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Turma do Curso de Formação de Brinquedistas SESI/Pr

O Curso de Formação de Brinquedistas SESI/PR, encerrado em 26 de julho, foi o primeiro da parceria entre a Associação SERPIÁ e o SESI. Esse curso inicial teve cinco dias de duração e uma platéia de 50 professoras da educação infantil do SESI. Segundo Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação infantil do SESI, a idéia de chamar a SERPIÁ para realizar esse curso surgiu a partir do Curso de Educador Brinquedista de janeiro desse ano, realizado na sede SESI do Portão, o qual Isabel teve a oportunidade de conhecer. “Fui lá visitar, conhecer um pouquinho e gostei muito da proposta” – explica ela.

Para Isabel, havia a necessidade de se fazer uma capacitação desses profissionais, de forma que as brinquedotecas do SESI sejam implementadas. Segundo ela, o brincar é um eixo de trabalho que faz parte da proposta pedagógica da entidade e o curso “agrega e muito com suas sugestões de atividades, mostrando o livre brincar, o brinquedo e o brincar mais direcionados, além do brinquedista no papel de mediador”.

O conteúdo difere um pouco do curso sediado na FEPE, o VIII Curso de Educador Brinquedista, visto que foi voltado apenas a professores de educação infantil contratados do SESI. Dessa forma, essa edição incluiu temas mais específicos como a aula “A Brinquedoteca nas Unidades de Educação Infantil do SESI Pr”, ministrada pela coordenadora do curso Ingrid Cadore.

Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, atribui o sucesso dos cursos realizados pela Associação à qualidade dos eventos, como o de VIII Formação de Educador Brinquedista – em que 96% dos alunos disserem estar satisfeitos ou muito satisfeitos – e o curso para educadores do SESI, cuja avaliação também foi excelente. Outro fator para tal sucesso são “as parcerias significativas como a Fundação Educativa, o HPP e o SESI na realização desses cursos ou como o SESC da Esquina, para a realização da III jornada da Adolescência, que acontecerá em 17 e 18 de setembro” – comenta Hélio.

Foto da turma de julho de 2010: 35 novos educadores brinquedistas são formados

Foi entre 19 e 23 de julho que ocorreu o VIII Curso de Educador Brinquedista. Essa oitava edição foi sediada na FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção aos Excepcionais – e realizada pela SERPIÁ junto à ABBri, Associação Brasileira de Brinquedotecas. O curso contou com 35 inscritos e com a participação de palestrantes como Andrea Fedeger, Fernanda Gorosito e Tereza Mirian.

O curso de 40 horas, que é único aqui em Curitiba e um dos poucos no país, tem a intenção de levar os alunos a conhecerem um pouco mais sobre as brinquedotecas – esses espaços lúdicos e terapêuticos. De acordo com Andrea Fedeger – professora da UFPR de Terapia Ocupacional e responsável pelos módulos “Brinquedoteca na Proteção Social” e “Equipe da Brinquedoteca” – o educador brinquedista pode atuar em hospitais, escolas, ONGs e prefeituras, ainda que não seja uma profissão regulamentada. “É uma pessoa com formação para, um aprimoramento, uma forma de olhar o brincar dentro de um espaço especial” – comenta Andrea.

Teoria e prática do início ao fim

Turma em visita ao Hospital Pequeno Príncipe

No evento, houve aulas que demonstraram a importância do brincar tanto de forma teórica quanto prática. Alice Momm, aluna do curso, pensa que essa formação ambivalente “foi fundamental para que a gente descobrisse o brinquedista que tem dentro de cada um”. O grupo se dividiu para fazer visitas técnicas, que incluíram a brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, da SERPIÁ e do Anjo da Guarda. Alice acredita que as visitas foram essenciais “porque não é só sentar e ter todas essa carga de experiência compartilhada, mas é você ir lá observar e praticar”, conta.

Uma das aulas mais comentadas foi a aula da professora Tereza Mirian, bióloga e educadora brinquedista, que teve como conteúdo a ecoludicidade. De acordo com Tereza, a aula tem a intenção de abrir os olhos dos alunos para a “possibilidade de se ter um material pedagógico de lazer ou terapia sem custos”. Na aula, os alunos tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre reutilização, reciclagem e redução dos recursos dentro de uma brinquedoteca na prática: confeccionando jogos e brinquedos com sucatas. Segundo a bióloga, um dos pontos fortes do curso foi o interesse da alunas, que “foram fantásticas, muito interessadas em aprender e participar, jogar e também confeccionar”, revela Tereza.

Fernanda Gorosito, psicóloga clínica e professora do curso desde a primeira edição, foi uma das palestrantes do último dia com sua aula prática “Brincar e cantar: é só começar”, na qual se divertiu ensinando suas brincadeiras aos adultos. “Brincar de verdade aqui faz com que eles se sintam mais confiantes e trabalhar isso com as crianças pode ser super significativo”, conta a psicóloga. Fernanda falou um pouco sobre as cantigas antigas e folclóricas e também deu dicas sobre as novidades no universo musical infantil. Além disso, os alunos dançaram e cantaram músicas que servem tanto para divertir quanto para auxiliarem na socialização e desenvolvimento mental das crianças.

Aluna do curso, Maria Clarice Bauer, acredita que “você se identifica com o que vem buscar”. Para ela, que tinha muitas dúvidas sobre a brinquedoteca hospitalar, a palestra de Patrícia Bertolini, psicóloga e coordenadora da brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, foi bastante ilustrativa. “Tanto o material e as experiências que ela trouxe quanto a apresentação dela foram muito ricos”.

“O nosso curso vem se caracterizando pela discussão das especificidades da brinquedoteca no contexto da escola, da escola de educação especial, da clínica interdisciplinar e dos hospitais”, afirma Ingrid Cadore, que além de assistente social e palestrante, é uma das coordenadoras do curso. Segundo Ingrid, outros assuntos que seguem a linha de interdisciplinaridade, abordados nessa edição, foram a brinquedoteca em comunidades de risco social e a brinquedoteca com proposta de defesa do meio ambiente, a ecobrinquedoteca.

Aprender a brincar

Para Fernanda Gorosito, a brincadeira é a forma de se aproximar de uma criança, de se criar um vínculo e, assim, poder ajudá-la. “Brincando com ela, você a está respeitando e isso vai fazer com que ela se respeite também. Brincando você está ouvindo ela e, assim, ela te ouve” – reflete.

Ingrid Cadore comenta que a essência do curso “é a reflexão sobre a importância que o brincar espontâneo tem para a criança e a brinquedoteca como alternativa de acolher as necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade na sociedade atual”. E por isso o curso, que teve um índice de 96% de pessoas satisfeitas ou muito satisfeitas, investe tanto na fundamentação teórica, no repertório lúdico diversificado e no verdadeiro mergulho na infância do educador brinquedista – na história de seu brincar. “Esse investimento potencializa uma disponibilidade interior para suscitar, acolher, mediar e organizar os brincares expressados na brinquedoteca, possibilitando um novo olhar sobre a importância disso para cada um, em particular”, analisa a coordenadora.

Assista

Vídeo de encerramento do VIII Curso de Educador Brinquedista

SERPIÁ realiza dois cursos de brinquedoteca em julho

Sucesso garantido: 96% dos alunos do VIII Curso de Educador Brinquedista se disseram satisfeitos ou muito satisfeitos como o curso. Foto: Cezar Lemos.

De 19 a 23 de julho foi realizado o VIII Curso de Educador Brinquedista, promovido pela SERPIÁ em associação com a ABBri. A semana reuniu palestrantes conhecidos no mundo das brinquedotecas que partilharam seus conhecimentos na área com os 40 alunos inscritos. Para Ingrid Cadore, coordenadora sócio-cultural, o curso tem se caracterizado por discutir a brinquedoteca dentro de contextos específicos, como na educação especial, nos hospitais e nas clínicas interdisciplinares. “A tendência é buscar, cada vez mais, a reflexão sobre a trajetória das brinquedotecas, suas especificidades nos diferentes contextos, com o cuidado de preservar a sua essência, que é a de  acolher as necessidades lúdicas do ser humano de qualquer idade”- conta Ingrid.

O Curso de Formação de Educador Brinquedista SESI/PR, ocorrido entre 26 e 30 de abril, também obteve boa avaliação dos alunos. Foto: Ísis Romankiu.

Na semana seguinte, ocorreu o Curso de Formação de Educador Brinquedista SESI/PR, resultado de uma parceria entre a SERPIÁ e o SESI, em que 50 profissionais da educação infantil vindos de todo o estado participaram. De acordo com Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação do SESI, a idéia do curso partiu de um interesse da entidade em implementar suas brinquedotecas através da capacitação desses profissionais. “Temos professores da educação infantil e o brincar, o lúdico, faz parte da nossa proposta pedagógica” – explica Isabel.

Segundo com Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, os cursos fazem parte de um dos eixos estratégicos da Associação, que é o da geração e disseminação de conhecimentos. Pondo em prática esse eixo, a SERPIÁ, “executa eventos de formação, como os cursos de Formação de Educadores Brinquedistas e Jornadas” completa Hélio. O presidente aproveita a oportunidade “para cumprimentar toda a equipe SERPIÁ que se envolve com paixão  nesses eventos e agradecer todos os parceiros que confiam na SERPIÁ e acreditam na sua missão”.

O risco será tema da III Jornada da adolescência

A III Jornada da adolescência, que acontecerá nos dias 17 e 18 de setembro no SESC da Esquina, tratará de temas em torno do risco na adolescência, e contará com a presença de José Outeiral. O convidado para o evento, que é médico, psiquiatra, além de especialista em psiquiatria de adultos, adolescentes e crianças, já participou como supervisor em uma das apresentações de caso clínico na SERPIÁ.

A exposição do tema, de acordo com Maria Augusta Guimarães, coordenadora executiva da SERPIÁ, se faz necessária, pois são observados, na prática clínica, fatos recorrentes – que demonstram o tipo de risco a que adolescentes estão expostos.  De acordo com a coordenadora, “envolvimento não somente com drogas, mas também com tráfico, meninas muito jovens grávidas e fazendo abortos, rompantes de violência por motivos banais” são alguns dos acontecimentos que suscitaram a realização da jornada. O evento, dessa forma, tem a intenção de discutir que direção tomar a partir dessas situações e como se pensar em ações articulando a família, a escola e a sociedade.

A jornada será composta de várias mesas redondas que servirão para a interlocução de temas como: interdisciplinaridade no tratamento de adolescentes, relação entre família, adolescentes e o Estado, adolescência vulnerável e a possibilidade de inclusão. Maria Augusta afirma que jornada é voltada “a todos aqueles que de alguma forma trabalham direta ou indiretamente com o público adolescente – como profissionais e estudantes da área da saúde, educação, serviço social, conselhos tutelares e policiais”.

Educadoras na Ecobrinquedoteca

Tereza Pires é bióloga e educadora brinquedista, além de educadora ambiental e ecobrinquedista. Tereza sempre se interessou pela reutilização de materiais, como a sucata, para a fabricação de jogos e brinquedos.  A educadora ministrará a palestra Ecoludicidade no VIII Curso de Educador Brinquedista, que ocorrerá entre 19 e 23 de julho, e nessa entrevista contará um pouco sobre seu trabalho na Ecobrinquedoteca.

Porque o nome “Ecobrinquedoteca”?

Significa que todos os jogos, brinquedos e adereços são feitos com material re-utilizável, ou seja, sucata e outros que perdem seu valor – como caixas e papéis de presente, tampas de perfumes, cremes, xampu, retalhos de tecido, adesivos de gráfica, couro e tudo que possa ser transformado em material pedagógico, terapêutico ou de lazer.

Você acha que isto vai resolver o problema do lixo?

Não mesmo! Na  questão do lixo, me baseio nos 3Rs. “Reciclar” é importantíssimo, mas nem tanto quanto aos próximos dois Rs. “Reutilizar” é o que fazemos e “reduzir” é o mais importante e difícil, pois necessita de mudanças de paradigmas e ir contra o consumismo.

Qual o público que você envolve?

A princípio são educadores em geral, professores, monitores e profissionais de instituições formais e não formais. A Ecobrinquedoteca é também requisitada por universitários de todos os cursos que vislumbrem contemplar o lúdico no seu fazer terapêutico, no lazer ou no pedagógico. Exemplo: educação física, terapia ocupacional, psicologia, fonoaudiologia, pedagogia, eco-turismo, matemática, educação ambiental, naturologia, biologia, entre outras.

Qual o local mais inusitado que você já esteve?

Por incrível que pareça, este ano será a quinta vez que levaremos a Ecobrinquedoteca para o Cemitério no dia de Finados. A psicóloga da comunidade Santa Rita tem amenizado o clima deste dia com massagens, exposição de arte, apresentação musical e a Ecobrinquedoteca é muito interessante para os visitantes.

Este seu fazer pode gerar renda?

Sem dúvida! Além da formação de ecobrincantes para atuarem em instituições formais e não formais, ela oferece oportunidades para as pessoas que querem ser babás ou baby sitters Também podem confeccionar Ecobrinquedotecas para os mais diversos públicos.

Quem financia sua Ecobrinquedoteca?

Conseguimos um edital pelo MINC (Ministério de Cultura) e teremos verba até 2012 para Oficinas, Vivências e Workshops. Temos como parceiro o Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim, que nos cedeu um magnífico espaço onde seria uma Escola Técnica Agrícola.

Para saber mais sobre o VIII Curso de Educador Brinquedista, clique aqui.

Instrumentos musicais feitos de latas, garrafas PET, tampinhas, potes de yogurte, caixa de leite. Foto: Emile Emiachon

Tabuleiros feitos de tecido, jornal trançado, papel marché e papelão. Foto: Emile Emiachon

Jogo matemático feito com palitos de sorvete, tampas de shampoo e papelão. Foto: Emile Emiachon

O grupo estuda o referencial teórico prático sobre o brincar e jogar no desenvolvimento da criança e do adolescente através de textos de Piaget, Vigotsky, Freud, Lacan, Winnicott, Santa Rosa, Manonni, Dolto, Bethelheim e Colli. Outro foco é a compreensão da mediação do brincar como papel principal do educador brinquedista na brinquedoteca da clínica como fundamentação das atividades lúdicas desta.

Discutir as especificidades da brinquedoteca inserida na clínica interdisciplinar, sua função e o papel do educador brinquedista a partir de questionamentos da equipe interdisciplinar, observar os pacientes no cotidiano, registrar os fatos significativos e refletir com os terapeutas sobre os efeitos das intervenções dos educadores brinquedistas são alguns dos objetivos do núcleo.

As reuniões do núcleo são realizadas às terças-feiras, quinzenalmente, das 19h45 às 20h45.

Participantes:

Cláudia Rietter

Francine Oliveira Mendes

Giane Edimara S. B. Broch

Ísis Romankiu de Alencar

Judith Gnatta Rodrigues

Karina Porto Rocha

Ledinalva Pereira de Almeida

Luana S. A. Nogueira

Luiz Sadaiti Santos Tatemoto

Maria Lúcia Bezerra

Melina Curioni Cardoso

Naíra Frutos González

Taia Franco de Albuquerque

Responsável pelo núcleo: Ingrid Fabian Cadore

Você sabia que todas as unidades de saúde que atendem crianças em regime de internação devem manter uma instalação de brinquedoteca em suas dependências? É o que diz a Lei nº 11.104, sancionada pelo Congresso Federal em março de 2005. Desde 2004 a SERPIÁ organiza o Curso de Educadores Brinquedistas, em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas. Confira como foram as últimas edições:

Abril 2010

O Curso de Educador brinquedista Hospitalar, voltado a profissionais tanto da área da saúde, quanto a profissionais da psicologia e da pedagogia, foi idealizado há dois anos pela SERPIÁ e pelo Hospital Pequeno Príncipe e teve sua primeira edição entre 28 de abril e 1° de maio no auditório do HPP. A união surgiu graças à semelhança de valores das entidades. Leia mais…

Janeiro 2010

O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas , promovido pela SERPIÁ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro.  Leia mais…

Julho 2009

O curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÀ em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), já se tornou um evento tradicional no calendário julino de Curitiba. Leia mais…

Julho 2008

Mais do que uma formação adicional à formação acadêmica, o V curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas, promovido pela SERPIÁ de 21 a 25 de julho na escola Anjo da Guarda, contribuiu também para a formação pessoal de quem participou. Leia mais…

Julho 2007

O curso deste ano, realizado no Colégio Anjo da Guarda pela Associação Serpiá em pareceria com a Associação Brasileira de Brinquedotecas, foi um verdadeiro sucesso. Por durante 40 horas, do dia 16 ao dia 20 de julho, 66 pessoas aprenderam, praticaram e relembraram. Leia mais…

Julho 2006

Nos dias 17 a 21 de julho de 2006 aconteceu em Curitiba o III Curso de Educador brinquedista e organização de brinquedoteca organizado pela Associação Serpiá em parceria com a Associação Brasileira de Brinquedoteca. O curso contou com a presença da prof. Nylse. Leia mais…

Inserida na clínica interdisciplinar, a brinquedoteca SERPIÁ é um lugar especialmente preparado para acolher o paciente, onde ele diz de si através do livre brincar, jogar ou outra atividade lúdica à sua livre escolha. Tudo convida para sentir, pensar, expressar, conhecer, construir: sozinho, com outros pacientes, ou com adultos acompanhantes. É um lugar de encontro e de trocas, num contexto sócio-educativo com proposta interdisciplinar.

A Brinquedoteca SERPIÁ é afiliada a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), associação filantrópica que promove a criação de brinquedotecas e cursos de formação de educadores brinquedistas e de organização de brinquedotecas em todo o Brasil.

Educador brinquedista

O educador brinquedista tem formação específica, ele é o mediador que acolhe o paciente e acompanhantes estabelecendo vínculos afetivos. Suas funções são:

Apoiar as escolhas do paciente, suscitar e/ou diversificar seu repertório lúdico transmitindo significados;

Observar a situação lúdica identificando dificuldades, mediando conflitos e inserindo o paciente no grupo, quando é o caso;

Interpretar e negociar limites;

Orientar a família sobre as situações lúdicas importantes;

Relatar fatos significativos e/ou solicitar orientações do terapeuta e participar do estudo de caso.

Festas

A brinquedoteca se torna ainda mais especial nas datas festivas. Esses momentos especiais são fundamentais para o desenvolvimento das crianças e permitem uma interação entre crianças, famílias e terapeutas. Conheça mais sobre as festas da SERPIÁ.

Veja mais!

Os cursos de formação educadores brinquedistas

Visite também o site da ABBri.

Coordenadora da brinquedoteca: Ingrid Fabian Cadore, assistente social, educadora brinquedista, pós-graduada em modalidades de intervenção no processo de ensino e aprendizagem. Representante da ABBri no Núcleo Curitiba e sócia da ITLA (International Toy Library Association). Atua na brinquedoteca da SERPIÁ desde sua fundação e coordena o Núcleo de Estudos do Brincar. É conselheira deliberativa da SERPIÁ desde 2007.

ÁreaEducadora Brinquedista

Formada em Pedagogia pela Universidade Federal do Paraná e em turismo pela Unicemp, Universidade Positivo. É educadora brinquedista e responsável pela brinquedoteca da SERPIÁ, além de atuar em oficinas. Participa dos Núcleos de Estudo do Brincar, da Psicanálise e Educação e da Adolescência

ÁreaEducadora Brinquedista

Cláudia Rietter é aluna de psicologia na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Na SERPIÁ desde outubro de 2008, já atuou como voluntária e, atualmente, é supervisora dos voluntários. Cláudia estagiou na Escola de Educação Especial Alternativa, onde teve contato com alunos com Transtorno Global do Desenvolvimento.