Posts Tagged ‘cursos’
Por Danielle Guerra*
Muitas vezes o adulto ouve na fala/escrita da criança algo que não está bem, um sintoma (falar errado, não falar, trocar letras, trocar palavras…) que se desassemelha do “normal”. Na tentativa de entendimento do “erro”, uma medida estatística é implementada – correlacionam-se aquisições esperadas as faixas etárias. Mas isso só esclarece/aponta que a fala da criança está fora do tempo. Alguns erros são toleráveis, outros não. Parece que, nesse sentido, a escuta da fala de um outro é que determina o status da fala (uma escuta que discerne entre erros, para relevá-los ou não).
Se a “faixa etária” que acaba decidindo pelo que não deveria estar mais ocorrendo é porque a fala está em desacordo com o “corpo que fala”, que repete, que não passa para outra coisa (Allouch, 1994).
É certo que o organismo cresce, mas é certo que a idade que se mede, não corresponde ao “tempo do sujeito”, do corpo que fala.
Propomos uma reflexão que leve em conta a articulação singular fala-falante, que parece afetar a escuta – indissociação entre um corpo que fala uma fala e uma fala que fala (d)esse corpo. Repensar a noção de sujeito, linguagem e outro para que se possam oferecer recursos no entendimento das questões relacionadas à aquisição da fala e escrita das crianças.
* É graduada em fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC, em 2005, e possui pós-graduação em linguagem: fonoaudiologia clínica e escolar, pela mesma insitutição. Fonoaudióloga clínica na SERPIÁ desde setembro de 2009 e estudiosa das áreas da linguística e da psicanálise, também participa do projeto de Inclusão escolar da instituição. Danielle, no curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Subjetividade”, ministrará a aula “Entre ler e escrever: o sujeito em questão”.
Leia também
Inscrição do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar”
Curso “O Trabalho da Inclusão Escolar” começa em setembro
Programação do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade”
Irene Prestes responde: O que significa para a SERPIÁ o curso “O trabalho da Inclusão Escolar”?
Aproveite, preço promocional até 30 de agosto! Mais informações na página do evento.
Irene Piconi Prestes é formada em psicologia pela UTP, tem especialização em Antropologia Cultural e mestrado em Educação pela UFPR. Atua no Núcleo de Psicanálise e Educação da SERPIÁ, no projeto de Inclusão Escolar, desde 2006. Além disso, é docente e pesquisadora da UTP. Nessa mini-entrevista, fala um pouco do significado do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade”, que irá ocorrer de 29 de setembro a 28 de outubro, para a SERPIÁ. A psicóloga será palestrante da aula “A transmissão do saber aos novos jovens”.
O que significa para a SERPIÁ este curso ?
A SERPIÁ, desde sua fundação, está compondo uma rede de apoio à inclusão escolar e social, com intervenções clínica e apoio aos educadores. Em 2008, amplia esta atuação numa parceria com a Fundação de Ação Social de Curitiba, no Projeto “Programa de inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e/ou problemas em seu desenvolvimento integral”. O intuito do projeto é oferecer um espaço de trabalho interdisciplinar às aflições que os educadores se colocam diante dos alunos com necessidades educativas especiais, ou ainda, dos que correm risco de discriminação, segregação ou mesmo banimento da escola. Assim, o curso é um ponto culminante desta ação, pois é o encontro dos interessados na inclusão escolar e social, professores e técnicos da equipe pedagógica, para re-elaborarem seu conhecimento e apropriarem-se de competências a fim de inovar suas práticas educativas inclusivas.
Leia também
Inscrição do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar”
Curso “O Trabalho da Inclusão Escolar” começa em setembro
Programação do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade”
Por Andressa Mattos*
A realização de uma educação inclusiva no contexto atual não é tarefa fácil. A inclusão escolar é um campo que se encontra marcado por imperativos que precisam ser analisados a partir de vários eixos. Um deles refere-se à própria relação que se funda entre a escola e a demanda de inclusão que opera desde o social. Não menos desprovida de dificuldades é a tarefa de um Estado que intenta organizar uma política pública, no empenho de garantia do acesso a todos os seus cidadãos àquilo que lhes cabe por direito.
A educação inclusiva fundamenta-se na concepção de diferenças, algo da ordem da singularidade dos sujeitos, supõe que as diferenças sejam parte de seus estatutos. Como não torná-la, a cada passo, um novo instrumento de classificação, seleção, reduzindo os sujeitos a marcas mais ou menos identitárias de uma síndrome, deficiência ou doença mental?
Pensar as necessidades educacionais de uma criança envolve considerá-la desde um lugar estrutural, que não se restringe ao campo das deficiências, ou dos sintomas que venha a apresentar. Se a criança for vista pelo professor, primordialmente, como sendo alguém que é portadora de desejos, de uma história, os caminhos para a aprendizagem estarão incluindo o que é fundante no ser humano: a palavra.
Não se trata apenas de anunciar a ordem “escola para todos”, mas sim que estes “todos” possam ser registrados em sua singularidade, enquanto sujeitos. As vias que cada um vai colocar em jogo para atravessar o campo da aprendizagem serão marcadas por traços subjetivos. Diante de um mesmo trabalho a ser realizado, todas as crianças colocam em jogo o que há de mais singular em sua constituição: seu desejo, remetido ao desejo do Outro.
Frente a este desafio, como pensar o trabalho do professor tendo em vista a singularidade dos sujeitos? É neste sentido que as contribuições da Psicanálise na interlocução com a Educação entram em jogo. Alguns aspectos destas contribuições serão considerados na aula: O trabalho do professor e o olhar para a singularidade.
* É pedagoga pela UFPR e mestranda do programa de Pós Graduação em Educação da UFPR – desenvolvendo projeto de pesquisa sobre o tema “Inclusão escolar de crianças autistas e psicóticas”. Na SERPIÁ , atua como pedagoga e faz parte do Núcleo de Psicanálise e Educação. Andressa estará presente no curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Subjetividade”, que ocorrerá entre setembro e outubro, ministrando a aula “O trabalho do Professor e o olhar para a singularidade”.
Leia também
Inscrição do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar”
Curso “O Trabalho da Inclusão Escolar” começa em setembro
Programação do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade”
Irene Prestes responde: O que significa para a SERPIÁ o curso “O trabalho da Inclusão Escolar”?
Programação
Clique para ampliar1º Módulo – Estruturação Psíquica
29.09 (4ªF) - Verônica Fleith “Contribuições da Psicanálise aos educadores: como se constitui um sujeito para a Psicanálise”
30.09 (5ªF) – Verônica Fleith “Apresentação de Caso Clínico” / Camila A. Gonçalves “Diagnósticos: melhor não tê-los?”
04.10 (2ªF) – Cassiana Atem “ Das estruturas psíquicas”
2º Módulo – Transferência e Linguagem
06.10 (4ªF) – Daniel D. Brepohl “O aluno enquanto sintoma da relação com a educação”
07.10 (5ªF) – Danielle Guerra “Entre ler e escrever: o sujeito em questão”
13.10 (4ªF) – Irene C. Piconi Prestes “ A transmissão do saber aos novos jovens”
3º Módulo – Representação e Contexto Social
14.10 (5ªF) – Elise Haquim “Infância e Adolescência”
18.10 (2ªF) – Daniel D. Brepohl “Considerações sobre o estranho”
20.10 (4ªF) – Elise Haquim “O que a sociedade quer, o que a escola pode?”
4º Módulo
21.10 (5ªF) – Verônica Fleith “ Agressividade como manifestação da tensão interna e coletiva”
25.10 (2ªF) –Isis Alencar – “O brincar como recurso de inclusão escolar”
27.10 (4ªF) – Andressa Mattos – “O trabalho do professor e o olhar para a singularidade”
Escritos e Avaliações
28.10 (5ªF) – Integrantes do “Núcleo de Psicanálise e Educação”: apresentação de textos* e avaliação do curso.
*Será considerada 1 (uma) hora não presencial para a elaboração dos textos pelo s participantesInvestimento
Educadores de escolas participantes do Projeto de Inclusão
Doação de brinquedo à SERPIÁ, conforme lista na secretaria.
Estudantes
Até 20/09: à vista R$220,00 ou 4 x R$65,00
Após 20/09: à vista R$260,00 ou 4 x R$75,00
Profissionais
Até 20/09: à vista R$260,00 ou 4 x R$75,00
Após 20/09: à vista R$300,00 ou 4 x R$85,00
Leia também
Inscrição do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar”
Curso “O Trabalho da Inclusão Escolar” começa em setembro
Irene Prestes responde: O que significa para a SERPIÁ o curso “O trabalho da Inclusão Escolar”?
O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade é o título do curso a ser realizado de 29 de setembro a 28 de outubro pela Associação SERPIÁ. Um dos ideais deste evento é a articulação de conceitos da psicanálise à vivência educativa, beneficiando a relação entre alunos e professores. Outro ponto a ser discutido são os impasses, desafios e a interdisciplinaridade na prática dessa inclusão. Além disso, o curso objetiva a reflexão quanto às relações sociais e como estas influenciam os sintomas do estudante.
“Buscamos oferecer um espaço de transmissão de um saber construído a partir de uma experiência de trabalho conjunto, realizado através de parcerias entre clínicos e educadores, que busca encontrar estratégias para a efetivação de inclusões escolares”, conta Daniel Brepohl, psicólogo e um dos coordenadores do curso. A idéia é que os profissionais possam trocar suas experiências e pensamentos a fim de que sejam postos em prática nas escolas.
Levando-se em conta a experiência da prática clínica e os obstáculos com os quais se convive, “se aposta numa abordagem que tenha como referência central a valorização dos aspectos subjetivos das pessoas envolvidas no processo, tomando a tarefa pela reflexão sobra cada caso em sua singularidade” – completa Daniel.
O psicólogo acredita que o evento, que terá 40 horas de carga horária, não é direcionado apenas a profissionais da educação, “mas sim a todos (clínicos, educadores, estudantes etc.) que se interessam pela discussão acerca da inclusão escolar”. Para profissionais de escolas participantes do Projeto de Inclusão, o custo é a doação de um brinquedo, conforme lista na secretaria, saiba através do telefone 3015-2045. O preço é diferenciado para estudantes e profissionais, com desconto para ambos se pagarem antes de 20 de setembro. As inscrições estão abertas, clique aqui para fazer a sua. Confira também a programação completa do curso.
Leia também
Inscrição do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar”
Programação do curso “O Trabalho da Inclusão Escolar Pelo Viés da Singularidade”
Irene Prestes responde: O que significa para a SERPIÁ o curso “O trabalho da Inclusão Escolar”?
O Curso de Formação de Brinquedistas SESI/PR, encerrado em 26 de julho, foi o primeiro da parceria entre a Associação SERPIÁ e o SESI. Esse curso inicial teve cinco dias de duração e uma platéia de 50 professoras da educação infantil do SESI. Segundo Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação infantil do SESI, a idéia de chamar a SERPIÁ para realizar esse curso surgiu a partir do Curso de Educador Brinquedista de janeiro desse ano, realizado na sede SESI do Portão, o qual Isabel teve a oportunidade de conhecer. “Fui lá visitar, conhecer um pouquinho e gostei muito da proposta” – explica ela.
Para Isabel, havia a necessidade de se fazer uma capacitação desses profissionais, de forma que as brinquedotecas do SESI sejam implementadas. Segundo ela, o brincar é um eixo de trabalho que faz parte da proposta pedagógica da entidade e o curso “agrega e muito com suas sugestões de atividades, mostrando o livre brincar, o brinquedo e o brincar mais direcionados, além do brinquedista no papel de mediador”.
O conteúdo difere um pouco do curso sediado na FEPE, o VIII Curso de Educador Brinquedista, visto que foi voltado apenas a professores de educação infantil contratados do SESI. Dessa forma, essa edição incluiu temas mais específicos como a aula “A Brinquedoteca nas Unidades de Educação Infantil do SESI Pr”, ministrada pela coordenadora do curso Ingrid Cadore.
Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, atribui o sucesso dos cursos realizados pela Associação à qualidade dos eventos, como o de VIII Formação de Educador Brinquedista – em que 96% dos alunos disserem estar satisfeitos ou muito satisfeitos – e o curso para educadores do SESI, cuja avaliação também foi excelente. Outro fator para tal sucesso são “as parcerias significativas como a Fundação Educativa, o HPP e o SESI na realização desses cursos ou como o SESC da Esquina, para a realização da III jornada da Adolescência, que acontecerá em 17 e 18 de setembro” – comenta Hélio.
SERPIÁ realiza dois cursos de brinquedoteca em julho

Sucesso garantido: 96% dos alunos do VIII Curso de Educador Brinquedista se disseram satisfeitos ou muito satisfeitos como o curso. Foto: Cezar Lemos.
De 19 a 23 de julho foi realizado o VIII Curso de Educador Brinquedista, promovido pela SERPIÁ em associação com a ABBri. A semana reuniu palestrantes conhecidos no mundo das brinquedotecas que partilharam seus conhecimentos na área com os 40 alunos inscritos. Para Ingrid Cadore, coordenadora sócio-cultural, o curso tem se caracterizado por discutir a brinquedoteca dentro de contextos específicos, como na educação especial, nos hospitais e nas clínicas interdisciplinares. “A tendência é buscar, cada vez mais, a reflexão sobre a trajetória das brinquedotecas, suas especificidades nos diferentes contextos, com o cuidado de preservar a sua essência, que é a de acolher as necessidades lúdicas do ser humano de qualquer idade”- conta Ingrid.

O Curso de Formação de Educador Brinquedista SESI/PR, ocorrido entre 26 e 30 de abril, também obteve boa avaliação dos alunos. Foto: Ísis Romankiu.
Na semana seguinte, ocorreu o Curso de Formação de Educador Brinquedista SESI/PR, resultado de uma parceria entre a SERPIÁ e o SESI, em que 50 profissionais da educação infantil vindos de todo o estado participaram. De acordo com Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação do SESI, a idéia do curso partiu de um interesse da entidade em implementar suas brinquedotecas através da capacitação desses profissionais. “Temos professores da educação infantil e o brincar, o lúdico, faz parte da nossa proposta pedagógica” – explica Isabel.
Segundo com Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, os cursos fazem parte de um dos eixos estratégicos da Associação, que é o da geração e disseminação de conhecimentos. Pondo em prática esse eixo, a SERPIÁ, “executa eventos de formação, como os cursos de Formação de Educadores Brinquedistas e Jornadas” completa Hélio. O presidente aproveita a oportunidade “para cumprimentar toda a equipe SERPIÁ que se envolve com paixão nesses eventos e agradecer todos os parceiros que confiam na SERPIÁ e acreditam na sua missão”.
O risco será tema da III Jornada da adolescência
A III Jornada da adolescência, que acontecerá nos dias 17 e 18 de setembro no SESC da Esquina, tratará de temas em torno do risco na adolescência, e contará com a presença de José Outeiral. O convidado para o evento, que é médico, psiquiatra, além de especialista em psiquiatria de adultos, adolescentes e crianças, já participou como supervisor em uma das apresentações de caso clínico na SERPIÁ.
A exposição do tema, de acordo com Maria Augusta Guimarães, coordenadora executiva da SERPIÁ, se faz necessária, pois são observados, na prática clínica, fatos recorrentes – que demonstram o tipo de risco a que adolescentes estão expostos. De acordo com a coordenadora, “envolvimento não somente com drogas, mas também com tráfico, meninas muito jovens grávidas e fazendo abortos, rompantes de violência por motivos banais” são alguns dos acontecimentos que suscitaram a realização da jornada. O evento, dessa forma, tem a intenção de discutir que direção tomar a partir dessas situações e como se pensar em ações articulando a família, a escola e a sociedade.
A jornada será composta de várias mesas redondas que servirão para a interlocução de temas como: interdisciplinaridade no tratamento de adolescentes, relação entre família, adolescentes e o Estado, adolescência vulnerável e a possibilidade de inclusão. Maria Augusta afirma que jornada é voltada “a todos aqueles que de alguma forma trabalham direta ou indiretamente com o público adolescente – como profissionais e estudantes da área da saúde, educação, serviço social, conselhos tutelares e policiais”.
17/09/10 (6ª.-feira):
08:00 – Credenciamento
08:30 – Abertura
- Maria Augusta de Mendonça Guimarães – Coordenadora Geral da Associação Serpiá.
- Hélio Cadore – Presidente da Associação Serpiá.
- Adalberto Carneiro – Gerente Executivo do SESC da Esquina.
09:00 – Conferência: José Outeiral
10:30 – Intervalo
11:00 – Mesa redonda: Interdisciplinaridade no Trabalho com Adolescentes
- Construções e Fazeres: uma experiência da Terapia Ocupacional na clinica interdisciplinar
- Marina Siqueira Campos – Terapeuta Ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital Nossa Senhora da Luz, educadora brinquedista, técnica em artes cênicas pela Escola Técnica da UFPR.
- O Adolescente na Brinquedoteca.
- Ísis Romankiu de Alencar – Graduanda em Pedagogia, educadora brinquedista e responsável pela Brinquedoteca da Associação Serpiá.
- Clinica e Tratamento – é possivel com a Psicanálise?
- Maria Aparecida de Luna Pedrosa – Psicóloga, praticante da Psicanálise, mestre em Psicologia Clínica, membro da Associação Brasileira de Foruns do Campo Lacaniano e da Internacional Foruns Campo Lacaniano (Paris), coordenadora de Pesquisa e Transmissão da Associação Serpiá.
- Debatedora: Regina Célia Titotto Castanharo – Terapeuta Ocupacional, professora do curso de Terapia Ocupacional da UFPR e Conselheira da Associação Serpiá.
12:30 – Almoço
14:00 – Mesa Redonda: Quando a família é um risco para o adolescente?
- Aspectos Jurídicos do Processo de Abrigamento
- Lídia Munhoz Mattos Guedes – Juíza da 1ª. Vara da Infância e Juventude.
- Adoção na Adolescência
- Marília Vieira Frederico – Promotora de Justiça da 2ª. Vara da Infância e Juventude.
- Sobre Nome de Família
- Suely Poitevin – Psicanalista, coordenadora do Núcleo de Estudos de Família da Associação Serpiá.
- Debatedora: Marcia Frassão. Psicóloga, mestre em Psicologia pela UFSC, professora do curso de Psicologia da UFPR.
16:00 – Intervalo
16:30 – Conferência: José Outeiral
18/09/10 (sábado):
08:00 – Mesa redonda: Intervenções na Adolescência
- O Espaço da Criação na Clínica com Adolescentes Toxicômanos.
- Márcia Regina Motta. Terapeuta ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital San Julian.
- Adolescência e Grupo
- Shirley Rialto Sesarino. Psicanalista, professora na PUC-PR, mestre em História pela UFPR.
- Programa Atitude – uma experiência com adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
- Clarissa Matos. Psicóloga do Programa Atitude – Secretaria de Estado da Criança e Juventude.
- Debatedora: Cassiana Atem. Psicóloga, coordenadora clínica da Associação Serpiá.
10:00 – Intervalo
10:30 – Mesa Redonda: Adolescência Vulnerável
- Os Rituais na Adolescência – articulações com as tentativas de suicídio.
- Célio Luiz Pinheiro. Psicanalista, mestre em Antropologia Social pela UFPR.
- Adolescência e Ficção: uma fenda no tempo.
- Angela M.S. Valore. Psicanalista. Analista-Membro da Association Lacanienne International. Analista-Membro, Membro fundador e presidente da LETRA-Associação de Psicanálise. Professora na UTP e PUC-PR.
- O Adolescente em Conflito com a Lei: apontamentos, impasses e direções.
- Lílian Mara Gheno. Psicóloga da Delegacia do Adolescente.
- Debatedora: Juratriz Salete Ribas. Psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Curitiba, psicóloga da escola de música DACAPO. Mestre em Ciências da Educação, especialista em saúde mental, psicóloga do CAPSad.
12:30 – Almoço
14:00 – Mesa Redonda: Possibilidades de Inclusão
- A Escola e a Inclusão na Adolescência
- Elise Haquim. Pedagoga, especialista em Educação Especial e Inclusiva, participante do Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação da Associação Serpiá.
- O Esporte como Possibilidade de Inclusão ao Adolescente
- Alceu Natal Neto. Membro fundador e primeiro presidente da ONG Futebol de Rua.
- O Jovem e a Arte: uma proposta de trabalho em ambiente não formal
- Rudinei Nicola. Educador, coordenador de projetos com juventude do IDDEHA (Instituto de Defesa dos Direitos Humanos).
- Debatedor: Danielle Guerra. Fonoaudióloga, especialista em Linguagem Clínica e Escolar, coordenadora do Portal da Inclusão, coordenadora do Projeto de Inclusão Escolar da Associação Serpiá.
16:00 – Intervalo
16:30 – Conferência: José Outeiral
18:00 – Encerramento
Clique para ampliar:


