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A Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), filiada a International Toy Libraries Association (ITLA), promove curso teórico-prático de formação do Brinquedista:
A BRINQUEDOTECA: SUA ORGANIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO COM QUALIDADE
10 a 14 de janeiro de 2011
Duração: 40 horas
Horário: 9:00 às 17:00 hs
Mais informações e inscrições clique aqui.
Tópicos abordados:
- Brinquedoteca: Conceito; Critérios De Qualidade De Sua Implantação E Operacionalização; Suas Modalidades (Escolar, Hospitalar, Etc.); Experiências Nacionais E Internacionais.
- Noções Básicas De Aspectos Cognitivos E Afetivo-Emocionais Relacionadas Ao Brincar Nas Diversas Fases Da Vida; Estratégias De Expressão E Comunicação: Plásticas, Gráficas, Musicais, Cênicas E Digitais;
- O Brinquedista: Seu Papel E Função; Importância Da Integração Entre Sua Formação Pessoal E Profissional; Subsídios De Formação Continuada; O Perfil Do Profissional Brinquedista.
- Visita À Brinquedoteca Da Faculdade De Educação Da Usp, Seguida De Discussão. Certificado De Conclusão De Curso Conferido Pela Abbri.
ABBri – Associação Brasileira de Brinquedotecas
Rua Antônio de Macedo Soares, 414 – Brooklin – SP/SP
Tel/fax: (0xx11) 5533-1513 – CEP:04607-000
E-mail: associacaobrasileira@brinquedoteca.org.br

Participantes assistindo a palestra da III Jornada da Adolescência - “Existe adolescência sem risco?”
III Jornada da Adolescência é realizada pela SERPIÁ
Com dois dias de evento, 17 e 18 de setembro, a III Jornada da adolescência teve a presença de mais de 90 alunos e palestrantes de diversas áreas que discutiram o risco, tanto social quanto psicológico, envolvido na adolescência. Alguns dos temas presentes nas mesas redondas foram “questões referentes a família, possibilidades de inclusão, possibilidades de intervenção e a interdisciplinaridade na clínica”, cita Márcia Motta, terapeuta ocupacional e participante da organização da jornada.
O evento, que aglomerou pessoas de diversos campos, proporcionou uma articulação sobre o papel desses profissionais e o modo de intervir na adolescência hoje, com base na vivência desses profissionais – seja palestrante ou parte da platéia. “Tanto os palestrantes das mesas – que incluía psicólogos, psicanalistas, profissionais do Direito, educadores, pedagogos, terapeutas ocupacionais, dentre outros – quanto o público estava composto de pessoas de diferentes áreas, o que traz essa singularidade para o evento”, caracteriza a coordenadora executiva da SERPIÁ e organizadora da jornada, Maria Augusta Guimarães.
A escolha dos profissionais complementou os temas debatidos, variados e pertinentes. Gabriela Sabbag, docente do curso de psicologia da FACEL, achou interessante a proposta de se reconhecer a especificidade de cada fase da vida e as singularidade do indivíduo, além disso “os palestrantes foram ótimos, bem preparados e experientes”, elogia.
José Outeiral, psquiatra e autor de livros sobre psicanálise, foi um dos grandes destaques do evento. Em três conferências, sintetizou seus conhecimentos, suas experiências, estudos e observações sobre a família, as crianças e os adolescentes nos últimos 30 anos.
Para Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, a jornada teve um saldo positivo “para os alunos, porque lhes permitiu ter acesso a um conteúdo de alto nível, desenvolvido por conferencista e painelistas que demonstraram dominar os temas por eles abordados”. Positivo também para a SERPIÁ, pois unindo-se ao SESC para realizar o evento, se torna parceiro de uma entidade que, segundo Graciele Weiller, do SESC, “como a SERPIÁ, tem um envolvimento com a comunidade e uma preocupação com o processo educativo”.
Em destaque
Em outubro, começa o mês das crianças. E neste ano a história é diferente: serão as crianças quem farão seus próprios presentes. Com a arrecadação de bijuterias antigas, sucatas e materiais como pincéis e colas, as crianças fabricarão seus brinquedos. É possível colaborar levando esses materiais à brinquedoteca.
SERPIÁ em Ação. Ano 3. N°14. 01 de outubro de 2010.
Presidente do Conselho Deliberativo: Hélio Cadore.
Coordenação executiva: Maria Augusta Guimarães.
Equipe de comunicação: Marco Carvalho e Isabel Victorio. Foto : Cezar Lemos.
Tel: (41) 3015-2045/ Fax: 3015-2066
Rua XV de Novembro, n°2020. Alto da XV. Curitiba – PR
www.serpia.org.br/ serpia@serpia.org.br
Na sexta-feira, 17 de setembro, ocorreu no SESC da Esquina a III Jornada da Adolescência – “Existe adolescência sem risco?”, realizada pela Associação SERPIÁ. O evento teve dois dias de duração e contou com cerca de 90 alunos e com palestrantes de várias áreas, que debateram em mesas redondas temas diversos relacionados ao risco, social e psicológico, presentes na adolescência. Questões relativas a família, as possibilidades de inclusão e a interdisciplinaridade no trabalho com adolescentes foram alguns dos assuntos em debate. “Partindo da prática da clínica da adolescência, pareceu importante que a gente pudesse discutir, debater e fazer essa interlocução com diferente áreas”, conta Márcia Motta, terapeuta ocupacional e organizadora do evento.
Entre terapeutas ocupacionais, educadores, pedagogas, profissionais do Direito e psicanalistas apresentando trabalhos ou presentes na plateia, vários profissionais contribuíram para a diversidade temática abrangida pelo evento. Maria Augusta Guimarães, organizadora da jornada e coordenadora executiva da SERPIÁ, comenta que essa diversidade representa “experiências diferentes, mas que confluem para fazermos uma articulação desde como se tem pensado o adolescer hoje e o que se tem feito na prática”.
Esse caráter eclético do evento foi destacado também pelos alunos e visto como diferencial. “Eles tiveram a preocupação de colocar profissionais de várias áreas falando no mesmo nível, o que enriqueceu o trabalho dessa jornada”, aponta Fernanda Alonso, terapeuta ocupacional.
A jornada teve a presença do conferencista José Outeiral, psiquiatra há 30 anos e autor de publicações sobre psicanálise. Em uma fala clara, Outeiral acompanhou a interdisciplinaridade do evento, abrangendo temas diversos: entre outros, a mudança da família nas últimas décadas, a evolução do conceito de adolescência como fenômeno cultural e as mazelas da educação brasileira – utilizando desde episódios da cultura pop e do cinema a conceitos da psicanálise como referências.
O psiquiatra foi destacado por alunos, como Germano Gruber Junior, educador social da prefeitura, que acredita que o que teve de especial no evento foi a “qualidade dos profissionais convidados, como o Dr. José Outeiral, que é muito bom”.
Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, destaca que o evento foi enriquecedor para a Associação como entidade, pois permitiu a consolidação da parceria com a FIEP – Federação das Indústrias do estado do Paraná - e com o SESC da Esquina. Além disso, possibilitou o cumprimento de um dos eixos de atuação da SERPIÁ - o da disseminação de conhecimento. Na opinião de Graciele Weiler, do SESC da Esquina, a parceria é bem-sucedida, pois une instituições com um foco comum: “melhorar e qualificar os profissionais da área, permitir a troca de experiências e a evolução profissional”, define.
Muitas vezes o adulto ouve na fala/escrita da criança algo que não está bem, um sintoma (falar errado, não falar, trocar letras, trocar palavras…) que se desassemelha do “normal”. Na tentativa de entendimento do “erro”, uma medida estatística é implementada – correlacionam-se aquisições esperadas as faixas etárias. Mas isso só esclarece/aponta que a fala da criança está fora do tempo. Alguns erros são toleráveis, outros não. Parece que, nesse sentido, a escuta da fala de um outro é que determina o status da fala (uma escuta que discerne entre erros, para relevá-los ou não).
Se a “faixa etária” que acaba decidindo pelo que não deveria estar mais ocorrendo é porque a fala está em desacordo com o “corpo que fala”, que repete, que não passa para outra coisa (Allouch, 1994).
É certo que o organismo cresce, mas é certo que a idade que se mede, não corresponde ao “tempo do sujeito”, do corpo que fala.
Propomos uma reflexão que leve em conta a articulação singular fala-falante, que parece afetar a escuta – indissociação entre um corpo que fala uma fala e uma fala que fala (d)esse corpo. Repensar a noção de sujeito, linguagem e outro para que se possam oferecer recursos no entendimento das questões relacionadas à aquisição da fala e escrita das crianças.
Por Andressa Mattos
A realização de uma educação inclusiva no contexto atual não é tarefa fácil. A inclusão escolar é um campo que se encontra marcado por imperativos que precisam ser analisados a partir de vários eixos. Um deles refere-se à própria relação que se funda entre a escola e a demanda de inclusão que opera desde o social. Não menos desprovida de dificuldades é a tarefa de um Estado que intenta organizar uma política pública, no empenho de garantia do acesso a todos os seus cidadãos àquilo que lhes cabe por direito.
A educação inclusiva fundamenta-se na concepção de diferenças, algo da ordem da singularidade dos sujeitos, supõe que as diferenças sejam parte de seus estatutos. Como não torná-la, a cada passo, um novo instrumento de classificação, seleção, reduzindo os sujeitos a marcas mais ou menos identitárias de uma síndrome, deficiência ou doença mental?
Pensar as necessidades educacionais de uma criança envolve considerá-la desde um lugar estrutural, que não se restringe ao campo das deficiências, ou dos sintomas que venha a apresentar. Se a criança for vista pelo professor, primordialmente, como sendo alguém que é portadora de desejos, de uma história, os caminhos para a aprendizagem estarão incluindo o que é fundante no ser humano: a palavra.
Não se trata apenas de anunciar a ordem “escola para todos”, mas sim que estes “todos” possam ser registrados em sua singularidade, enquanto sujeitos. As vias que cada um vai colocar em jogo para atravessar o campo da aprendizagem serão marcadas por traços subjetivos. Diante de um mesmo trabalho a ser realizado, todas as crianças colocam em jogo o que há de mais singular em sua constituição: seu desejo, remetido ao desejo do Outro.
Frente a este desafio, como pensar o trabalho do professor tendo em vista a singularidade dos sujeitos? É neste sentido que as contribuições da Psicanálise na interlocução com a Educação entram em jogo. Alguns aspectos destas contribuições serão considerados na aula: O trabalho do professor e o olhar para a singularidade.
O Curso de Formação de Brinquedistas SESI/PR, encerrado em 26 de julho, foi o primeiro da parceria entre a Associação SERPIÁ e o SESI. Esse curso inicial teve cinco dias de duração e uma platéia de 50 professoras da educação infantil do SESI. Segundo Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação infantil do SESI, a idéia de chamar a SERPIÁ para realizar esse curso surgiu a partir do Curso de Educador Brinquedista de janeiro desse ano, realizado na sede SESI do Portão, o qual Isabel teve a oportunidade de conhecer. “Fui lá visitar, conhecer um pouquinho e gostei muito da proposta” – explica ela.
Para Isabel, havia a necessidade de se fazer uma capacitação desses profissionais, de forma que as brinquedotecas do SESI sejam implementadas. Segundo ela, o brincar é um eixo de trabalho que faz parte da proposta pedagógica da entidade e o curso “agrega e muito com suas sugestões de atividades, mostrando o livre brincar, o brinquedo e o brincar mais direcionados, além do brinquedista no papel de mediador”.
O conteúdo difere um pouco do curso sediado na FEPE, o VIII Curso de Educador Brinquedista, visto que foi voltado apenas a professores de educação infantil contratados do SESI. Dessa forma, essa edição incluiu temas mais específicos como a aula “A Brinquedoteca nas Unidades de Educação Infantil do SESI Pr”, ministrada pela coordenadora do curso Ingrid Cadore.
Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, atribui o sucesso dos cursos realizados pela Associação à qualidade dos eventos, como o de VIII Formação de Educador Brinquedista – em que 96% dos alunos disserem estar satisfeitos ou muito satisfeitos – e o curso para educadores do SESI, cuja avaliação também foi excelente. Outro fator para tal sucesso são “as parcerias significativas como a Fundação Educativa, o HPP e o SESI na realização desses cursos ou como o SESC da Esquina, para a realização da III jornada da Adolescência, que acontecerá em 17 e 18 de setembro” – comenta Hélio.
SERPIÁ realiza dois cursos de brinquedoteca em julho

Sucesso garantido: 96% dos alunos do VIII Curso de Educador Brinquedista se disseram satisfeitos ou muito satisfeitos como o curso.
De 19 a 23 de julho foi realizado o VIII Curso de Educador Brinquedista, promovido pela SERPIÁ em associação com a ABBri. A semana reuniu palestrantes conhecidos no mundo das brinquedotecas que partilharam seus conhecimentos na área com os 40 alunos inscritos. Para Ingrid Cadore, coordenadora sócio-cultural, o curso tem se caracterizado por discutir a brinquedoteca dentro de contextos específicos, como na educação especial, nos hospitais e nas clínicas interdisciplinares. “A tendência é buscar, cada vez mais, a reflexão sobre a trajetória das brinquedotecas, suas especificidades nos diferentes contextos, com o cuidado de preservar a sua essência, que é a de acolher as necessidades lúdicas do ser humano de qualquer idade”- conta Ingrid.

O Curso de Formação de Educador Brinquedista SESI/PR, ocorrido entre 26 e 30 de abril, também obteve boa avaliação dos alunos.
Na semana seguinte, ocorreu o Curso de Formação de Educador Brinquedista SESI/PR, resultado de uma parceria entre a SERPIÁ e o SESI, em que 50 profissionais da educação infantil vindos de todo o estado participaram. De acordo com Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação do SESI, a idéia do curso partiu de um interesse da entidade em implementar suas brinquedotecas através da capacitação desses profissionais. “Temos professores da educação infantil e o brincar, o lúdico, faz parte da nossa proposta pedagógica” – explica Isabel.
Segundo com Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, os cursos fazem parte de um dos eixos estratégicos da Associação, que é o da geração e disseminação de conhecimentos. Pondo em prática esse eixo, a SERPIÁ, “executa eventos de formação, como os cursos de Formação de Educadores Brinquedistas e Jornadas” completa Hélio. O presidente aproveita a oportunidade “para cumprimentar toda a equipe SERPIÁ que se envolve com paixão nesses eventos e agradecer todos os parceiros que confiam na SERPIÁ e acreditam na sua missão”.
O risco será tema da III Jornada da adolescência
A III Jornada da adolescência, que acontecerá nos dias 17 e 18 de setembro no SESC da Esquina, tratará de temas em torno do risco na adolescência, e contará com a presença de José Outeiral. O convidado para o evento, que é médico, psiquiatra, além de especialista em psiquiatria de adultos, adolescentes e crianças, já participou como supervisor em uma das apresentações de caso clínico na SERPIÁ.
A exposição do tema, de acordo com Maria Augusta Guimarães, coordenadora executiva da SERPIÁ, se faz necessária, pois são observados, na prática clínica, fatos recorrentes – que demonstram o tipo de risco a que adolescentes estão expostos. De acordo com a coordenadora, “envolvimento não somente com drogas, mas também com tráfico, meninas muito jovens grávidas e fazendo abortos, rompantes de violência por motivos banais” são alguns dos acontecimentos que suscitaram a realização da jornada. O evento, dessa forma, tem a intenção de discutir que direção tomar a partir dessas situações e como se pensar em ações articulando a família, a escola e a sociedade.
A jornada será composta de várias mesas redondas que servirão para a interlocução de temas como: interdisciplinaridade no tratamento de adolescentes, relação entre família, adolescentes e o Estado, adolescência vulnerável e a possibilidade de inclusão. Maria Augusta afirma que jornada é voltada “a todos aqueles que de alguma forma trabalham direta ou indiretamente com o público adolescente – como profissionais e estudantes da área da saúde, educação, serviço social, conselhos tutelares e policiais”.
SERPIÁ em Ação. Ano 3. N°12. 13 de agosto de 2010.
Presidente do Conselho Deliberativo: Hélio Cadore.
Coordenação executiva: Maria Augusta Guimarães.
Equipe de comunicação: Marco Carvalho e Isabel Victorio. Foto : Cezar Lemos.
Tel: (41) 3015-2045/ Fax: 3015-2066
Rua XV de Novembro, n°2020. Alto da XV. Curitiba – PR
www.serpia.org.br/ serpia@serpia.org.br
17/09/10 (6ª.-feira):
08:00 – Credenciamento
08:30 – Abertura
- Maria Augusta de Mendonça Guimarães – Coordenadora Geral da Associação Serpiá.
- Hélio Cadore – Presidente da Associação Serpiá.
- Adalberto Carneiro – Gerente Executivo do SESC da Esquina.
09:00 – Conferência: José Outeiral
10:30 – Intervalo
11:00 – Mesa redonda: Interdisciplinaridade no Trabalho com Adolescentes
- Construções e Fazeres: uma experiência da Terapia Ocupacional na clinica interdisciplinar
- Marina Siqueira Campos – Terapeuta Ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital Nossa Senhora da Luz, educadora brinquedista, técnica em artes cênicas pela Escola Técnica da UFPR.
- O Adolescente na Brinquedoteca.
- Ísis Romankiu de Alencar – Graduanda em Pedagogia, educadora brinquedista e responsável pela Brinquedoteca da Associação Serpiá.
- Clinica e Tratamento – é possivel com a Psicanálise?
- Maria Aparecida de Luna Pedrosa – Psicóloga, praticante da Psicanálise, mestre em Psicologia Clínica, membro da Associação Brasileira de Foruns do Campo Lacaniano e da Internacional Foruns Campo Lacaniano (Paris), coordenadora de Pesquisa e Transmissão da Associação Serpiá.
- Debatedora: Regina Célia Titotto Castanharo – Terapeuta Ocupacional, professora do curso de Terapia Ocupacional da UFPR e Conselheira da Associação Serpiá.
12:30 – Almoço
14:00 – Mesa Redonda: Quando a família é um risco para o adolescente?
- Aspectos Jurídicos do Processo de Abrigamento
- Lídia Munhoz Mattos Guedes – Juíza da 1ª. Vara da Infância e Juventude.
- Adoção na Adolescência
- Marília Vieira Frederico – Promotora de Justiça da 2ª. Vara da Infância e Juventude.
- Sobre Nome de Família
- Suely Poitevin – Psicanalista, coordenadora do Núcleo de Estudos de Família da Associação Serpiá.
- Debatedora: Marcia Frassão. Psicóloga, mestre em Psicologia pela UFSC, professora do curso de Psicologia da UFPR.
16:00 – Intervalo
16:30 – Conferência: José Outeiral
18/09/10 (sábado):
08:00 – Mesa redonda: Intervenções na Adolescência
- O Espaço da Criação na Clínica com Adolescentes Toxicômanos.
- Márcia Regina Motta. Terapeuta ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital San Julian.
- Adolescência e Grupo
- Shirley Rialto Sesarino. Psicanalista, professora na PUC-PR, mestre em História pela UFPR.
- Programa Atitude – uma experiência com adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
- Clarissa Matos. Psicóloga do Programa Atitude – Secretaria de Estado da Criança e Juventude.
- Debatedora: Cassiana Atem. Psicóloga, coordenadora clínica da Associação Serpiá.
10:00 – Intervalo
10:30 – Mesa Redonda: Adolescência Vulnerável
- Os Rituais na Adolescência – articulações com as tentativas de suicídio.
- Célio Luiz Pinheiro. Psicanalista, mestre em Antropologia Social pela UFPR.
- Adolescência e Ficção: uma fenda no tempo.
- Angela M.S. Valore. Psicanalista. Analista-Membro da Association Lacanienne International. Analista-Membro, Membro fundador e presidente da LETRA-Associação de Psicanálise. Professora na UTP e PUC-PR.
- O Adolescente em Conflito com a Lei: apontamentos, impasses e direções.
- Lílian Mara Gheno. Psicóloga da Delegacia do Adolescente.
- Debatedora: Juratriz Salete Ribas. Psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Curitiba, psicóloga da escola de música DACAPO. Mestre em Ciências da Educação, especialista em saúde mental, psicóloga do CAPSad.
12:30 – Almoço
14:00 – Mesa Redonda: Possibilidades de Inclusão
- A Escola e a Inclusão na Adolescência
- Elise Haquim. Pedagoga, especialista em Educação Especial e Inclusiva, participante do Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação da Associação Serpiá.
- O Esporte como Possibilidade de Inclusão ao Adolescente
- Alceu Natal Neto. Membro fundador e primeiro presidente da ONG Futebol de Rua.
- O Jovem e a Arte: uma proposta de trabalho em ambiente não formal
- Rudinei Nicola. Educador, coordenador de projetos com juventude do IDDEHA (Instituto de Defesa dos Direitos Humanos).
- Debatedor: Danielle Guerra. Fonoaudióloga, especialista em Linguagem Clínica e Escolar, coordenadora do Portal da Inclusão, coordenadora do Projeto de Inclusão Escolar da Associação Serpiá.
16:00 – Intervalo
16:30 – Conferência: José Outeiral
18:00 – Encerramento
Clique para ampliar:
Tereza Pires é bióloga e educadora brinquedista, além de educadora ambiental e ecobrinquedista. Tereza sempre se interessou pela reutilização de materiais, como a sucata, para a fabricação de jogos e brinquedos. A educadora ministrará a palestra Ecoludicidade no VIII Curso de Educador Brinquedista, que ocorrerá entre 19 e 23 de julho, e nessa entrevista contará um pouco sobre seu trabalho na Ecobrinquedoteca.
Porque o nome “Ecobrinquedoteca”?
Significa que todos os jogos, brinquedos e adereços são feitos com material re-utilizável, ou seja, sucata e outros que perdem seu valor – como caixas e papéis de presente, tampas de perfumes, cremes, xampu, retalhos de tecido, adesivos de gráfica, couro e tudo que possa ser transformado em material pedagógico, terapêutico ou de lazer.
Você acha que isto vai resolver o problema do lixo?
Não mesmo! Na questão do lixo, me baseio nos 3Rs. “Reciclar” é importantíssimo, mas nem tanto quanto aos próximos dois Rs. “Reutilizar” é o que fazemos e “reduzir” é o mais importante e difícil, pois necessita de mudanças de paradigmas e ir contra o consumismo.
Qual o público que você envolve?
A princípio são educadores em geral, professores, monitores e profissionais de instituições formais e não formais. A Ecobrinquedoteca é também requisitada por universitários de todos os cursos que vislumbrem contemplar o lúdico no seu fazer terapêutico, no lazer ou no pedagógico. Exemplo: educação física, terapia ocupacional, psicologia, fonoaudiologia, pedagogia, eco-turismo, matemática, educação ambiental, naturologia, biologia, entre outras.
Qual o local mais inusitado que você já esteve?
Por incrível que pareça, este ano será a quinta vez que levaremos a Ecobrinquedoteca para o Cemitério no dia de Finados. A psicóloga da comunidade Santa Rita tem amenizado o clima deste dia com massagens, exposição de arte, apresentação musical e a Ecobrinquedoteca é muito interessante para os visitantes.
Este seu fazer pode gerar renda?
Sem dúvida! Além da formação de ecobrincantes para atuarem em instituições formais e não formais, ela oferece oportunidades para as pessoas que querem ser babás ou baby sitters Também podem confeccionar Ecobrinquedotecas para os mais diversos públicos.
Quem financia sua Ecobrinquedoteca?
Conseguimos um edital pelo MINC (Ministério de Cultura) e teremos verba até 2012 para Oficinas, Vivências e Workshops. Temos como parceiro o Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim, que nos cedeu um magnífico espaço onde seria uma Escola Técnica Agrícola.
Para saber mais sobre o VIII Curso de Educador Brinquedista, clique aqui.

Instrumentos musicais feitos de latas, garrafas PET, tampinhas, potes de yogurte, caixa de leite. Foto: Emile Emiachon








