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O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).
Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.
Diversidade de público e de conteúdo
Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.
A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.
Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.
Para cada participante o curso deixa uma marca
Durante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.
Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.
A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.
Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.
Diversidade de público e de conteúdo
Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.
A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.
Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.
Para cada participante o curso deixa uma marca
Durante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.
Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.
A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.
Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.
O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).
Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.
Diversidade de público e de conteúdo
Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.
A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.
Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.
Para cada participante o curso deixa uma marcaDurante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.
Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.
A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.
Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.
O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).
Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.
Diversidade de público e de conteúdo
Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.
A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.
Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.
Para cada participante o curso deixa uma marcaDurante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.
Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.
A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.
Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.
O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ em
parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Neste ano, o encontro com o brincar aconteceu entre os dias 13 e 17 de julho, na Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe).
A cada ano, o curso vem se caracterizando por atrair diferentes públicos, por alcançar cidades cada vez mais distantes e nessa sexta edição não foi diferente. Pedagogas, psicólogas, estudantes, professores de educação física, advogados, vindos de várias cidades – como Curitiba, Irati, Jaraguá do Sul, Pontal do Paraná, Castro, Londrina, Santo Antonio da Platina – participaram das aulas.
Brincando e aprendendo
Durante os cinco dias de encontro, os 60 alunos, além de assistir às aulas, riram, fantasiaram, brincaram, enfim, voltaram a ser criança, mas sem deixar o aprendizado de lado. Apesar do clima de descontração e entusiasmo que envolvia participantes e professores, o objetivo de trocar conhecimentos não foi esquecido num só instante. “Os professores são muito abertos para passar o conhecimento; a gente troca experiências com eles e com os colegas, está sendo muito legal”, contou a psicóloga Cleusa Irigonhe.
Para cada aluno essa transferência teve um significado diferente. A auxiliar de classe Leonides Veloso comentou que participar do curso foi uma forma de aprimorar seus conhecimentos. “Eu já atuo na área, mas o curso me trouxe novas idéias e novos métodos de aproximação das crianças”, afirmou. Já o coordenador de lazer, Rafael Ramos, disse que a descoberta do que é ser um educador brinquedista e das possibilidades que o brincar oferece surpreenderam. “Eu nunca tive contato com o que é ser um educador brinquedista, não sabia que quem fazia a brinquedoteca era o brinquedista e não os brinquedos. Eu nasci de novo para o brincar”, contou entusiasmado.
No penúltimo dia de aula, alunos e professores já estavam com a sensação de que os dias tinham passado rápido demais. “Estou vendo que está acabando, vai ficar aquele gostinho de ‘quero mais’”, disse a pedagoga Sandra Weber. Mas todos eles, ao final do curso, saíram com uma bagagem que vão carregar para sempre, como contou a funcionária pública Cleide Steniski. “O curso fez com que eu vislumbrasse uma nova direção para o meu trabalho. Estou me sentindo uma brinquedista; vou sair daqui com uma riqueza bem grande e quero plantar essa semente”, afirmou.
Dever cumprido
A coordenadora do curso, Ingrid Cadore, comentou, baseada na avaliação feita pelos alunos, que a sexta edição do curso de educador brinquedista foi um sucesso. Segundo Ingrid, isso se deve a experiência acumulada ao longo dos anos e ao empenho dos professores, monitores e da equipe SERPIÁ, que se dedicaram para que tudo acontecesse da melhor forma possível.
Para a coordenadora, o momento lúdico que marcou essa edição foi o último dia de aula, o “Dia da Fantasia”. “Os alunos foram convidados a assistir às aulas caracterizados, as monitoras se fantasiaram no capricho e até o Tarso Cadore (o presidente da SERPIÁ, Hélio Cadore, interpretando o personagem) compareceu para brincar com a gente, fazendo com que todos dessem boas risadas”, lembrou.
A cada ano, o curso vem se caracterizando por atrair diferentes públicos, por alcançar cidades cada vez mais distantes e nessa sexta edição não foi diferente. Pedagogas, psicólogas, estudantes, professores de educação física, advogados, vindos de várias cidades – como Curitiba, Irati, Jaraguá do Sul, Pontal do Paraná, Castro, Londrina, Santo Antonio da Platina – participaram das aulas.
Brincando e aprendendo
Durante os cinco dias de encontro, os 60 alunos, além de assistir às aulas, riram, fantasiaram, brincaram, enfim, voltaram a ser criança, mas sem deixar o aprendizado de lado. Apesar do clima de descontração e entusiasmo que envolvia participantes e professores, o objetivo de trocar conhecimentos não foi esquecido num só instante. “Os professores são muito abertos para passar o conhecimento; a gente troca experiências com eles e com os colegas, está sendo muito legal”, contou a psicóloga Cleusa Irigonhe.
Para cada aluno essa transferência teve um significado diferente. A auxiliar de classe Leonides Veloso comentou que participar do curso foi uma forma de aprimorar seus conhecimentos. “Eu já atuo na área, mas o curso me trouxe novas idéias e novos métodos de aproximação das crianças”, afirmou. Já o coordenador de lazer, Rafael Ramos, disse que a descoberta do que é ser um educador brinquedista e das possibilidades que o brincar oferece surpreenderam. “Eu nunca tive contato com o que é ser um educador brinquedista, não sabia que quem fazia a brinquedoteca era o brinquedista e não os brinquedos. Eu nasci de novo para o brincar”, contou entusiasmado.
No penúltimo dia de aula, alunos e professores já estavam com a sensação de que os dias tinham passado rápido demais. “Estou vendo que está acabando, vai ficar aquele gostinho de ‘quero mais’”, disse a pedagoga Sandra Weber. Mas todos eles, ao final do curso, saíram com uma bagagem que vão carregar para sempre, como contou a funcionária pública Cleide Steniski. “O curso fez com que eu vislumbrasse uma nova direção para o meu trabalho. Estou me sentindo uma brinquedista; vou sair daqui com uma riqueza bem grande e quero plantar essa semente”, afirmou.
Dever cumprido
A coordenadora do curso, Ingrid Cadore, comentou, baseada na avaliação feita pelos alunos, que a sexta edição do curso de educador brinquedista foi um sucesso. Segundo Ingrid, isso se deve a experiência acumulada ao longo dos anos e ao empenho dos professores, monitores e da equipe SERPIÁ, que se dedicaram para que tudo acontecesse da melhor forma possível.
Para a coordenadora, o momento lúdico que marcou essa edição foi o último dia de aula, o “Dia da Fantasia”. “Os alunos foram convidados a assistir às aulas caracterizados, as monitoras se fantasiaram no capricho e até o Tarso Cadore (o presidente da SERPIÁ, Hélio Cadore, interpretando o personagem) compareceu para brincar com a gente, fazendo com que todos dessem boas risadas”, lembrou.
A ONG mexicana Fundacíon Jugar es Crescer, especializada em consultoria e formação de brinquedotecas e educadores brinquedistas, lançou o boletim trimestral Balero, com notícias, artigos e reflexões sobre atividades de brinquedoteca. É uma boa oportunidade para conferir o que acontece lá fora, possibilitando um intercâmbio entre as práticas dos brinquedistas do México e daqui do Brasil. Nessa edição, o boletim fala, entre outras coisas, sobre a tarefa de administrar uma brinquedoteca.
Visite também o site da fundação.
Fundação brinquedista mexicana lança boletim informativo
02/03/2009
A ONG mexicana Fundacíon Jugar es Crescer, especializada em consultoria e formação de brinquedotecas e educadores brinquedistas, lançou o boletim trimestral Balero, com notícias, artigos e reflexões sobre atividades de brinquedoteca. É uma boa oportunidade para conferir o que acontece lá fora, possibilitando um intercâmbio entre as práticas dos brinquedistas do México e daqui do Brasil. Nessa edição, o boletim fala, entre outras coisas, sobre a tarefa de administrar uma brinquedoteca.
Visite também o site da fundação.
Por Cristina Rocha Sens
Mais do que uma formação adicional à formação acadêmica, o V curso de Formação de Educadores Brinquedistas e
Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ de 21 a 25 de julho na escola Anjo da Guarda, contribuiu também para a formação pessoal de quem participou. Ana Paula de Bairros Lima é estudante de Pedagogia e mãe. Sua graduação tem ênfase em Educação Infantil e ela sentia falta de saber como brincar com crianças.
“O que aprendo aqui levo para a sala de aula e discuto com os meus colegas, tem sido enriquecedor. É importante termos esse conhecimento porque as crianças estão sempre procurando por coisas novas”, contou no penúltimo dia do curso. O Terapeuta Ocupacional Cláudio Aurélio de Souza faz coro: “É fundamental aprimorarmos nossos conhecimentos”, diz ele. Além disso, Ana Paula garante que vai melhorar na formação do seu filho. “Com certeza vou aplicar em casa o que aprendi”.
A dona-de-casa Maria Aparecida Leite tem quatro netos e se diz “louca” por crianças. Pensando em contribuir com o desenvolvimento dos pequenos, ela fez o curso. “Quero ensinar a eles as brincadeiras de antigamente, que são mais saudáveis”, conta. E ela tem planos para o futuro: pretende montar uma brinquedoteca no condomínio em que mora. “Tem muitas crianças lá. Então seria bom para elas, para meus netos e para mim, pois aprendo muito com eles”. Sua reclamação é que os dias do curso passaram muito rápido. “Foi bem proveitoso e dá impressão que foi curto. É uma pena já ter acabado”, lamenta.
Diversidade
A coordenadora do curso, a conselheira da SERPIÁ Ingrid Fabian Cadore, se diz surpresa com a variedade de público querendo aprender como o brincar influencia no desenvolvimento humano. “A cada ano me surpreendo com o interesse dos profissionais pelo brincar. A turma de 2008 se caracteriza pela diversidade de campos de trabalho, com profissionais da área clínica, outros que vão trabalhar com pessoas com necessidades especiais e até mesmo acadêmicos”, conta.
No total, 52 pessoas participaram do curso. Gente de todas as idades e algumas vindas de outras cidades, como Guapirama, Piraí do Sul, Nova Londrina e até Rondonópolis (MT). Tantos interessados no assunto evidencia, segundo Ingrid, um conceito de saúde. “Preventivamente, temos uma comunidade cada vez maior acreditando que brincar é essencial ao desenvolvimento humano”.
Para ela, está provado que ou se faz alguma coisa para que as crianças possam brincar, ou “teremos muito trabalho para superar as dificuldades daquelas que não conseguem aprender porque não brincaram”.
A brincadeira beneficia a criança em diversos aspectos e, para isso, atuação do educador brinquedista é fundamental
Por Cristina Rocha Sens
Além de divertir e servir como passa-tempo, brincar oferece benefícios não tão evidentes assim, como socialização, auto-conhecimento e descoberta do mundo. A brincadeira, desde que seja a escolhida pela criança (pois atende suas necessidades pessoais), é a atividade mais completa no desenvolvimento infantil, contribuindo para a formação física, intelectual, emocional e social do cidadão. “Brincar forma as pessoas. Quanto mais a criança brinca, mais aprende a conviver com os outros. O adulto que mais brincou é aquele mais criativo para lidar com a vida, pensa mais, inventa mais”, explica a conselheira da SERPIÁ Ingrid Cadore.
Mas, para tanto, é fundamental a presença de um adulto capaz de acolher as variadas formas de brincar, oferecer novas idéias lúdicas, organizar os pequenos em suas brincadeiras e negociar a imposição de limites e regras – o educador brinquedista. “Só as regras que são pensadas são aceitas e por isso serão mantidas mesmo que não haja vigilância. Esse é o maior benefício do jogo com regra, o princípio do pensamento ético, moral”, destaca Ingrid. A atuação desse profissional é essencial e exige preparo, pois ele precisa entender a importância do seu trabalho e o que a brincadeira significa para a criança.
Apesar de ainda não ser reconhecida como profissão, a formação de educador brinquedista é uma capacitação adicional à formação acadêmica (de qualquer área) e vem tendo sua importância reconhecida gradualmente. Em 2005, foi aprovada a Lei número 11.104, de autoria da Deputada Federal Luiza Erundina, que obriga hospitais e unidades de saúde de todo o país, com atendimento pediátrico, a instalar brinquedotecas em suas dependências contribuindo, assim, para diminuir o sofrimento da internação hospitalar, com resultados comprovados de ajuda para o restabelecimento da saúde da criança.
Profissionais dos mais variados segmentos podem formar-se educador brinquedista, e não necessariamente para atuar em brinquedotecas. “Pessoas que trabalham ou desenvolvem projetos para crianças podem participar da formação, sejam da área da saúde, da educação, publicitários, arquitetos, urbanistas”, exemplifica a conselheira da SERPIÁ.
Um espaço que interliga o brincar e o fazer criativo com as terapias, a brinquedoteca é uma área específica para as crianças, que contam com um especialista pronto para incentivar e mediar o livre brincar. O conceito de brinquedoteca, ainda pouco conhecido no Brasil, evoluiu de “biblioteca de brinquedos”, um serviço de empréstimo de brinquedos e jogos, para o de “espaço especialmente preparado para brincar”, presentes em escolas, hospitais e clínicas, por exemplo.
De acordo com Ingrid, é preciso acabar com o mito de que o ambiente é apenas para crianças. “Brinquedoteca é uma alternativa social que visa atender pessoas de qualquer idade”, definiu.
Curso
Pelo quinto ano, a SERPIÁ promove o V Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, de 21 a 25 de julho na escola Anjo da Guarda. Esse curso acontece em apenas duas cidades do Brasil: Curitiba e São Paulo.
Coordenado por Ingrid Cadore e certificado pela Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), tem duração de 40 horas e inclui aulas teóricas e práticas.
A coordenadora ressaltou que o módulo Elaboração de Projetos é uma característica do curso de Curitiba e que a grade curricular contempla as especificidades dos campos de atuação: brinquedoteca na clínica interdisciplinar, brinquedoteca comunitária, escolar e hospitalar. Além disso, após o curso, serão ofertadas duas horas gratuitas de assessoria em grupo a projetos de brinquedotecas. “Essa ênfase é uma personalidade própria do nosso curso”, finalizou.
Mais informações pelos telefones 3015-2045 e 3015-2066.
Muitas pessoas contribuiram para fazer com que este curso tivesse êxito. A presença dos participantes, claro, foi fundamental. Porém, várias pessoas da Equipe SERPIÁ tiveram participação ativa durante não só as 40 horas daquela terceira semana do mês de julho, quanto também da preparação pré e pós curso.
Por isso, a homenagem fotográfica a essas pessoas – ainda que algumas, como as irmãs Jandira e Djanira, que trabalharam até no domingo, dia 15, não apareçam nas fotos a seguir.

A coordenadora Camila Gonçalves (ponta) e algumas das alunas-monitoras (da esquerda para a direita, a partir de Camila: Andressa Lewek, Naiara Longoni, Ana Claudia de Almeida, Gabriela Guérios e Renata Vieira). Voluntárias da SERPIÁ, elas ajudaram a organizar o curso e, de quebra, saíram formadas como educadoras brinquedistas.
Como acontece em qualquer curso – inclusive (e principalmente) nos cursos de graduação, que ainda assim duram anos – nem todos aqueles que se formam necessariamente passam a atuar na área.
Por isso, seria muito otimismo achar que todas as 66 pessoas que participaram desta IV edição do “Curso de Brinquedista” (como é apelidado) irão realmente atuar em uma brinquedoteca – quanto mais, organizar uma.
Ainda assim, para aqueles que o fizerem, é fundamental associar-se à Associação Brasileira de Brinquedotecas – a ABBri.
“Em primeiro lugar, para ‘mostrarmos nossa cara’, ou seja, para que sejam conhecidas nacionalmente a seriedade e importância do trabalho realizado nas brinquedotecas”, reforça Ingrid Cadore. “Após trinta anos de existência da ABBri, ainda me deparo com profissionais das mais diversas especialidades e com a mídia em geral se surpreendendo com o profissionalismo desse trabalho, como se fosse uma idéia nova, uma profissão nova”, conta. Para Ingrid, este é um problema dos brasileiros que, diferente do que acontece na Europa e nos Estados Unidos, não têm uma cultura associativista desenvolvida e por isso cada um faz seu trabalho de forma isolada, sem tanta repercussão.
Além disso, não saber quantas brinquedotecas existem em Curitiba, no Paraná ou no Brasil dificulta a criação de políticas públicas que garantam às crianças o direito de brincar. “Como vamos conscientizar as autoridades da importância de se ter brinquedotecas públicas que atendam as necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade? Se não sabemos quantos somos, quais nossas chances de ver a profissão de educador brinquedista reconhecida? Finalmente, se não mostramos a nossa cara, como vamos ter recursos para sustentar a nossa brinquedoteca?”, questiona a coordenadora.

Turma do curso 2007, no pátio da Escola Anjo da Guarda: no total, dos 66 alunos, 64 mulheres e apenas 2 homens.
Muitos participantes expressaram sua compreensão sobre a importância da ludicidade na vida das pessoas de qualquer idade e das crianças em especial, ampliando as possibilidades de atuação do educador brinquedista em contextos menos conhecidos: museu, designer de brinquedos e jogos, recurso para aprendizagem de língua estrangeira, entre outros.
Para a estudante de psicologia Suelen Galtringer, “ser brinquedista é ter alegria em diferentes situações, sem medo de ser ridículo e utilizar meios disponíveis para trazer a alegria para o outro”.
Sua colega de curso, a estudante de psicopedagogia Susan Rodiger, enfatizou a importância da formação contínua: “Três elementos são fundamentais para o Educador Brinquedista: estudar – e muito – para saber o que fazer; saber olhar o que acontece, perceber pelo olhar o que a criança quer dizer; e seja o que fizer, fazer com amor”.
Já a psicóloga Rosa Maria Rizzardo entendeu que não só as crianças, mas também jovens e adultos podem resgatar, através do brincar, elementos importantes à sua formação.
Para alguns, o curso deste ano teve outras utilidades, como a de definir o projeto de monografia de pós-graduação – o caso da estudante de Museologia (Belas-Artes do Paraná) Elizabeth Berman – ou ajudar a vislumbrar novas possibilidades de realização de sonhos, como o da atriz e professora Sandra Gutierrez, que quer abrir um centro de artes onde possam ser desenvolvidas oficinas variadas tanto para crianças quanto para adultos. “Um grupo de pesquisa teatral; uma brinquedoteca integrada a um Café; e mais pra frente, quem sabe, um teatro. Um espaço particular, mas que tenha a possibilidade de ter parcerias com o Estado e a prefeitura, oferecendo capacitação para profissionais e atendimento a comunidades carentes”, descreveu Gutierrez.
Rosana Franco, de Palmeira-PR, enfatizou a necessidade de todos educadores brinquedistas se conscientizarem da importância das brinquedotecas serem contempladas nas políticas públicas, com projetos e orçamentos previstos em lei. Para Jaqueline Gaiewski, psicóloga recém-formada, o curso ajudou a esclarecer duvidas sobre a direção no seu trabalho: “Hoje, eu já sei para que lado vou direcionar o meu barco. Além disso, o curso me proporcionou ganhos significativos na vida pessoal. Tenho primos pequenos e vou brincar muito com eles! Pensando a longo prazo, meus filhos vão adorar ter uma mãe brinquedista“, vislumbrou.
No final, os depoimentos ficaram restritos somente a elogios; contemplaram também críticas e sugestões: enfatizar ainda mais as especificidades das brinquedotecas em cada contexto; esclarecer mais a direfença do papel do psicoterapeuta e do educador brinquedista na brinquedoteca da clínica interdisciplinar; diversificar as possibilidade de educação continuada e a importancia de todos continuarem em contato para trocar experiências e compartilhar dificuldades.
Participou do curso e quer dar o seu depoimento? Fale conosco!
| Querer é Poder!!!Essa é a mensagem que eu carrego comigo depois do curso de Educadora Brinquedista. Todos que estiveram nessa jornada de 2007 sabem do que estou falando. Recebemos algo novo e que não tem preço… lembramos como é bom brincar.. e sonhar … se divertir!!!! Cada novo Educador Brinquedista irá aproveitar do seu modo o que aprendeu, mas com certeza ninguém vai esquecer de nenhuma palavra ou brincadeira… Deixo aqui meu gesto de carinho e agradecimento a todos que se dedicaram nesse curso e tambem quero falar do apoio que eu mais algumas brinquedistas recebemos da equipe após o curso, graças a isso vou realizar meu sonho no próximo ano: Vou montar minha primeira Brinquedoteca!!! Quero que todos os atuais e futuros Brinquedistas acreditem e confiem no trabalho dessa equipe maravilhosa ,pois eles estiveram sempre a disposição para todos que precisaram de algum apoio. Agradeço hoje e sempre! beijos |
* Fabiana Rodrigues, em email enviado à SERPIÁ.
A versão 2007 do Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas caracterizou-se pela ampliação da proposta, de acordo com quatro objetivos pré-estabelecidos:
- Transmissão de referencial teórico que fundamentam o brincar;
ampliação de repertório lúdico do educador brinquedista (inclusive apresentando – opções de materiais confeccionados artesanalmente ou de baixo custo);
- Compreensão da especificidade das brinquedotecas nos diferentes contextos: hospitalar, escolar, clínico, comunitário e de inclusão e/ou atendimento a pessoas com necessidades lúdicas e educativas especiais;
- Aperfeiçoamento pessoal continuado.
Neste sentido, pela primeira vez, está se ofertando supervisão a projetos de implantação de brinquedotecas; foi também o primeiro ano em que se tentou uma reaproximação significativa com os brinquedistas formados nos anos anteriores do curso. “Este primeiro esforço pretende ser sustentado por contatos mais freqüentes por e-mail, visitas e a publicação de pequenas notas no nosso site, do trabalho desenvolvido por esses brinquedistas formados por nós”, explica a coordenadora do Curso e também da Brinquedoteca da Associação Serpiá, Ingrid Cadore.
Essa preocupação com a continuidade da formação não é à toa. Afinal, um educador brinquedista não se forma com apenas 40 horas de um curso. Segundo Ingrid, apesar do conteúdo teórico-prático oferecido pela SERPIA possibilitar uma sensibilização e um encantamento inicial, somente após a inserção numa brinquedoteca é que começa a formação continuada. “Só se aprende de fato, fazendo!”, resume ela.
Ainda assim, a Associação SERPIA já está estudando a possibilidade de formação de grupos de estudo abertos à comunidade para tratar de temas diversos, inclusive relacionados ao brincar e às brinquedotecas. “Também pretendemos oferecer com mais freqüência cursos de 8 ou 12 horas com temas bem específicos, para instituições que queiram implantar uma Brinquedoteca ou discutir temas de educação continuada de sua equipe”, salienta Ingrid.
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Fantasias foram um dos recursos utilizados para que os participantes vivenciassem o espírito lúdico.
O curso deste ano, realizado no Colégio Anjo da Guarda pela Associação Serpiá em pareceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas, foi um verdadeiro sucesso. Por durante 40 horas, do dia 16 ao dia 20 de julho, 66 pessoas aprenderam, praticaram e relembraram um pouco a importância do brincar.
Entre os participantes, gente de todas as idades e profissões: teve de estudante à professora, de babá à dona de casa; psicólogos, atrizes, uma estudante de arquitetura, outra de designer, uma economista, uma empresária, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogas, assistentes sociais, pedagogas, marqueteiras, uma bacharel em teologia e até uma advogada.
Mais sobre o curso
Curso oferece supervisão a projetos



















