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Por Andressa Mattos

A realização de uma educação inclusiva no contexto atual não é tarefa fácil. A inclusão escolar é um campo que se encontra marcado por imperativos que precisam ser analisados a partir de vários eixos. Um deles refere-se à própria relação que se funda entre a escola e a demanda de inclusão que opera desde o social. Não menos desprovida de dificuldades é a tarefa de um Estado que intenta organizar uma política pública, no empenho de garantia do acesso a todos os seus cidadãos àquilo que lhes cabe por direito.

A educação inclusiva fundamenta-se na concepção de diferenças, algo da ordem da singularidade dos sujeitos, supõe que as diferenças sejam parte de seus estatutos. Como não torná-la, a cada passo, um novo instrumento de classificação, seleção, reduzindo os sujeitos a marcas mais ou menos identitárias de uma síndrome, deficiência ou doença mental?

Pensar as necessidades educacionais de uma criança envolve considerá-la desde um lugar estrutural, que não se restringe ao campo das deficiências, ou dos sintomas que venha a apresentar. Se a criança for vista pelo professor, primordialmente, como sendo alguém que é portadora de desejos, de uma história, os caminhos para a aprendizagem estarão incluindo o que é fundante no ser humano: a palavra.

Não se trata apenas de anunciar a ordem “escola para todos”, mas sim que estes “todos” possam ser registrados em sua singularidade, enquanto sujeitos. As vias que cada um vai colocar em jogo para atravessar o campo da aprendizagem serão marcadas por traços subjetivos. Diante de um mesmo trabalho a ser realizado, todas as crianças colocam em jogo o que há de mais singular em sua constituição: seu desejo, remetido ao desejo do Outro.

Frente a este desafio, como pensar o trabalho do professor tendo em vista a singularidade dos sujeitos? É neste sentido que as contribuições da Psicanálise na interlocução com a Educação entram em jogo. Alguns aspectos destas contribuições serão considerados na aula: O trabalho do professor e o olhar para a singularidade.

Turma do Curso de Formação de Brinquedistas SESI/Pr

O Curso de Formação de Brinquedistas SESI/PR, encerrado em 26 de julho, foi o primeiro da parceria entre a Associação SERPIÁ e o SESI. Esse curso inicial teve cinco dias de duração e uma platéia de 50 professoras da educação infantil do SESI. Segundo Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação infantil do SESI, a idéia de chamar a SERPIÁ para realizar esse curso surgiu a partir do Curso de Educador Brinquedista de janeiro desse ano, realizado na sede SESI do Portão, o qual Isabel teve a oportunidade de conhecer. “Fui lá visitar, conhecer um pouquinho e gostei muito da proposta” – explica ela.

Para Isabel, havia a necessidade de se fazer uma capacitação desses profissionais, de forma que as brinquedotecas do SESI sejam implementadas. Segundo ela, o brincar é um eixo de trabalho que faz parte da proposta pedagógica da entidade e o curso “agrega e muito com suas sugestões de atividades, mostrando o livre brincar, o brinquedo e o brincar mais direcionados, além do brinquedista no papel de mediador”.

O conteúdo difere um pouco do curso sediado na FEPE, o VIII Curso de Educador Brinquedista, visto que foi voltado apenas a professores de educação infantil contratados do SESI. Dessa forma, essa edição incluiu temas mais específicos como a aula “A Brinquedoteca nas Unidades de Educação Infantil do SESI Pr”, ministrada pela coordenadora do curso Ingrid Cadore.

Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, atribui o sucesso dos cursos realizados pela Associação à qualidade dos eventos, como o de VIII Formação de Educador Brinquedista – em que 96% dos alunos disserem estar satisfeitos ou muito satisfeitos – e o curso para educadores do SESI, cuja avaliação também foi excelente. Outro fator para tal sucesso são “as parcerias significativas como a Fundação Educativa, o HPP e o SESI na realização desses cursos ou como o SESC da Esquina, para a realização da III jornada da Adolescência, que acontecerá em 17 e 18 de setembro” – comenta Hélio.

Foto da turma de julho de 2010: 35 novos educadores brinquedistas são formados

Foi entre 19 e 23 de julho que ocorreu o VIII Curso de Educador Brinquedista. Essa oitava edição foi sediada na FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção aos Excepcionais – e realizada pela SERPIÁ junto à ABBri, Associação Brasileira de Brinquedotecas. O curso contou com 35 inscritos e com a participação de palestrantes como Andrea Fedeger, Fernanda Gorosito e Tereza Mirian.

O curso de 40 horas, que é único aqui em Curitiba e um dos poucos no país, tem a intenção de levar os alunos a conhecerem um pouco mais sobre as brinquedotecas – esses espaços lúdicos e terapêuticos. De acordo com Andrea Fedeger – professora da UFPR de Terapia Ocupacional e responsável pelos módulos “Brinquedoteca na Proteção Social” e “Equipe da Brinquedoteca” – o educador brinquedista pode atuar em hospitais, escolas, ONGs e prefeituras, ainda que não seja uma profissão regulamentada. “É uma pessoa com formação para, um aprimoramento, uma forma de olhar o brincar dentro de um espaço especial” – comenta Andrea.

Teoria e prática do início ao fim

Turma em visita ao Hospital Pequeno Príncipe

No evento, houve aulas que demonstraram a importância do brincar tanto de forma teórica quanto prática. Alice Momm, aluna do curso, pensa que essa formação ambivalente “foi fundamental para que a gente descobrisse o brinquedista que tem dentro de cada um”. O grupo se dividiu para fazer visitas técnicas, que incluíram a brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, da SERPIÁ e do Anjo da Guarda. Alice acredita que as visitas foram essenciais “porque não é só sentar e ter todas essa carga de experiência compartilhada, mas é você ir lá observar e praticar”, conta.

Uma das aulas mais comentadas foi a aula da professora Tereza Mirian, bióloga e educadora brinquedista, que teve como conteúdo a ecoludicidade. De acordo com Tereza, a aula tem a intenção de abrir os olhos dos alunos para a “possibilidade de se ter um material pedagógico de lazer ou terapia sem custos”. Na aula, os alunos tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre reutilização, reciclagem e redução dos recursos dentro de uma brinquedoteca na prática: confeccionando jogos e brinquedos com sucatas. Segundo a bióloga, um dos pontos fortes do curso foi o interesse da alunas, que “foram fantásticas, muito interessadas em aprender e participar, jogar e também confeccionar”, revela Tereza.

Fernanda Gorosito, psicóloga clínica e professora do curso desde a primeira edição, foi uma das palestrantes do último dia com sua aula prática “Brincar e cantar: é só começar”, na qual se divertiu ensinando suas brincadeiras aos adultos. “Brincar de verdade aqui faz com que eles se sintam mais confiantes e trabalhar isso com as crianças pode ser super significativo”, conta a psicóloga. Fernanda falou um pouco sobre as cantigas antigas e folclóricas e também deu dicas sobre as novidades no universo musical infantil. Além disso, os alunos dançaram e cantaram músicas que servem tanto para divertir quanto para auxiliarem na socialização e desenvolvimento mental das crianças.

Aluna do curso, Maria Clarice Bauer, acredita que “você se identifica com o que vem buscar”. Para ela, que tinha muitas dúvidas sobre a brinquedoteca hospitalar, a palestra de Patrícia Bertolini, psicóloga e coordenadora da brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, foi bastante ilustrativa. “Tanto o material e as experiências que ela trouxe quanto a apresentação dela foram muito ricos”.

“O nosso curso vem se caracterizando pela discussão das especificidades da brinquedoteca no contexto da escola, da escola de educação especial, da clínica interdisciplinar e dos hospitais”, afirma Ingrid Cadore, que além de assistente social e palestrante, é uma das coordenadoras do curso. Segundo Ingrid, outros assuntos que seguem a linha de interdisciplinaridade, abordados nessa edição, foram a brinquedoteca em comunidades de risco social e a brinquedoteca com proposta de defesa do meio ambiente, a ecobrinquedoteca.

Aprender a brincar

Para Fernanda Gorosito, a brincadeira é a forma de se aproximar de uma criança, de se criar um vínculo e, assim, poder ajudá-la. “Brincando com ela, você a está respeitando e isso vai fazer com que ela se respeite também. Brincando você está ouvindo ela e, assim, ela te ouve” – reflete.

Ingrid Cadore comenta que a essência do curso “é a reflexão sobre a importância que o brincar espontâneo tem para a criança e a brinquedoteca como alternativa de acolher as necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade na sociedade atual”. E por isso o curso, que teve um índice de 96% de pessoas satisfeitas ou muito satisfeitas, investe tanto na fundamentação teórica, no repertório lúdico diversificado e no verdadeiro mergulho na infância do educador brinquedista – na história de seu brincar. “Esse investimento potencializa uma disponibilidade interior para suscitar, acolher, mediar e organizar os brincares expressados na brinquedoteca, possibilitando um novo olhar sobre a importância disso para cada um, em particular”, analisa a coordenadora.

Assista

Vídeo de encerramento do VIII Curso de Educador Brinquedista

17/09/10 (6ª.-feira):

08:00 Credenciamento
08:30Abertura

  1. Maria Augusta de Mendonça Guimarães – Coordenadora Geral da Associação Serpiá.
  2. Hélio Cadore – Presidente da Associação Serpiá.
  3. Adalberto Carneiro – Gerente Executivo do SESC da Esquina.

09:00Conferência: José Outeiral
10:30Intervalo
11:00Mesa redonda: Interdisciplinaridade no Trabalho com Adolescentes

  1. Construções e Fazeres: uma experiência da Terapia Ocupacional na clinica interdisciplinar
      Marina Siqueira Campos – Terapeuta Ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital Nossa Senhora da Luz, educadora brinquedista, técnica em artes cênicas pela Escola Técnica da UFPR.
  2. O Adolescente na Brinquedoteca.
      Ísis Romankiu de Alencar – Graduanda em Pedagogia, educadora brinquedista e responsável pela Brinquedoteca da Associação Serpiá.
  3. Clinica e Tratamento – é possivel com a Psicanálise?
      Maria Aparecida de Luna Pedrosa – Psicóloga, praticante da Psicanálise, mestre em Psicologia Clínica, membro da Associação Brasileira de Foruns do Campo Lacaniano e da Internacional Foruns Campo Lacaniano (Paris), coordenadora de Pesquisa e Transmissão da Associação Serpiá.
  4. Debatedora: Regina Célia Titotto Castanharo – Terapeuta Ocupacional, professora do curso de Terapia Ocupacional da UFPR e Conselheira da Associação Serpiá.

12:30 Almoço
14:00Mesa Redonda: Quando a família é um risco para o adolescente?

  1. Aspectos Jurídicos do Processo de Abrigamento
      Lídia Munhoz Mattos Guedes – Juíza da 1ª. Vara da Infância e Juventude.
  2. Adoção na Adolescência
      Marília Vieira Frederico – Promotora de Justiça da 2ª. Vara da Infância e Juventude.
  3. Sobre Nome de Família
      Suely Poitevin – Psicanalista, coordenadora do Núcleo de Estudos de Família da Associação Serpiá.
  4. Debatedora: Marcia Frassão. Psicóloga, mestre em Psicologia pela UFSC, professora do curso de Psicologia da UFPR.

16:00Intervalo
16:30Conferência: José Outeiral

18/09/10 (sábado):

08:00Mesa redonda: Intervenções na Adolescência

  1. O Espaço da Criação na Clínica com Adolescentes Toxicômanos.
      Márcia Regina Motta. Terapeuta ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital San Julian.
  2. Adolescência e Grupo
      Shirley Rialto Sesarino. Psicanalista, professora na PUC-PR, mestre em História pela UFPR.
  3. Programa Atitude – uma experiência com adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
      Clarissa Matos. Psicóloga do Programa Atitude – Secretaria de Estado da Criança e Juventude.
  4. Debatedora: Cassiana Atem. Psicóloga, coordenadora clínica da Associação Serpiá.

10:00Intervalo
10:30Mesa Redonda: Adolescência Vulnerável

  1. Os Rituais na Adolescência – articulações com as tentativas de suicídio.
      Célio Luiz Pinheiro. Psicanalista, mestre em Antropologia Social pela UFPR.
  2. Adolescência e Ficção: uma fenda no tempo.
      Angela M.S. Valore. Psicanalista. Analista-Membro da Association Lacanienne International. Analista-Membro, Membro fundador e presidente da LETRA-Associação de Psicanálise. Professora na UTP e PUC-PR.
  3. O Adolescente em Conflito com a Lei: apontamentos, impasses e direções.
      Lílian Mara Gheno. Psicóloga da Delegacia do Adolescente.
  4. Debatedora: Juratriz Salete Ribas. Psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Curitiba, psicóloga da escola de música DACAPO. Mestre em Ciências da Educação, especialista em saúde mental, psicóloga do CAPSad.

12:30 – Almoço
14:00Mesa Redonda: Possibilidades de Inclusão

  1. A Escola e a Inclusão na Adolescência
      Elise Haquim. Pedagoga, especialista em Educação Especial e Inclusiva, participante do Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação da Associação Serpiá.
  2. O Esporte como Possibilidade de Inclusão ao Adolescente
      Alceu Natal Neto. Membro fundador e primeiro presidente da ONG Futebol de Rua.
  3. O Jovem e a Arte: uma proposta de trabalho em ambiente não formal
      Rudinei Nicola. Educador, coordenador de projetos com juventude do IDDEHA (Instituto de Defesa dos Direitos Humanos).
  4. Debatedor: Danielle Guerra. Fonoaudióloga, especialista em Linguagem Clínica e Escolar, coordenadora do Portal da Inclusão, coordenadora do Projeto de Inclusão Escolar da Associação Serpiá.

16:00 – Intervalo
16:30 – Conferência: José Outeiral
18:00 – Encerramento

Clique para ampliar:

O núcleo tem o objetivo de debater temas que envolvam a interface psicanálise e educação. Participam do grupo profissionais – terapeutas e educadores – que desejam discutir questões clínicas e aspectos importantes na direção do processo educacional de crianças e adolescentes com alguma dificuldade em seu percurso escolar.

O núcleo também recebe as escolas cujos alunos participam das atividades da SERPIÁ para o diálogo interdisciplinar, sempre enriquecedor da prática de cada um.

Nesse texto, a pedagoga Andressa Mattos comenta em detalhes o objeto e os objetivos do Núcleo de Psicanálise e Educação.

Participantes:

Andressa Mattos

Camila S. G. Acosta Gonçalves

Cassiana Atem

Cláudia Rietter

Cristina Sarturi

Daniel Dias Brepohl

Danielle Guerra

Elise Haquim Camargo Santos

Giane Edimara Broch

Ingrid Cadore

Irene Piconi Prestes

Ísis Romankiu de Alencar

Responsável pelo núcleo: Verônica Fleith

Você sabia que todas as unidades de saúde que atendem crianças em regime de internação devem manter uma instalação de brinquedoteca em suas dependências? É o que diz a Lei nº 11.104, sancionada pelo Congresso Federal em março de 2005. Desde 2004 a SERPIÁ organiza o Curso de Educadores Brinquedistas, em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas. Confira como foram as últimas edições:

Julho 2010

Foi entre 19 e 23 de julho que ocorreu o VIII Curso de Educador Brinquedista. Essa oitava edição foi sediada na FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção aos Excepcionais – e realizada pela SERPIÁ junto à ABBri, Associação Brasileira de Brinquedotecas. O curso contou com 35 inscritos e com a participação de palestrantes como Andrea Fedeger, Fernanda Gorosito e Tereza Mirian. Leia mais…

Abril 2010

O Curso de Educador brinquedista Hospitalar, voltado a profissionais tanto da área da saúde, quanto a profissionais da psicologia e da pedagogia, foi idealizado há dois anos pela SERPIÁ e pelo Hospital Pequeno Príncipe e teve sua primeira edição entre 28 de abril e 1° de maio no auditório do HPP. A união surgiu graças à semelhança de valores das entidades. Leia mais…

Janeiro 2010

O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas , promovido pela SERPIÁ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro.  Leia mais…

Julho 2009

O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÀ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Leia mais…

Julho 2008

Mais do que uma formação adicional à formação acadêmica, o V curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ de 21 a 25 de julho na escola Anjo da Guarda, contribuiu também para a formação pessoal de quem participou. Leia mais…

Julho 2007

O curso deste ano, realizado no Colégio Anjo da Guarda pela Associação Serpiá em pareceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas, foi um verdadeiro sucesso. Por durante 40 horas, do dia 16 ao dia 20 de julho, 66 pessoas aprenderam, praticaram e relembraram. Leia mais…

Julho 2006

Nos dias 17 a 21 de julho de 2006 aconteceu em Curitiba o III Curso de Educador brinquedista e organização de brinquedoteca organizado pela Associação Serpiá em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedoteca. O curso contou com a presença da prof. Nylse. Leia mais…

Na SERPIÁ, o desenvolvimento das questões acerca da saúde mental ganha forma também nos núcleos de estudo. Os núcleos são pensados através das questões que emergem do atendimento clínico, assim como das situações relativas ao nosso meio sócio-cultural. A participação nos núcleos é aberta a qualquer integrante da equipe SERPIÁ.

Atendimento à Família

Estudos sobre Adolescência

Estudos sobre o Brincar

Estudos de Terapia Ocupacional

Psicanálise com Crianças

Psicanálise e Educação

Núcleos desativados

O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).

Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.

Diversidade de público e de conteúdo

Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.

A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.

Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.


Para cada participante o curso deixa uma marca

Durante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.

Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.

A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.

Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.

O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).

Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.

Diversidade de público e de conteúdo

Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.

A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.

Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.

Para cada participante o curso deixa uma marca

Durante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.

Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.

A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.

Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.

O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).

Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.
Diversidade de público e de conteúdo

Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.

A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.

Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.

Para cada participante o curso deixa uma marcaDurante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.

Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.

A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.

Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.

O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).

Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.
Diversidade de público e de conteúdo

Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.

A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.

Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.

Para cada participante o curso deixa uma marcaDurante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.

Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.

A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.

Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.

A segunda edição do curso de Psicanálise e Educação, realizado entre os dias 31 de agosto e 30 de setembro, pelo Núcleo de Psicanálise e Educação da SERPIÁ, foi um sucesso. Segundo um dos coordenadores, Daniel Brepohl, baseado no retorno dado pelos alunos, o objetivo do curso de transmitir a essência do saber psicanalítico no que ele pode contribuir para a prática educativa foi alcançado. “No último dia do curso estabelecemos um debate com a finalidade de trocar impressões sobre a experiência. Ficamos especialmente satisfeitos e estimulados ao perceber que, apesar da terminologia própria da psicanálise – que reconhecemos ser um tanto densa – o grupo havia apreendido o essencial”, comenta.

Experiência que traz melhorias

Alguns dos fatores que contribuíram para a boa avaliação por parte dos alunos são resultados das mudanças realizadas na programação do curso para essa segunda edição. Brepohl explica que apesar da estrutura do curso permanecer a mesma, houve um sensível aprimoramento e ampliação do conteúdo em relação ao ano anterior, devido à maior experiência e reflexão dos professores, assim como a participação de novos profissionais. “Os ministrantes tinham mais propriedade sobre o conteúdo que transmitiam e os temas estavam mais adequados à realidade dos educadores”, diz.

A psicóloga Rebeca Kovalhuk concorda com o coordenador. Na opinião dela, os temas abordados foram muito pertinentes ao trabalho escolar e os professores demonstraram ter conhecimento sobre a teoria psicanalítica educacional e também sobre a prática clínica/escola. “Vejo este curso como uma ótima iniciativa, pois é difícil encontrar outras instituições que proporcionem essa interlocução da psicanálise com a educação”, argumenta.

Para a psicóloga Priscyla Makiolke, a forma como os ministrantes apresentaram os conteúdos superou as expectativas. “Eles conseguiram sintetizar conteúdos complexos, estavam comprometidos em utilizar recursos diferentes, como filmes, e indicaram muitos livros. Às vezes, essas são coisas que faltam em um curso”, comenta.

O coordenador ressalta que a participação ativa dos alunos nas aulas e debates foi um dos fatores que também contribuíram para o bom andamento das aulas.

Curso ficará na memória

Para o Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação, uma das marcas dessa segunda edição refere-se à participação da pedagoga Elise Haquim como ministrante. “A participação de uma pedagoga possibilitou uma maior identificação dos participantes com aquilo que estava sendo ministrado”, comenta o coordenador.

Já para os alunos, essa marca diz respeito às contribuições que a participação no curso trouxe para suas vidas. A pedagoga Bárbara Bittencourt comenta que assistir às aulas possibilitou a ela ter um novo olhar sobre as áreas profissional e pessoal. “O curso me ajudou bastante na minha prática profissional, durante as aulas pude perceber no que eu poderia melhorar e de que forma poderia contribuir dentro do meu trabalho”, complementa Rebeca.

A oceanógrafa Chayane Telles, que trabalha com educação ambiental, conta que mesmo ficando um pouco perdida nas aulas (pelo fato de sua formação ser em outra área) pôde aprender muito. “Cada uma das experiências que as colegas de turma compartilhavam era um aprendizado. Tenho certeza de que cada uma delas me ajudará muito no meu trabalho com as crianças especiais”, afirma.

O coordenador comenta que outro ponto marcante foi a maior aproximação entre os ‘representantes’ da psicanálise e os da educação e deixa o convite: “já estamos discutindo os preparativos para a próxima edição, que queremos realizar no primeiro semestre do próximo ano”.

O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Neste ano, o encontro com o brincar aconteceu entre os dias 13 e 17 de julho, na Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe).

A cada ano, o curso  vem se caracterizando por atrair diferentes públicos, por alcançar cidades cada vez mais distantes e nessa sexta edição não foi diferente. Pedagogas, psicólogas, estudantes, professores de educação física, advogados, vindos de várias cidades – como Curitiba, Irati, Jaraguá do Sul, Pontal do Paraná, Castro, Londrina, Santo Antonio da Platina – participaram das aulas.

Brincando e aprendendo

Durante os cinco dias de encontro, os 60 alunos, além de assistir às aulas, riram, fantasiaram, brincaram, enfim, voltaram a ser criança, mas sem deixar o aprendizado de lado. Apesar do clima de descontração e entusiasmo que envolvia participantes e professores, o objetivo de trocar conhecimentos não foi esquecido num só instante. “Os professores são muito abertos para passar o conhecimento; a gente troca experiências com eles e com os colegas, está sendo muito legal”, contou a psicóloga Cleusa Irigonhe.

Para cada aluno essa transferência teve um significado diferente. A auxiliar de classe Leonides Veloso comentou que participar do curso foi uma forma de aprimorar seus conhecimentos. “Eu já atuo na área, mas o curso me trouxe novas idéias e novos métodos de aproximação das crianças”, afirmou. Já o coordenador de lazer, Rafael Ramos, disse que a descoberta do que é ser um educador brinquedista e das possibilidades que o brincar oferece surpreenderam. “Eu nunca tive contato com o que é ser um educador brinquedista, não sabia que quem fazia a brinquedoteca era o brinquedista e não os brinquedos. Eu nasci de novo para o brincar”, contou entusiasmado.

No penúltimo dia de aula, alunos e professores já estavam com a sensação de que os dias tinham passado rápido demais. “Estou vendo que está acabando, vai ficar aquele gostinho de ‘quero mais’”, disse a pedagoga Sandra Weber. Mas todos eles, ao final do curso, saíram com uma bagagem que vão carregar para sempre, como contou a funcionária pública Cleide Steniski. “O curso fez com que eu vislumbrasse uma nova direção para o meu trabalho. Estou me sentindo uma brinquedista; vou sair daqui com uma riqueza bem grande e quero plantar essa semente”, afirmou.

Dever cumprido

A coordenadora do curso, Ingrid Cadore, comentou, baseada na avaliação feita pelos alunos, que a sexta edição do curso de educador brinquedista foi um sucesso. Segundo Ingrid, isso se deve a experiência acumulada ao longo dos anos e ao empenho dos professores, monitores e da equipe SERPIÁ, que se dedicaram para que tudo acontecesse da melhor forma possível.

Para a coordenadora, o momento lúdico que marcou essa edição foi o último dia de aula, o “Dia da Fantasia”. “Os alunos foram convidados a assistir às aulas caracterizados, as monitoras se fantasiaram no capricho e até o Tarso Cadore (o presidente da SERPIÁ, Hélio Cadore, interpretando o personagem) compareceu para brincar com a gente, fazendo com que todos dessem boas risadas”, lembrou.

curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÀ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Neste ano, o encontro com o brincar aconteceu entre os dias 13 e 17 de julho, na Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe).

A cada ano, o curso  vem se caracterizando por atrair diferentes públicos, por alcançar cidades cada vez mais distantes e nessa sexta edição não foi diferente. Pedagogas, psicólogas, estudantes, professores de educação física, advogados, vindos de várias cidades – como Curitiba, Irati, Jaraguá do Sul, Pontal do Paraná, Castro, Londrina, Santo Antonio da Platina – participaram das aulas.

Brincando e aprendendo

Durante os cinco dias de encontro, os 60 alunos, além de assistir às aulas, riram, fantasiaram, brincaram, enfim, voltaram a ser criança, mas sem deixar o aprendizado de lado. Apesar do clima de descontração e entusiasmo que envolvia participantes e professores, o objetivo de trocar conhecimentos não foi esquecido num só instante. “Os professores são muito abertos para passar o conhecimento; a gente troca experiências com eles e com os colegas, está sendo muito legal”, contou a psicóloga Cleusa Irigonhe.

Para cada aluno essa transferência teve um significado diferente. A auxiliar de classe Leonides Veloso comentou que participar do curso foi uma forma de aprimorar seus conhecimentos. “Eu já atuo na área, mas o curso me trouxe novas idéias e novos métodos de aproximação das crianças”, afirmou. Já o coordenador de lazer, Rafael Ramos, disse que a descoberta do que é ser um educador brinquedista e das possibilidades que o brincar oferece surpreenderam. “Eu nunca tive contato com o que é ser um educador brinquedista, não sabia que quem fazia a brinquedoteca era o brinquedista e não os brinquedos. Eu nasci de novo para o brincar”, contou entusiasmado.

No penúltimo dia de aula, alunos e professores já estavam com a sensação de que os dias tinham passado rápido demais. “Estou vendo que está acabando, vai ficar aquele gostinho de ‘quero mais’”, disse a pedagoga Sandra Weber. Mas todos eles, ao final do curso, saíram com uma bagagem que vão carregar para sempre, como contou a funcionária pública Cleide Steniski. “O curso fez com que eu vislumbrasse uma nova direção para o meu trabalho. Estou me sentindo uma brinquedista; vou sair daqui com uma riqueza bem grande e quero plantar essa semente”, afirmou.

Dever cumprido

A coordenadora do curso, Ingrid Cadore, comentou, baseada na avaliação feita pelos alunos, que a sexta edição do curso de educador brinquedista foi um sucesso. Segundo Ingrid, isso se deve a experiência acumulada ao longo dos anos e ao empenho dos professores, monitores e da equipe SERPIÁ, que se dedicaram para que tudo acontecesse da melhor forma possível.

Para a coordenadora, o momento lúdico que marcou essa edição foi o último dia de aula, o “Dia da Fantasia”. “Os alunos foram convidados a assistir às aulas caracterizados, as monitoras se fantasiaram no capricho e até o Tarso Cadore (o presidente da SERPIÁ, Hélio Cadore, interpretando o personagem) compareceu para brincar com a gente, fazendo com que todos dessem boas risadas”, lembrou.