo a ecoludicidade. De acordo com Tereza, a aula tem a intenção de abrir os olhos dos alunos para a “possibilidade de se ter um material pedagógico de lazer ou terapia sem custos”. Na aula, os alunos tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre reutilização, reciclagem e redução dos recursos dentro de uma brinquedoteca na prática: confeccionando jogos e brinquedos com sucatas. Segundo a bióloga, um dos pontos fortes do curso foi o interesse da alunas, que “foram fantásticas, muito interessadas em aprender e participar, jogar e também confeccionar”, revela Tereza.

Fernanda Gorosito, psicóloga clínica e professora do curso desde a primeira edição, foi uma das palestrantes do último dia com sua aula prática “Brincar e cantar: é só começar”, na qual se divertiu ensinando suas brincadeiras aos adultos. “Brincar de verdade aqui faz com que eles se sintam mais confiantes e trabalhar isso com as crianças pode ser super significativo”, conta a psicóloga. Fernanda falou um pouco sobre as cantigas antigas e folclóricas e também deu dicas sobre as novidades no universo musical infantil. Além disso, os alunos dançaram e cantaram músicas que servem tanto para divertir quanto para auxiliarem na socialização e desenvolvimento mental das crianças.

Aluna do curso, Maria Clarice Bauer, acredita que “você se identifica com o que vem buscar”. Para ela, que tinha muitas dúvidas sobre a brinquedoteca hospitalar, a palestra de Patrícia Bertolini, psicóloga e coordenadora da brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, foi bastante ilustrativa. “Tanto o material e as experiências que ela trouxe quanto a apresentação dela foram muito ricos”.

“O nosso curso vem se caracterizando pela discussão das especificidades da brinquedoteca no contexto da escola, da escola de educação especial, da clínica interdisciplinar e dos hospitais”, afirma Ingrid Cadore, que além de assistente social e palestrante, é uma das coordenadoras do curso. Segundo Ingrid, outros assuntos que seguem a linha de interdisciplinaridade, abordados nessa edição, foram a brinquedoteca em comunidades de risco social e a brinquedoteca com proposta de defesa do meio ambiente, a ecobrinquedoteca.

Aprender a brincar

Para Fernanda Gorosito, a brincadeira é a forma de se aproximar de uma criança, de se criar um vínculo e, assim, poder ajudá-la. “Brincando com ela, você a está respeitando e isso vai fazer com que ela se respeite também. Brincando você está ouvindo ela e, assim, ela te ouve” – reflete.

Ingrid Cadore comenta que a essência do curso “é a reflexão sobre a importância que o brincar espontâneo tem para a criança e a brinquedoteca como alternativa de acolher as necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade na sociedade atual”. E por isso o curso, que teve um índice de 96% de pessoas satisfeitas ou muito satisfeitas, investe tanto na fundamentação teórica, no repertório lúdico diversificado e no verdadeiro mergulho na infância do educador brinquedista – na história de seu brincar. “Esse investimento potencializa uma disponibilidade interior para suscitar, acolher, mediar e organizar os brincares expressados na brinquedoteca, possibilitando um novo olhar sobre a importância disso para cada um, em particular”, analisa a coordenadora.

Assista

Vídeo de encerramento do VIII Curso de Educador Brinquedista

17/09/10 (6ª.-feira):

08:00 Credenciamento
08:30Abertura

  1. Maria Augusta de Mendonça Guimarães – Coordenadora Geral da Associação Serpiá.
  2. Hélio Cadore – Presidente da Associação Serpiá.
  3. Adalberto Carneiro – Gerente Executivo do SESC da Esquina.

09:00Conferência: José Outeiral
10:30Intervalo
11:00Mesa redonda: Interdisciplinaridade no Trabalho com Adolescentes

  1. Construções e Fazeres: uma experiência da Terapia Ocupacional na clinica interdisciplinar
      Marina Siqueira Campos – Terapeuta Ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital Nossa Senhora da Luz, educadora brinquedista, técnica em artes cênicas pela Escola Técnica da UFPR.
  2. O Adolescente na Brinquedoteca.
      Ísis Romankiu de Alencar – Graduanda em Pedagogia, educadora brinquedista e responsável pela Brinquedoteca da Associação Serpiá.
  3. Clinica e Tratamento – é possivel com a Psicanálise?
      Maria Aparecida de Luna Pedrosa – Psicóloga, praticante da Psicanálise, mestre em Psicologia Clínica, membro da Associação Brasileira de Foruns do Campo Lacaniano e da Internacional Foruns Campo Lacaniano (Paris), coordenadora de Pesquisa e Transmissão da Associação Serpiá.
  4. Debatedora: Regina Célia Titotto Castanharo – Terapeuta Ocupacional, professora do curso de Terapia Ocupacional da UFPR e Conselheira da Associação Serpiá.

12:30 Almoço
14:00Mesa Redonda: Quando a família é um risco para o adolescente?

  1. Aspectos Jurídicos do Processo de Abrigamento
      Lídia Munhoz Mattos Guedes – Juíza da 1ª. Vara da Infância e Juventude.
  2. Adoção na Adolescência
      Marília Vieira Frederico – Promotora de Justiça da 2ª. Vara da Infância e Juventude.
  3. Sobre Nome de Família
      Suely Poitevin – Psicanalista, coordenadora do Núcleo de Estudos de Família da Associação Serpiá.
  4. Debatedora: Marcia Frassão. Psicóloga, mestre em Psicologia pela UFSC, professora do curso de Psicologia da UFPR.

16:00Intervalo
16:30Conferência: José Outeiral

18/09/10 (sábado):

08:00Mesa redonda: Intervenções na Adolescência

  1. O Espaço da Criação na Clínica com Adolescentes Toxicômanos.
      Márcia Regina Motta. Terapeuta ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital San Julian.
  2. Adolescência e Grupo
      Shirley Rialto Sesarino. Psicanalista, professora na PUC-PR, mestre em História pela UFPR.
  3. Programa Atitude – uma experiência com adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
      Clarissa Matos. Psicóloga do Programa Atitude – Secretaria de Estado da Criança e Juventude.
  4. Debatedora: Cassiana Atem. Psicóloga, coordenadora clínica da Associação Serpiá.

10:00Intervalo
10:30Mesa Redonda: Adolescência Vulnerável

  1. Os Rituais na Adolescência – articulações com as tentativas de suicídio.
      Célio Luiz Pinheiro. Psicanalista, mestre em Antropologia Social pela UFPR.
  2. Adolescência e Ficção: uma fenda no tempo.
      Angela M.S. Valore. Psicanalista. Analista-Membro da Association Lacanienne International. Analista-Membro, Membro fundador e presidente da LETRA-Associação de Psicanálise. Professora na UTP e PUC-PR.
  3. O Adolescente em Conflito com a Lei: apontamentos, impasses e direções.
      Lílian Mara Gheno. Psicóloga da Delegacia do Adolescente.
  4. Debatedora: Juratriz Salete Ribas. Psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Curitiba, psicóloga da escola de música DACAPO. Mestre em Ciências da Educação, especialista em saúde mental, psicóloga do CAPSad.

12:30 – Almoço
14:00Mesa Redonda: Possibilidades de Inclusão

  1. A Escola e a Inclusão na Adolescência
      Elise Haquim. Pedagoga, especialista em Educação Especial e Inclusiva, participante do Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação da Associação Serpiá.
  2. O Esporte como Possibilidade de Inclusão ao Adolescente
      Alceu Natal Neto. Membro fundador e primeiro presidente da ONG Futebol de Rua.
  3. O Jovem e a Arte: uma proposta de trabalho em ambiente não formal
      Rudinei Nicola. Educador, coordenador de projetos com juventude do IDDEHA (Instituto de Defesa dos Direitos Humanos).
  4. Debatedor: Danielle Guerra. Fonoaudióloga, especialista em Linguagem Clínica e Escolar, coordenadora do Portal da Inclusão, coordenadora do Projeto de Inclusão Escolar da Associação Serpiá.

16:00 – Intervalo
16:30 – Conferência: José Outeiral
18:00 – Encerramento

Clique para ampliar:

O núcleo tem o objetivo de debater temas que envolvam a interface psicanálise e educação. Participam do grupo profissionais – terapeutas e educadores – que desejam discutir questões clínicas e aspectos importantes na direção do processo educacional de crianças e adolescentes com alguma dificuldade em seu percurso escolar.

O núcleo também recebe as escolas cujos alunos participam das atividades da SERPIÁ para o diálogo interdisciplinar, sempre enriquecedor da prática de cada um.

Participantes:
Andressa Mattos

Cláudia Rietter

Camila S. G. Acosta Gonçalves

Cassiana Atem

Cristina Sarturi

Daniel Dias Brepohl

Danielle Guerra

Giane Edimara Broch

Elise Haquim Camargo Santos

Ingrid Cadore

Irene Piconi Prestes

Ísis Romankiu de Alencar

Responsável pelo núcleo: Verônica Fleith

Você sabia que todas as unidades de saúde que atendem crianças em regime de internação devem manter uma instalação de brinquedoteca em suas dependências? É o que diz a Lei nº 11.104, sancionada pelo Congresso Federal em março de 2005. Desde 2004 a SERPIÁ organiza o Curso de Educadores Brinquedistas, em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas. Confira como foram as últimas edições:

Abril 2010

O Curso de Educador brinquedista Hospitalar, voltado a profissionais tanto da área da saúde, quanto a profissionais da psicologia e da pedagogia, foi idealizado há dois anos pela SERPIÁ e pelo Hospital Pequeno Príncipe e teve sua primeira edição entre 28 de abril e 1° de maio no auditório do HPP. A união surgiu graças à semelhança de valores das entidades. Leia mais…

Janeiro 2010

O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas , promovido pela SERPIÁ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro.  Leia mais…

Julho 2009

O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÀ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Leia mais…

Julho 2008

Mais do que uma formação adicional à formação acadêmica, o V curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ de 21 a 25 de julho na escola Anjo da Guarda, contribuiu também para a formação pessoal de quem participou. Leia mais…

Julho 2007

O curso deste ano, realizado no Colégio Anjo da Guarda pela Associação Serpiá em pareceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas, foi um verdadeiro sucesso. Por durante 40 horas, do dia 16 ao dia 20 de julho, 66 pessoas aprenderam, praticaram e relembraram. Leia mais…

Julho 2006

Nos dias 17 a 21 de julho de 2006 aconteceu em Curitiba o III Curso de Educador brinquedista e organização de brinquedoteca organizado pela Associação Serpiá em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedoteca. O curso contou com a presença da prof. Nylse. Leia mais…