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A primeira edição do curso de Clínica Psicanalítica com Crianças e Adolescentes, realizado entre abril e dezembro, encerra suas atividades no sábado, dia 13 de dezembro. O curso surgiu a partir da demanda de pessoas que procuravam a SERPIÁ para conhecer a experiência dos terapeutas da clínica. As aulas foram dadas por profissionais da ONG. Em 2009, o curso será reaberto, com novas turmas.

“A idéia era instrumentalizar profissionais clínicos diversos para aprofundar sua leitura sobre crianças e adolescentes, pensando no que é essencial dentro dos conceitos psicanalíticos”, conta Verônica Fleith, coordenadora do curso.

Para a psicóloga e professora do curso Suely Poitevin, o ambiente foi de troca de conhecimentos entre alunos e professores. “A transmissão de conhecimento possibilita que o profissional reflita sobre seu trabalho, portanto esse curso foi um aperfeiçoamento para nós também”, afirma. Suely conta também que a presença de um grupo interessado, participativo e com afinidade com o tema possibilitou esse ambiente de troca de experiências.

Discussão enriquecedora

Para o terapeuta ocupacional Cláudio Aurélio de Souza, que trabalha com crianças abrigadas em casas-lares, o curso foi bastante esclarecedor. De acordo com ele, o curso ensinou a perceber a enxergar o ponto de vista do sujeito atendido. “A gente vê principalmente a história do sujeito, como ele cresceu, e começa a compreender o porquê dele se apresentar de uma determinada maneira”, conta.

Já a também terapeuta ocupacional Márcia Regina Motta afirma que o curso acrescentou muito para a prática profissional, a partir da articulação entre a psicanálise e a terapia ocupacional. “O curso deu uma boa base de psicanálise, e foi possível também articular a prática com a teoria”, complementa. Além disso, Márcia acredita que a discussão foi enriquecedora, ao apresentar um pensamento crítico à prática profissional.

A assistente social Cristina Alves conta que a articulação dos conceitos teóricos da psicanálise com sua área de atuação foram importantes para sua vida profissional. “A principal contribuição da psicanálise é alargar o domínio dos atos inconscientes que tem um sentido, como os atos falhos, os sonhos e as neuroses, que exprimem intenções e desejos”, afirma. “A metodologia de Freud pode ser uma possibilidade de caminho para a materialização dos objetivos da assistência social, de exercício da cidadania plena”.

No próximo ano, o curso será realizado aos sábados. As inscrições serão abertas em fevereiro.

A Associação SERPIÁ realiza o curso “Contribuições da Psicanálise para a Educação”, entre os dias 14 e 26 de novembro. Os alunos podem participar de aulas isoladas ou do curso completo. Para se inscrever, basta preencher o formulário online, e doar um brinquedo para o Natal da SERPIÁ. As palestras serão no Centro de Capacitação da Secretaria Municipal de Educação, na rua Dr. Faivre, 398. Confira a programação completa.

O curso é destinado a profissionais da educação de escolas regulares ou especiais, de todos os níveis de educação básica. É parte do projeto ‘Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e/ou problemas em seu desenvolvimento’, desenvolvido pelo Núcleo de Educação e Psicanálise da SERPIÁ em parceria com a Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS).

Serão realizadas aulas expositivas dialogadas e orientações de casos concretos de inclusão escolar. Os objetivos principais são: articular conceitos de teoria psicanalítica e a vivência educativa, discutir sobre os impasses e desafios da inclusão escolar, ressaltar a importância da interdisciplinaridade nas práticas educativas de inclusão e oferecer instrumentos de leitura e interpretação aos impasses vivenciados na educação inclusiva.

Para maiores informações, entre em contato com a SERPIÁ:
Fone: (41) 3015-2045.
E-mail: serpia@serpia.org.br

Por Cristina Rocha Sens

Mais do que uma formação adicional à formação acadêmica, o V curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ de 21 a 25 de julho na escola Anjo da Guarda, contribuiu também para a formação pessoal de quem participou. Ana Paula de Bairros Lima é estudante de Pedagogia e mãe. Sua graduação tem ênfase em Educação Infantil e ela sentia falta de saber como brincar com crianças.

“O que aprendo aqui levo para a sala de aula e discuto com os meus colegas, tem sido enriquecedor. É importante termos esse conhecimento porque as crianças estão sempre procurando por coisas novas”, contou no penúltimo dia do curso. O Terapeuta Ocupacional Cláudio Aurélio de Souza faz coro: “É fundamental aprimorarmos nossos conhecimentos”, diz ele. Além disso, Ana Paula garante que vai melhorar na formação do seu filho. “Com certeza vou aplicar em casa o que aprendi”.

A dona-de-casa Maria Aparecida Leite tem quatro netos e se diz “louca” por crianças. Pensando em contribuir com o desenvolvimento dos pequenos, ela fez o curso. “Quero ensinar a eles as brincadeiras de antigamente, que são mais saudáveis”, conta. E ela tem planos para o futuro: pretende montar uma brinquedoteca no condomínio em que mora. “Tem muitas crianças lá. Então seria bom para elas, para meus netos e para mim, pois aprendo muito com eles”. Sua reclamação é que os dias do curso passaram muito rápido. “Foi bem proveitoso e dá impressão que foi curto. É uma pena já ter acabado”, lamenta.

Diversidade

A coordenadora do curso, a conselheira da SERPIÁ Ingrid Fabian Cadore, se diz surpresa com a variedade de público querendo aprender como o brincar influencia no desenvolvimento humano. “A cada ano me surpreendo com o interesse dos profissionais pelo brincar. A turma de 2008 se caracteriza pela diversidade de campos de trabalho, com profissionais da área clínica, outros que vão trabalhar com pessoas com necessidades especiais e até mesmo acadêmicos”, conta.

No total, 52 pessoas participaram do curso. Gente de todas as idades e algumas vindas de outras cidades, como Guapirama, Piraí do Sul, Nova Londrina e até Rondonópolis (MT). Tantos interessados no assunto evidencia, segundo Ingrid, um conceito de saúde. “Preventivamente, temos uma comunidade cada vez maior acreditando que brincar é essencial ao desenvolvimento humano”.

Para ela, está provado que ou se faz alguma coisa para que as crianças possam brincar, ou “teremos muito trabalho para superar as dificuldades daquelas que não conseguem aprender porque não brincaram”.

A brincadeira beneficia a criança em diversos aspectos e, para isso, atuação do educador brinquedista é fundamental

Por Cristina Rocha Sens

Além de divertir e servir como passa-tempo, brincar oferece benefícios não tão evidentes assim, como socialização, auto-conhecimento e descoberta do mundo. A brincadeira, desde que seja a escolhida pela criança (pois atende suas necessidades pessoais), é a atividade mais completa no desenvolvimento infantil, contribuindo para a formação física, intelectual, emocional e social do cidadão. “Brincar forma as pessoas. Quanto mais a criança brinca, mais aprende a conviver com os outros. O adulto que mais brincou é aquele mais criativo para lidar com a vida, pensa mais, inventa mais”, explica a conselheira da SERPIÁ Ingrid Cadore.

Mas, para tanto, é fundamental a presença de um adulto capaz de acolher as variadas formas de brincar, oferecer novas idéias lúdicas, organizar os pequenos em suas brincadeiras e negociar a imposição de limites e regras – o educador brinquedista. “Só as regras que são pensadas são aceitas e por isso serão mantidas mesmo que não haja vigilância. Esse é o maior benefício do jogo com regra, o princípio do pensamento ético, moral”, destaca Ingrid. A atuação desse profissional é essencial e exige preparo, pois ele precisa entender a importância do seu trabalho e o que a brincadeira significa para a criança.

Apesar de ainda não ser reconhecida como profissão, a formação de educador brinquedista é uma capacitação adicional à formação acadêmica (de qualquer área) e vem tendo sua importância reconhecida gradualmente. Em 2005, foi aprovada a Lei número 11.104, de autoria da Deputada Federal Luiza Erundina, que obriga hospitais e unidades de saúde de todo o país, com atendimento pediátrico, a instalar brinquedotecas em suas dependências contribuindo, assim, para diminuir o sofrimento da internação hospitalar, com resultados comprovados de ajuda para o restabelecimento da saúde da criança.

Profissionais dos mais variados segmentos podem formar-se educador brinquedista, e não necessariamente para atuar em brinquedotecas. “Pessoas que trabalham ou desenvolvem projetos para crianças podem participar da formação, sejam da área da saúde, da educação, publicitários, arquitetos, urbanistas”, exemplifica a conselheira da SERPIÁ.

Um espaço que interliga o brincar e o fazer criativo com as terapias, a brinquedoteca é uma área específica para as crianças, que contam com um especialista pronto para incentivar e mediar o livre brincar. O conceito de brinquedoteca, ainda pouco conhecido no Brasil, evoluiu de “biblioteca de brinquedos”, um serviço de empréstimo de brinquedos e jogos, para o de “espaço especialmente preparado para brincar”, presentes em escolas, hospitais e clínicas, por exemplo.

De acordo com Ingrid, é preciso acabar com o mito de que o ambiente é apenas para crianças. “Brinquedoteca é uma alternativa social que visa atender pessoas de qualquer idade”, definiu.

Curso

Pelo quinto ano, a SERPIÁ promove o V Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, de 21 a 25 de julho na escola Anjo da Guarda. Esse curso acontece em apenas duas cidades do Brasil: Curitiba e São Paulo.

Coordenado por Ingrid Cadore e certificado pela Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), tem duração de 40 horas e inclui aulas teóricas e práticas.

A coordenadora ressaltou que o módulo Elaboração de Projetos é uma característica do curso de Curitiba e que a grade curricular contempla as especificidades dos campos de atuação: brinquedoteca na clínica interdisciplinar, brinquedoteca comunitária, escolar e hospitalar. Além disso, após o curso, serão ofertadas duas horas gratuitas de assessoria em grupo a projetos de brinquedotecas. “Essa ênfase é uma personalidade própria do nosso curso”, finalizou.

Mais informações pelos telefones 3015-2045 e 3015-2066.

Muitas pessoas contribuiram para fazer com que este curso tivesse êxito. A presença dos participantes, claro, foi fundamental. Porém, várias pessoas da Equipe SERPIÁ tiveram participação ativa durante não só as 40 horas daquela terceira semana do mês de julho, quanto também da preparação pré e pós curso.

Por isso, a homenagem fotográfica a essas pessoas – ainda que algumas, como as irmãs Jandira e Djanira, que trabalharam até no domingo, dia 15, não apareçam nas fotos a seguir.

A coordenadora Camila Gonçalves (ponta) e algumas das alunas-monitoras (da esquerda para a direita, a partir de Camila: Andressa Lewek, Naiara Longoni, Ana Claudia de Almeida, Gabriela Guérios e Renata Vieira). Voluntárias da SERPIÁ, elas ajudaram a organizar o curso e, de quebra, saíram formadas como educadoras brinquedistas.

Brinquedistas: o desafio agora é a continuidade. Para tanto, o apoio da ABBri é fundamental.

Como acontece em qualquer curso – inclusive (e principalmente) nos cursos de graduação, que ainda assim duram anos – nem todos aqueles que se formam necessariamente passam a atuar na área.

Por isso, seria muito otimismo achar que todas as 66 pessoas que participaram desta IV edição do “Curso de Brinquedista” (como é apelidado) irão realmente atuar em uma brinquedoteca – quanto mais, organizar uma.

Ainda assim, para aqueles que o fizerem, é fundamental associar-se à Associação Brasileira de Brinquedotecas – a ABBri.

“Em primeiro lugar, para ‘mostrarmos nossa cara’, ou seja, para que sejam conhecidas nacionalmente a seriedade e importância do trabalho realizado nas brinquedotecas”, reforça Ingrid Cadore. “Após trinta anos de existência da ABBri, ainda me deparo com profissionais das mais diversas especialidades e com a mídia em geral se surpreendendo com o profissionalismo desse trabalho, como se fosse uma idéia nova, uma profissão nova”, conta. Para Ingrid, este é um problema dos brasileiros que, diferente do que acontece na Europa e nos Estados Unidos, não têm uma cultura associativista desenvolvida e por isso cada um faz seu trabalho de forma isolada, sem tanta repercussão.

Além disso, não saber quantas brinquedotecas existem em Curitiba, no Paraná ou no Brasil dificulta a criação de políticas públicas que garantam às crianças o direito de brincar. “Como vamos conscientizar as autoridades da importância de se ter brinquedotecas públicas que atendam as necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade? Se não sabemos quantos somos, quais nossas chances de ver a profissão de educador brinquedista reconhecida? Finalmente, se não mostramos a nossa cara, como vamos ter recursos para sustentar a nossa brinquedoteca?”, questiona a coordenadora.

Turma do curso 2007, no pátio da Escola Anjo da Guarda: no total, dos 66 alunos, 64 mulheres e apenas 2 homens.

Muitos participantes expressaram sua compreensão sobre a importância da ludicidade na vida das pessoas de qualquer idade e das crianças em especial, ampliando as possibilidades de atuação do educador brinquedista em contextos menos conhecidos: museu, designer de brinquedos e jogos, recurso para aprendizagem de língua estrangeira, entre outros.

Para a estudante de psicologia Suelen Galtringer, “ser brinquedista é ter alegria em diferentes situações, sem medo de ser ridículo e utilizar meios disponíveis para trazer a alegria para o outro”.

Sua colega de curso, a estudante de psicopedagogia Susan Rodiger, enfatizou a importância da formação contínua: “Três elementos são fundamentais para o Educador Brinquedista: estudar – e muito – para saber o que fazer; saber olhar o que acontece, perceber pelo olhar o que a criança quer dizer; e seja o que fizer, fazer com amor”.

Já a psicóloga Rosa Maria Rizzardo entendeu que não só as crianças, mas também jovens e adultos podem resgatar, através do brincar, elementos importantes à sua formação.

Os brinquedos

E as brinquedistas, aprendendo a jogar

Para alguns, o curso deste ano teve outras utilidades, como a de definir o projeto de monografia de pós-graduação – o caso da estudante de Museologia (Belas-Artes do Paraná) Elizabeth Berman – ou ajudar a vislumbrar novas possibilidades de realização de sonhos, como o da atriz e professora Sandra Gutierrez, que quer abrir um centro de artes onde possam ser desenvolvidas oficinas variadas tanto para crianças quanto para adultos. “Um grupo de pesquisa teatral; uma brinquedoteca integrada a um Café; e mais pra frente, quem sabe, um teatro. Um espaço particular, mas que tenha a possibilidade de ter parcerias com o Estado e a prefeitura, oferecendo capacitação para profissionais e atendimento a comunidades carentes”, descreveu Gutierrez.

Rosana Franco, de Palmeira-PR, enfatizou a necessidade de todos educadores brinquedistas se conscientizarem da importância das brinquedotecas serem contempladas nas políticas públicas, com projetos e orçamentos previstos em lei. Para Jaqueline Gaiewski, psicóloga recém-formada, o curso ajudou a esclarecer duvidas sobre a direção no seu trabalho: “Hoje, eu já sei para que lado vou direcionar o meu barco. Além disso, o curso me proporcionou ganhos significativos na vida pessoal. Tenho primos pequenos e vou brincar muito com eles! Pensando a longo prazo, meus filhos vão adorar ter uma mãe brinquedista“, vislumbrou.

No final, os depoimentos ficaram restritos somente a elogios; contemplaram também críticas e sugestões: enfatizar ainda mais as especificidades das brinquedotecas em cada contexto; esclarecer mais a direfença do papel do psicoterapeuta e do educador brinquedista na brinquedoteca da clínica interdisciplinar; diversificar as possibilidade de educação continuada e a importancia de todos continuarem em contato para trocar experiências e compartilhar dificuldades.

Participou do curso e quer dar o seu depoimento? Fale conosco!

Querer é Poder!!!Essa é a mensagem que eu carrego comigo depois do curso de Educadora Brinquedista. Todos que estiveram nessa jornada de 2007 sabem do que estou falando. Recebemos algo novo e que não tem preço… lembramos como é bom brincar.. e sonhar … se divertir!!!! Cada novo Educador Brinquedista irá aproveitar do seu modo o que aprendeu, mas com certeza ninguém vai esquecer de nenhuma palavra ou brincadeira… Deixo aqui meu gesto de carinho e agradecimento a todos que se dedicaram nesse curso e tambem quero falar do apoio que eu mais algumas brinquedistas recebemos da equipe após o curso, graças a isso vou realizar meu sonho no próximo ano: Vou montar minha primeira Brinquedoteca!!! Quero que todos os atuais e futuros Brinquedistas acreditem e confiem no trabalho dessa equipe maravilhosa ,pois eles estiveram sempre a disposição para todos que precisaram de algum apoio. Agradeço hoje e sempre! beijos

* Fabiana Rodrigues, em email enviado à SERPIÁ.

Fantasias foram um dos recursos utilizados para que os participantes vivenciassem o espírito lúdico.

O curso deste ano, realizado no Colégio Anjo da Guarda pela Associação Serpiá em pareceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas, foi um verdadeiro sucesso. Por durante 40 horas, do dia 16 ao dia 20 de julho, 66 pessoas aprenderam, praticaram e relembraram um pouco a importância do brincar.

Entre os participantes, gente de todas as idades e profissões: teve de estudante à professora, de babá à dona de casa; psicólogos, atrizes, uma estudante de arquitetura, outra de designer, uma economista, uma empresária, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogas, assistentes sociais, pedagogas, marqueteiras, uma bacharel em teologia e até uma advogada.

Mais sobre o curso

Curso oferece supervisão a projetos

Depoimentos dos participantes

A importância de associar-se à ABBri

Mais fotos!

Começou em março o curso fundamentos das estruturas clínicas. As aulas acontecerão todos os últimos sabados de cada mês, com término em novembro de 2007. Este curso da continuidade ao trabalho de formação profissional através do estudo das estruturas clínicas e suas entidades nosológicas.
O curso aborda as conceitualizações de Freud e Lacan sobre as estruturas clínicas e apresenta diversos casos documentados. Ao todo 33 profissionais de diversas áreas como, terapia ocupacional, psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia e serviço social estão inscritos. Abaixo esta o programa do curso:

Programa

1. A estrutura neurótica
• O conceito de estrutura e os mecanismos estruturais
• A estratégia da neurose
• O fantasma neurótico

a) A Histeria
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma histérico
• O desejo histérico
• O caso Dora

b) A Neurose Obsessiva
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma obsessivo
• O desejo obsessivo
• O caso do Homem dos Ratos

c) A Fobia
• Os antecedentes na psiquiatria
• A angustia e a fobia
• O objeto fóbico e o objeto fetiche
• O caso Hans

2. A estrutura perversa
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo estrutural
• O fetichismo
• O masoquismo

3. A estrutura psicótica
a) A paranóia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo paranóico
• O delírio
• O caso Schreber

b) A esquizofrenia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo esquizofrênico
• A linguagem e o corpo

c) A melancolia
• Os antecedentes na psiquiatria
• Luto, “depressão” e melancolia
• O melancólico e o objeto
• A posição melancólica e o “prazeroso tormento”

d) A mania
• Os antecedentes na psiquiatria
• O maníaco e o Outro
• A posição maníaca e a satisfação triunfal

4.O autismo
• Os antecedentes na psiquiatria
• O autista e a alienação
• O Outro e o objeto
• O caso Marie Françoise

Carga horária: 90 horas aula (de Março a Novembro de 2007)
Horário: Todo último sábado do mês das 08h às 12h30 e das 14h às 18h
Local: Rua XV de Novembro, 2020 – Alto da XV – Curitiba -PR
Início: 31 de Março de 2007
Conclusão: 24 de Novembro de 2007
Docentes: Maria Carolina Serafim, Luiza Ines Wisniewski e Juan Fernando Peña

Curso de formação: Fundamentos das estruturas clínicas.

Começou em março o curso fundamentos das estruturas clínicas. As aulas acontecerão todos os últimos sabados de cada mês, com término em novembro de 2007. Este curso da continuidade ao trabalho de formação profissional através do estudo das estruturas clínicas e suas entidades nosológicas.
O curso aborda as conceitualizações de Freud e Lacan sobre as estruturas clínicas e apresenta diversos casos documentados. Ao todo 33 profissionais de diversas áreas como, terapia ocupacional, psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia e serviço social estão inscritos. Abaixo esta o programa do curso:


Programa:

1.- A estrutura neurótica
• O conceito de estrutura e os mecanismos estruturais
• A estratégia da neurose
• O fantasma neurótico

a) A Histeria
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma histérico
• O desejo histérico
• O caso Dora

b) A Neurose Obsessiva
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma obsessivo
• O desejo obsessivo
• O caso do Homem dos Ratos

c) A Fobia
• Os antecedentes na psiquiatria
• A angustia e a fobia
• O objeto fóbico e o objeto fetiche
• O caso Hans

2.- A estrutura perversa
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo estrutural
• O fetichismo
• O masoquismo

3.- A estrutura psicótica
a) A paranóia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo paranóico
• O delírio
• O caso Schreber

b) A esquizofrenia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo esquizofrênico
• A linguagem e o corpo

c) A melancolia
• Os antecedentes na psiquiatria
• Luto, “depressão” e melancolia
• O melancólico e o objeto
• A posição melancólica e o “prazeroso tormento”

d) A mania
• Os antecedentes na psiquiatria
• O maníaco e o Outro
• A posição maníaca e a satisfação triunfal

4.- O autismo
• Os antecedentes na psiquiatria
• O autista e a alienação
• O Outro e o objeto
• O caso Marie Françoise

Carga horária: 90 horas aula (de Março a Novembro de 2007)
Horário: Todo último sábado do mês das 08h às 12h30 e das 14h às 18h
Local: Rua XV de Novembro, 2020 – Alto da XV – Curitiba -PR
Início: 31 de Março de 2007
Conclusão: 24 de Novembro de 2007
Docentes: Maria Carolina Serafim, Luiza Ines Wisniewski e Juan Fernando Peñ

Curso de formação: Fundamentos das estruturas clínicas.

Começou em março o curso fundamentos das estruturas clínicas. As aulas acontecerão todos os últimos sabados de cada mês, com término em novembro de 2007. Este curso da continuidade ao trabalho de formação profissional através do estudo das estruturas clínicas e suas entidades nosológicas.
O curso aborda as conceitualizações de Freud e Lacan sobre as estruturas clínicas e apresenta diversos casos documentados. Ao todo 33 profissionais de diversas áreas como, terapia ocupacional, psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia e serviço social estão inscritos. Abaixo esta o programa do curso:


Programa:

1.- A estrutura neurótica
• O conceito de estrutura e os mecanismos estruturais
• A estratégia da neurose
• O fantasma neurótico

a) A Histeria
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma histérico
• O desejo histérico
• O caso Dora

b) A Neurose Obsessiva
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma obsessivo
• O desejo obsessivo
• O caso do Homem dos Ratos

c) A Fobia
• Os antecedentes na psiquiatria
• A angustia e a fobia
• O objeto fóbico e o objeto fetiche
• O caso Hans

2.- A estrutura perversa
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo estrutural
• O fetichismo
• O masoquismo

3.- A estrutura psicótica
a) A paranóia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo paranóico
• O delírio
• O caso Schreber

b) A esquizofrenia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo esquizofrênico
• A linguagem e o corpo

c) A melancolia
• Os antecedentes na psiquiatria
• Luto, “depressão” e melancolia
• O melancólico e o objeto
• A posição melancólica e o “prazeroso tormento”

d) A mania
• Os antecedentes na psiquiatria
• O maníaco e o Outro
• A posição maníaca e a satisfação triunfal

4.- O autismo
• Os antecedentes na psiquiatria
• O autista e a alienação
• O Outro e o objeto
• O caso Marie Françoise

Carga horária: 90 horas aula (de Março a Novembro de 2007)
Horário: Todo último sábado do mês das 08h às 12h30 e das 14h às 18h
Local: Rua XV de Novembro, 2020 – Alto da XV – Curitiba -PR
Início: 31 de Março de 2007
Conclusão: 24 de Novembro de 2007
Docentes: Maria Carolina Serafim, Luiza Ines Wisniewski e Juan Fernando Peña

Curso de formação: Fundamentos das estruturas clínicas.

Começou em março o curso fundamentos das estruturas clínicas. As aulas acontecerão todos os últimos sabados de cada mês, com término em novembro de 2007. Este curso da continuidade ao trabalho de formação profissional através do estudo das estruturas clínicas e suas entidades nosológicas.
O curso aborda as conceitualizações de Freud e Lacan sobre as estruturas clínicas e apresenta diversos casos documentados. Ao todo 33 profissionais de diversas áreas como, terapia ocupacional, psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia e serviço social estão inscritos. Abaixo esta o programa do curso:


Programa:

1.- A estrutura neurótica
• O conceito de estrutura e os mecanismos estruturais
• A estratégia da neurose
• O fantasma neurótico

a) A Histeria
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma histérico
• O desejo histérico
• O caso Dora

b) A Neurose Obsessiva
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma obsessivo
• O desejo obsessivo
• O caso do Homem dos Ratos

c) A Fobia
• Os antecedentes na psiquiatria
• A angustia e a fobia
• O objeto fóbico e o objeto fetiche
• O caso Hans

2.- A estrutura perversa
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo estrutural
• O fetichismo
• O masoquismo

3.- A estrutura psicótica
a) A paranóia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo paranóico
• O delírio
• O caso Schreber

b) A esquizofrenia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo esquizofrênico
• A linguagem e o corpo

c) A melancolia
• Os antecedentes na psiquiatria
• Luto, “depressão” e melancolia
• O melancólico e o objeto
• A posição melancólica e o “prazeroso tormento”

d) A mania
• Os antecedentes na psiquiatria
• O maníaco e o Outro
• A posição maníaca e a satisfação triunfal

4.- O autismo
• Os antecedentes na psiquiatria
• O autista e a alienação
• O Outro e o objeto
• O caso Marie Françoise

Carga horária: 90 horas aula (de Março a Novembro de 2007)
Horário: Todo último sábado do mês das 08h às 12h30 e das 14h às 18h
Local: Rua XV de Novembro, 2020 – Alto da XV – Curitiba -PR
Início: 31 de Março de 2007
Conclusão: 24 de Novembro de 2007
Docentes: Maria Carolina Serafim, Luiza Ines Wisniewski e Juan Fernando Peña

Curso de formação: Fundamentos das estruturas clínicas.

Começou em março o curso fundamentos das estruturas clínicas. As aulas acontecerão todos os últimos sabados de cada mês, com término em novembro de 2007. Este curso da continuidade ao trabalho de formação profissional através do estudo das estruturas clínicas e suas entidades nosológicas.
O curso aborda as conceitualizações de Freud e Lacan sobre as estruturas clínicas e apresenta diversos casos documentados. Ao todo 33 profissionais de diversas áreas como, terapia ocupacional, psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia e serviço social estão inscritos. Abaixo esta o programa do curso:


Programa:

1.- A estrutura neurótica
• O conceito de estrutura e os mecanismos estruturais
• A estratégia da neurose
• O fantasma neurótico

a) A Histeria
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma histérico
• O desejo histérico
• O caso Dora

b) A Neurose Obsessiva
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma obsessivo
• O desejo obsessivo
• O caso do Homem dos Ratos

c) A Fobia
• Os antecedentes na psiquiatria
• A angustia e a fobia
• O objeto fóbico e o objeto fetiche
• O caso Hans

2.- A estrutura perversa
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo estrutural
• O fetichismo
• O masoquismo

3.- A estrutura psicótica
a) A paranóia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo paranóico
• O delírio
• O caso Schreber

b) A esquizofrenia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo esquizofrênico
• A linguagem e o corpo

c) A melancolia
• Os antecedentes na psiquiatria
• Luto, “depressão” e melancolia
• O melancólico e o objeto
• A posição melancólica e o “prazeroso tormento”

d) A mania
• Os antecedentes na psiquiatria
• O maníaco e o Outro
• A posição maníaca e a satisfação triunfal

4.- O autismo
• Os antecedentes na psiquiatria
• O autista e a alienação
• O Outro e o objeto
• O caso Marie Françoise

Carga horária: 90 horas aula (de Março a Novembro de 2007)
Horário: Todo último sábado do mês das 08h às 12h30 e das 14h às 18h
Local: Rua XV de Novembro, 2020 – Alto da XV – Curitiba -PR
Início: 31 de Março de 2007
Conclusão: 24 de Novembro de 2007
Docentes: Maria Carolina Serafim, Luiza Ines Wisniewski e Juan Fernando Peñ

Curso de formação: Fundamentos das estruturas clínicas.

Começou em março o curso fundamentos das estruturas clínicas. As aulas acontecerão todos os últimos sabados de cada mês, com término em novembro de 2007. Este curso da continuidade ao trabalho de formação profissional através do estudo das estruturas clínicas e suas entidades nosológicas.
O curso aborda as conceitualizações de Freud e Lacan sobre as estruturas clínicas e apresenta diversos casos documentados. Ao todo 33 profissionais de diversas áreas como, terapia ocupacional, psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia e serviço social estão inscritos. Abaixo esta o programa do curso:

Programa:1.- A estrutura neurótica
• O conceito de estrutura e os mecanismos estruturais
• A estratégia da neurose
• O fantasma neurótico

a) A Histeria
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma histérico
• O desejo histérico
• O caso Dora

b) A Neurose Obsessiva
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma obsessivo
• O desejo obsessivo
• O caso do Homem dos Ratos

c) A Fobia
• Os antecedentes na psiquiatria
• A angustia e a fobia
• O objeto fóbico e o objeto fetiche
• O caso Hans

2.- A estrutura perversa
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo estrutural
• O fetichismo
• O masoquismo

3.- A estrutura psicótica
a) A paranóia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo paranóico
• O delírio
• O caso Schreber

b) A esquizofrenia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo esquizofrênico
• A linguagem e o corpo

c) A melancolia
• Os antecedentes na psiquiatria
• Luto, “depressão” e melancolia
• O melancólico e o objeto
• A posição melancólica e o “prazeroso tormento”

d) A mania
• Os antecedentes na psiquiatria
• O maníaco e o Outro
• A posição maníaca e a satisfação triunfal

4.- O autismo
• Os antecedentes na psiquiatria
• O autista e a alienação
• O Outro e o objeto
• O caso Marie Françoise

Carga horária: 90 horas aula (de Março a Novembro de 2007)
Horário: Todo último sábado do mês das 08h às 12h30 e das 14h às 18h
Local: Rua XV de Novembro, 2020 – Alto da XV – Curitiba -PR
Início: 31 de Março de 2007
Conclusão: 24 de Novembro de 2007
Docentes: Maria Carolina Serafim, Luiza Ines Wisniewski e Juan Fernando Peña

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Começou em março o curso fundamentos das estruturas clínicas. As aulas acontecerão todos os últimos sabados de cada mês, com término em novembro de 2007. Este curso da continuidade ao trabalho de formação profissional através do estudo das estruturas clínicas e suas entidades nosológicas.
O curso aborda as conceitualizações de Freud e Lacan sobre as estruturas clínicas e apresenta diversos casos documentados. Ao todo 33 profissionais de diversas áreas como, terapia ocupacional, psicologia, psiquiatria, fonoaudiologia e serviço social estão inscritos. Abaixo esta o programa do curso:


Programa:

1.- A estrutura neurótica
• O conceito de estrutura e os mecanismos estruturais
• A estratégia da neurose
• O fantasma neurótico

a) A Histeria
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma histérico
• O desejo histérico
• O caso Dora

b) A Neurose Obsessiva
• Os antecedentes na psiquiatria
• O sintoma obsessivo
• O desejo obsessivo
• O caso do Homem dos Ratos

c) A Fobia
• Os antecedentes na psiquiatria
• A angustia e a fobia
• O objeto fóbico e o objeto fetiche
• O caso Hans

2.- A estrutura perversa
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo estrutural
• O fetichismo
• O masoquismo

3.- A estrutura psicótica
a) A paranóia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo paranóico
• O delírio
• O caso Schreber

b) A esquizofrenia
• Os antecedentes na psiquiatria
• O mecanismo esquizofrênico
• A linguagem e o corpo

c) A melancolia
• Os antecedentes na psiquiatria
• Luto, “depressão” e melancolia
• O melancólico e o objeto
• A posição melancólica e o “prazeroso tormento”

d) A mania
• Os antecedentes na psiquiatria
• O maníaco e o Outro
• A posição maníaca e a satisfação triunfal

4.- O autismo
• Os antecedentes na psiquiatria
• O autista e a alienação
• O Outro e o objeto
• O caso Marie Françoise

Carga horária: 90 horas aula (de Março a Novembro de 2007)
Horário: Todo último sábado do mês das 08h às 12h30 e das 14h às 18h
Local: Rua XV de Novembro, 2020 – Alto da XV – Curitiba -PR
Início: 31 de Março de 2007
Conclusão: 24 de Novembro de 2007
Docentes: Maria Carolina Serafim, Luiza Ines Wisniewski e Juan Fernando Peña