Posts Tagged ‘Artigo’
A Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), filiada a International Toy Libraries Association (ITLA), promove curso teórico-prático de formação do Brinquedista:
A BRINQUEDOTECA: SUA ORGANIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO COM QUALIDADE
10 a 14 de janeiro de 2011
Duração: 40 horas
Horário: 9:00 às 17:00 hs
Mais informações e inscrições clique aqui.
Tópicos abordados:
- Brinquedoteca: Conceito; Critérios De Qualidade De Sua Implantação E Operacionalização; Suas Modalidades (Escolar, Hospitalar, Etc.); Experiências Nacionais E Internacionais.
- Noções Básicas De Aspectos Cognitivos E Afetivo-Emocionais Relacionadas Ao Brincar Nas Diversas Fases Da Vida; Estratégias De Expressão E Comunicação: Plásticas, Gráficas, Musicais, Cênicas E Digitais;
- O Brinquedista: Seu Papel E Função; Importância Da Integração Entre Sua Formação Pessoal E Profissional; Subsídios De Formação Continuada; O Perfil Do Profissional Brinquedista.
- Visita À Brinquedoteca Da Faculdade De Educação Da Usp, Seguida De Discussão. Certificado De Conclusão De Curso Conferido Pela Abbri.
ABBri – Associação Brasileira de Brinquedotecas
Rua Antônio de Macedo Soares, 414 – Brooklin – SP/SP
Tel/fax: (0xx11) 5533-1513 – CEP:04607-000
E-mail: associacaobrasileira@brinquedoteca.org.br
Por Maria Augusta de Mendonça Guimarães
Eu decidi falar sobre esse tema a partir da minha experiência em uma instituição que faz atendimento a crianças e adolescentes e conta com uma equipe interdisciplinar: psicanalistas, fonoaudiólogos, T.O.’s, musicoterapeutas, fisioterapeuta, pedagogos e educadores. Tal experiência me mobiliza a questionar por quais vias devemos direcionar este trabalho. Hoje em dia, após as discussões sobre reforma psiquiátrica, o advento dos CAPS’s e de novas ações no campo da saúde mental, é comum nos depararmos com práticas nas quais há vários profissionais envolvidos, ou seja, diferentes especialidades. O que eu gostaria de trazer, então, são algumas reflexões que fui desenvolvendo a partir deste trabalho interdisciplinar, pensando particularmente na clínica da adolescência.
Confira a versão completa.
Por Maria Aparecida de Luna Pedrosa
A SERPIÁ, como instituição, é reconhecida na comunidade pelo trabalho que realiza, marcado pela discursividade psicanalítica. “A SERPIÁ realiza sua missão voltada à prevenção e o restabelecimento da saúde mental de crianças e adolescentes” e amplia, neste sentido, seu investimento de trabalho atendendo às famílias. Somado a isso se preocupa, desde o início de suas atividades, em dispensar atenção à Educação.
Realiza suas atividades em torno daquilo que é reconhecido como efeitos, resultados de relações com as realidades experimentadas pelos indivíduos. Sejam da ordem que forem, essas realidades são experiências nos laços nem sempre vividas com satisfação, daí o adoecimento. A SERPIÁ trabalha com o adoecimento e sua prevenção de modo bastante apurado e responsável, inclusive no campo da Educação, desenvolvendo projetos de inclusão em parceria com a Universidade Federal do Paraná e a Fundação de Ação Social.
Como se pensa em definir a educação?
Sabemos que a Educação teve sempre por objetivo formar os indivíduos, este é um dado e fato historicamente reportados como ideal advindo desde a cultura grega. Cito Andréa Brunetto, que em seu livro Psicanálise e Educação, compara o mestre educador com o oleiro, aquele que modelava a argila. A educação teve esse papel na história, lembrando ao humano de sua submissão às leis e regras e de que só obedecendo de modo incontinente ao mestre ele poderia conhecer, se desenvolver, produzir técnicas e se aperfeiçoar.
A Educação teve como tarefa, historicamente traçada, cuidar da formação do homem, de modo a preservar os valores da Cultura e a prover a sociedade de cidadãos dignos – esse é um ideal da sociedade grega -.
Inegável o desejo de buscar a formação, mas por qual método?
A Educação na contemporaneidade tem buscado ampliar e alterar suas práticas e seus métodos para atender aos indivíduos que não correspondem aos ideais da Sociedade e da Cultura. Vem buscando modelos, ferramentas conceituais para oferecer o atendimento, especialmente àqueles que apresentam algum grau de comprometimento em sua organização psíquica ou orgânica e corporal.
Vem de algumas décadas as reflexões sobre os modelos de ensino destinados aos indivíduos considerados “especiais”, porém é recente a preocupação em atendê-los ao lado dos indivíduos considerados, diferentemente, capazes – logo “não especiais”-.
O educador, antes formado para atender aos capazes, é hoje tomado pela demanda política e ética de atender em conjunto os indivíduos “especiais” e capazes – ou não especiais -. Ora, que tempos! A ciência, no campo da Educação, qualifica os indivíduos de modo a que as diferenças se mantenham, porém devendo desfazer a diferença.
O campo da formação dos educadores os dotou e formou sob um pensamento ainda determinado por princípios focados no Ideal Grego. Parece então estar este campo pouco ou insuficientemente preparado para o necessário enfrentamento com o diferente, a não ser para tratar o diferente na diferença e tomando esta diferença como especialidade. É por isto que nos deparamos com os tratamentos concebidos como especiais, pois ainda convive-se com a qualificação do sujeito em sofrimento, o aluno especial – onde inclusive ainda lê-se aluno (aquele que não brilha, não tem luz) e especial (o diferente)-.
O sujeito qualificado como capaz não é especial? Por quê?
O que a Psicanálise pode então começar a ensinar aos educadores?
Penso que pode contar que os humanos – o gênero humano – poderia ser definido, em princípio, como especial, se seguirmos a lógica que a ciência propõe para pensar aquele sujeito com sofrimento por algum comprometimento físico ou mental. Ora, foi um psicanalista bastante conhecedor da ciência médica e do sofrimento com as deficiências em crianças, o senhor Sigmund Freud, que cometeu a maior subversão ao anunciar que o humano está desde sempre marcado pela experiência de não poder tudo, não poder encontrar “toda” a satisfação que poderia esperar e nem atender a tudo que lhe fosse demandado. Enfim, o que diz é que o humano, embora deseje a perfeição, não pode atender ao ideal de perfeição. O humano é marcado, já no ato de seu nascimento, pela separação do corpo daquela que o protegeu plenamente e justo ao nascer fica na mais absoluta dependência das ações, desejos e ensejos de outros humanos para sua sobrevivência. E, caso não receba a atenção necessária, poderá não encontrar porvir.
Na sua dependência ele está sob o signo de muitas faltas, ausências, aí se fazendo o desenho daquilo que ainda o marca como incompleto. Então se conclui que “todo humano”, ao ser incompleto, é especial.
A vida do humano se faz, se constitui e se organiza sobre essa experiência de incompletude, ele segue sendo um especial e dependente e estas condições têm sua importância, pois é em torno destas diferenças que todos os ganhos, em suas diferentes modalidades, ocorrerão; as relações se estabelecerão em suas diversas possibilidades e qualidades – assim se constituem os laços, os grupos, a sociedade, fazendo a civilidade ou não, a civilização possível e a cultura.
A Psicanálise, por ter se ocupado do que é o especial no gênero humano, ou seja, por ter se ocupado dos efeitos do que conhecemos por “castração”, pode ensinar que é por sabermos que todos somos imperfeitos, castrados, que podemos efetiva e verdadeiramente “educar”. Porém, atendendo e tratando no ato de educar, no ato de tratamento do que pode ser esse ideal para aqueles sujeitos, respeitando a singularidade, as proporções que cada um pode dar ao seu desejo de saber. Não atendendo ao ideal que sempre se supõe, infelizmente, como o ideal que uma Sociedade ou Cultura preestabeleceu aos seus cidadãos.
Ao educador resta então, rever sua posição em relação ao que supõe sobre os ideais para os sujeitos, da formatação ou da montagem, porque estaria somente atendendo a demanda, ao Ideal Social.
A SERPIÁ não é surda aos Ideais Sociais e tampouco a Psicanálise e seus praticantes. A SERPIÁ abraça a causa da Psicanálise e a toma como modelo de pensar o sujeito, isto por acreditar que pode cuidar do sofrimento, do adoecer daqueles que se deparam com a demanda impossível dos Ideais Sociais. Não são negados os princípios e valores sociais, estes servem de referência para que os sujeitos possam descobrir nas suas demandas “especiais” o desejo que pode abrir caminho para dar curso a uma história e vida, sem depender dos efeitos de uma condição física ou psíquica.
Referência:
BRUNETTO, A. Psicanálise e Educação
Por Maria Augusta de Mendonça Guimarães
Na clínica psicanalítica, a angústia coloca o analista frente a um tema complexo e já muito discutido, que ainda mobiliza questões para aqueles interessados no estudo da psicanálise. Tanto Freud quanto Lacan debruçaram-se sobre esse assunto, bastante freqüente em suas obras, quer em textos específicos ou articulado com outros temas. Freud fez algumas modificações ao longo do tempo em relação à definição de angústia, e Lacan acrescentou valiosas contribuições, relacionadas principalmente à relação angústia – objeto.
Confira a versão completa.
Por Ingrid Cadore
Grande sabedoria é saber olhar a vida de maneira diversa que a habitual, ir além das aparências, descobrir novas maneiras de otimizar nosso tempo para aprender a fazer alguma coisa nova, ou resgatar velhos sonhos.
Sim, lembra daqueles sonhos simples, que estão guardados no mais longínquo recanto de nossa alma?
Lembra daquele tempo em que você se entregava aos prazeres singelos como cultivar uma pequena horta ou uma roseira; em que pescar era um simples pretexto para ficar à sós com seus pensamentos, ouvindo o barulhinho gostoso da água nas pedras?
Ou, então, na sua infância quando você ia espiar a “oficina” do seu avô onde ele restaurava brinquedos, pintava a sua bicicleta, que ficava novinha.em folha..
Onde ficou seu prazer em fazer um bolo e poder curtir o aroma que se espalha pela casa, ou a vontade secreta de grafitar um muro?
Que tal olhar a vida com novos olhos e chegar ao final do dia se fazendo se perguntando: “o que me surpreendeu hoje? O que me perturbou ou me emocionou hoje? O que me inspirou hoje?”
O trabalho voluntário pode ser uma oportunidade de desenvolver um talento novo ou resgatar talentos já desenvolvidos, mas que não estão sendo requisitados no nosso cotidiano. Também pode ser uma forma de exercermos nossos talentos num contexto novo, colocando-os a serviço de uma instituição.
Depois de algum tempo você poderá se surpreender com alguns efeitos do seu trabalho voluntário na sua carreira profissional e na sua vida:
- ao realizar de maneira nova tarefas antigas;
- ao se sentir renovado por causa do valor que seu trabalho social representa na vida das pessoas beneficiadas por aquela instituição;
- ao se revelar diante de seus colegas de trabalho e familiares com sua capacidade empreendedora, que suas tarefas do cotidiano às vezes não possibilitaram revelar;
- ao enxergar a vida com olhos de poeta, de jornalista, de criança… com os olhos daquelas pessoas excluídas que até então só eram percebidas como um estorvo, como se nós não tivéssemos nenhuma responsabilidade social com estes problemas!
Todas as vidas têm um significado. Encontrar o sentido das coisas nem sempre é fazer algo diferente. Por vezes, é somente enxergar o cotidiano, a rotina de uma forma diferente. Mas o trabalho voluntário em alguma instituição pode ser um forte agente de mudança.
A Associação SERPIÁ (Serviços e Programas da Infância e Adolescência), instituição que oferece terapia a cerca de 120 crianças e adolescentes em sofrimento psíquico, está ampliando o seu grupo de voluntários.
Por Rosecler Alice da Silva
A psiquiatria é uma especialidade médica que tem como funções básicas o diagnóstico e o tratamento de doenças ou sintomas de origem psíquica. Mais do que atribuir um diagnóstico ou medicar, passa antes por questões como identificar fatores de risco ou proteção, vulnerabilidades físicas, emocionais, genéticas e sociais, além, é claro, de estabelecer parâmetros científicos baseados em evidência para formular uma hipótese diagnóstica que é essencial para o norteamento do planejamento e tratamento clinico.
Todas essas informações a respeito do paciente são mais facilmente e mais fidedignamente colhidas e pensadas se ocorre uma troca entre os diversos profissionais que atendem essa pessoa. Isso é ainda mais verídico em psiquiatria da infância e adolescência, na qual o tratamento de crianças e adolescentes em sofrimento psíquico exige o envolvimento de diversos áreas. Na SERPIÁ podemos ter essa oportunidade de trocas de experiências e visões de atendimento entre os profissionais. Além disso, contamos com outros colegas não envolvidos diretamente no caso para poder ajudar a pensar as estratégias de intervenção, devendo esses aspectos ser constantemente estimulados e praticados. Ambos aprendemos e o mais favorecido é o paciente instrumento de nossa atenção.
Considero o trabalho em equipe uma queda do modelo onde reina o narcismo e onitpotência do profissional que coloca adjetivos possessivos na pessoa que lhe procura (“MEU paciente!”) – postura que apenas encobre e atrapalha uma boa assistência. O trabalho multidisciplinar é permeado de respeito, flexibilidade, aceitação, abertura e acima de tudo reconhecimento de que não existem verdades absolutas, mas sim vários caminhos para ajudar os pacientes e familiares que chegam até nós.
Por Maria Augusta de Mendonça Guimarães
A adolescência é uma fase da vida com características extremamente peculiares, onde o indivíduo se vê deparado com uma série de atitudes e escolhas que deve tomar. Inicia-se um processo de individualização significativamente ansiogênico para quem até então estava dependente do núcleo familiar. A eclosão dos hormônios e o desenvolvimento corporal são algumas das mudanças que o adolescente tem dificuldade de lidar, além de outras como o afloramento da sexualidade, as conseqüentes escolhas objetais, as definições sobre seus interesses e os posicionamentos perante os mais variados assuntos; e tudo se dando nos tempos da sociedade de consumo, da busca do prazer imediato e da solidão típicos da pós-modernidade. Além disso, o adolescente ainda precisa escolher uma profissão ou, pelo menos, é cobrado pela sociedade a entrar, de alguma forma, no mercado de trabalho. Portanto, faz-se necessário algumas considerações sobre esse período da vida tão conturbado que é a adolescência.
Confira a versão completa.
Por Ingrid Fabian Cadore
Texto elaborado por Ingrid Fabian Cadore a partir de um artigo da revista Spielen uns Lernen, dezembro 1996.
Três desejos são atendidos pela Fada Madrinha ou pelo Gênio da Lâmpada. E o agraciado precisa desejar com sabedoria…pois os desejos realizados podem trazer conseqüências indesejadas, como acontece em alguns contos de fadas.
Sábios desejos são aqueles que vem de dentro, são aqueles que dão ao agraciado aquilo que ele mais precisa. Nem todos os presentes podem ser comprados em lojas… Em certo sentido nossas crianças pequenas e seus desejos são os verdadeiros sábios deste mundo. Eles não nascem com fissura para ganhar uma Barbie ou outros brinquedos de sucesso. Nossas crianças pequenas nos mostram que tem desejo de presença, confiança, paciência e compreensão. Tudo bem, mais tarde eles são contaminados pelo querer-ter: a boneca da amiga, aquele filme de video, o brinquedo de sucesso da televisão. E nós adultos compramos, compramos e compramos e nem notamos em que momento o presentear se tornou um exigir e atender. Mais e sempre mais e por fim a criança está só no seu quarto e nem sabe o que fazer com tantos tesouros. Seus desejos foram banalizados.
Neste Natal o que seu filho mais precisa? Você parou para pensar realmente na fase de desenvolvimento que ele está, o que o encanta, do que precisa? Ao lado do tradicional presente porque não compartilhar algumas horinhas aconchegantes para ler uma história juntos ou investir numa redescoberta da cidade, numa “caça aos odores e sabores de Natal” ( em que lugar da minha cidade existem os cheirinhos de Natal mais deliciosos? Quais as fruta de época ? Quais as cores predominantes, os sons mais singelos? onde existe um órgão na cidade? que música produz? ainda há sinos em algum lugar? Qual a vitrine mais encantadora, o espetáculo mais tocante? etc etc). E os adultos? Que tipo de sensibilização precisam? Será que meu marido ainda consegue se emocionar diante de um prato de “torteie” que era servido nos Natais de sua infância? Como posso lembrá-lo de incluir na sua vida aquelas coisas que sempre desejou fazer e que ainda não pode realizar? Seria o caso de garimpar antigas fotografias, particularmente tocantes? Como vai aquela pessoa idosa da família cujo desejo é ter companhia para passear um pouco na cidade ? E a minha criança interior, o que está pedindo?
O tempo do advento, o tempo da espera do Natal é um tempo lindo para se dedicar a estes desejos especiais e tempo é sem dúvida o presente mais precioso. Dedicar tempo a alguém , fazendo-lhe a vontade, confeccionando um pequeno presente…é o presente mais importante que pode haver.
Por Daniel Dias Brepohl
A inclusão escolar é um processo importante, e mesmo legalmente exigido, para crianças e adolescentes de nossa sociedade. Ao se tratarem de crianças com transtornos psíquicos, tal importância cresce na medida em que a inclusão pode favorecer o tratamento das mesmas.
Considerando-se a escola como espaço privilegiado da infância em nossa cultura, entende-se que o processo de inclusão escolar pode favorecer o reconhecimento da criança ou do adolescente com transtornos psíquicos como sujeitos de direitos e deveres dentro de uma comunidade. Além disto, este processo pode promover a (re)inserção da criança/adolescente na trama social (o que é próprio do humano), da qual se supõe ela excluída por razões concretas ou mesmo simbólicas.
No entanto, muitas vezes a permanência destas crianças e adolescentes em turmas de ensino regular é posta em questão por educadores, familiares, e a sociedade em geral, visto que, com freqüência, os alunos considerados casos de inclusão requerem uma atenção maior e mais especializada do professor. Este tipo de trabalho exige do professor não só a transmissão de conteúdos pedagógicos, como também o investimento na integração destes alunos com os colegas e com a instituição escolar, em geral. Tais exigências, entre outras, mobilizam questões subjetivas dos profissionais, principalmente acerca do lugar que ocupa como educador. Neste sentido, parece essencial um trabalho que vise apoiar o educador, promover seus questionamentos e construções acerca do assunto, além de contribuir para a sustentação do desejo que mobiliza o educador em seu trabalho cotidiano. É neste sentido que o Projeto de Inclusão Escolar propõe sua atuação.
Com o projeto de Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e/ou problemas em seu desenvolvimento integral, a Associação SERPIÁ, em convênio com a Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS), pretende incluir e favorecer a permanência de 70 crianças, promovendo seu atendimento e acompanhando os educadores neste desafio.
Para atingir esse objetivo, foram criados grupos de interlocução entre os profissionais da SERPIÁ e as equipes pedagógicas das escolas participantes. O projeto estipula ainda que seja promovido um programa de capacitação destes professores, tomando como base e servindo de complemento às experiências vividas neste trabalho precedente.
