<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Serpiá &#187; adolescentes</title>
	<atom:link href="http://serpia.org.br/tags/adolescentes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://serpia.org.br</link>
	<description>Serviços e Programas para a Infância e a Adolescencia</description>
	<lastBuildDate>Mon, 07 May 2012 17:02:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1-alpha</generator>
		<item>
		<title>III Jornada da Adolescência possibilita interlocução sobre o risco</title>
		<link>http://serpia.org.br/risco-e-debatido-na-iii-jornada-da-adolescencia/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/risco-e-debatido-na-iii-jornada-da-adolescencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 19:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/?p=2185</guid>
		<description><![CDATA[Na sexta-feira, 17 de setembro, ocorreu no SESC da Esquina a III Jornada da Adolescência – “Existe adolescência sem risco?”, realizada pela Associação SERPIÁ. O evento teve dois dias de duração e contou com cerca de 90 alunos e com palestrantes de várias áreas, que debateram em mesas redondas temas diversos relacionados ao risco, social e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2189" class="wp-caption alignleft" style="width: 254px"><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_3600-.jpg"><img class="size-medium wp-image-2189" title="DSC_3600-" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_3600--300x211.jpg" alt="" width="244" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Conferência do Dr. José Outeiral na III Jornada da Adolescência</p></div>
<p>Na sexta-feira, 17 de setembro, ocorreu no SESC da Esquina a III Jornada da Adolescência – “Existe adolescência sem risco?”, realizada pela Associação SERPIÁ. O evento teve dois dias de duração e contou com cerca de 90 alunos e com palestrantes de várias áreas, que debateram em mesas redondas temas diversos relacionados ao risco, social e psicológico, presentes na adolescência. Questões relativas a família, as possibilidades de inclusão e a interdisciplinaridade no trabalho com adolescentes foram alguns dos assuntos em debate. “Partindo da prática da clínica da adolescência, pareceu importante que a gente pudesse discutir, debater e fazer essa interlocução com diferente áreas”, conta Márcia Motta, terapeuta ocupacional e organizadora do evento.     </p>
<p>Entre terapeutas ocupacionais, educadores, pedagogas, profissionais do Direito e psicanalistas apresentando trabalhos ou presentes na plateia, vários profissionais contribuíram para a diversidade temática abrangida pelo evento. Maria Augusta Guimarães, organizadora da jornada e coordenadora executiva da SERPIÁ, comenta que essa diversidade representa “experiências diferentes, mas que confluem para fazermos uma articulação desde como se tem pensado o adolescer hoje e o que se tem feito na prática”.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_3612-.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2190 alignright" title="DSC_3612-" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_3612--150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Esse caráter eclético do evento foi destacado também pelos alunos e visto como diferencial. “Eles tiveram a preocupação de colocar profissionais de várias áreas falando no mesmo nível, o que enriqueceu o trabalho dessa jornada”, aponta Fernanda Alonso, terapeuta ocupacional.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_3601-2.jpg"></a></p>
<p>A jornada teve a presença do conferencista José Outeiral, psiquiatra há 30 anos e autor de publicações sobre psicanálise. Em uma fala clara, Outeiral acompanhou a interdisciplinaridade do evento, abrangendo temas diversos: entre outros, a mudança da família nas últimas décadas, a evolução do conceito de adolescência como fenômeno cultural e as mazelas da educação brasileira – utilizando desde episódios da cultura pop e do cinema a conceitos da psicanálise como referências.</p>
<p>O psiquiatra foi destacado por alunos, como Germano Gruber Junior, educador social da prefeitura, que acredita que o que teve de especial no evento foi a “qualidade dos profissionais convidados, como o Dr. José Outeiral, que é muito bom”.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_3601-2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2191" title="DSC_3601-" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_3601-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, destaca que o evento foi enriquecedor para  a Associação como entidade, pois permitiu a consolidação da parceria com a FIEP – Federação das Indústrias do estado do Paraná - e com o SESC da Esquina. Além disso, possibilitou o cumprimento de um dos eixos de atuação da SERPIÁ - o da disseminação de conhecimento. Na opinião de Graciele Weiler, do SESC da Esquina, a parceria é bem-sucedida, pois une instituições com um foco comum: “melhorar e qualificar os profissionais da área, permitir a troca de experiências e a evolução profissional”, define.<strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/risco-e-debatido-na-iii-jornada-da-adolescencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Programação da III Jornada da Adolescência</title>
		<link>http://serpia.org.br/programacao-da-iii-jornada-da-adolescencia/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/programacao-da-iii-jornada-da-adolescencia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 19:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auxiliar]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[inscrição]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/?p=1413</guid>
		<description><![CDATA[17/09/10 (6ª.-feira): 08:00 – Credenciamento 08:30 – Abertura Maria Augusta de Mendonça Guimarães – Coordenadora Geral da Associação Serpiá. Hélio Cadore – Presidente da Associação Serpiá. Adalberto Carneiro – Gerente Executivo do SESC da Esquina. 09:00 – Conferência: José Outeiral 10:30 – Intervalo 11:00 – Mesa redonda: Interdisciplinaridade no Trabalho com Adolescentes Construções e Fazeres: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>17/09/10 (6ª.-feira):</h2>
<p><strong>08:00</strong> –<strong> Credenciamento</strong><br />
<strong>08:30</strong> – <strong>Abertura</strong></p>
<ol>
<li><strong>Maria Augusta de Mendonça Guimarães</strong> – Coordenadora Geral da Associação Serpiá.</li>
<li><strong>Hélio Cadore</strong> – Presidente da Associação Serpiá.</li>
<li><strong>Adalberto Carneiro</strong> – Gerente Executivo do SESC da Esquina.</li>
</ol>
<p><strong>09:00</strong> – <strong>Conferência</strong>: José Outeiral<br />
<strong>10:30</strong> – <strong>Intervalo</strong><br />
<strong>11:00</strong> – <strong>Mesa redonda</strong>: Interdisciplinaridade no Trabalho com Adolescentes</p>
<ol>
<li><strong>Construções e Fazeres</strong>: uma experiência da Terapia Ocupacional na clinica interdisciplinar
<ol> <strong>Marina Siqueira Campos</strong> – Terapeuta Ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital Nossa Senhora da Luz, educadora brinquedista, técnica em artes cênicas pela Escola Técnica da UFPR.</ol>
</li>
<li><strong>O Adolescente na Brinquedoteca.</strong>
<ol> <strong>Ísis Romankiu de Alencar</strong> – Graduanda em Pedagogia, educadora brinquedista e responsável pela Brinquedoteca da Associação Serpiá.</ol>
</li>
<li><strong>Clinica e Tratamento</strong> &#8211; é possivel com a Psicanálise?
<ol> <strong>Maria Aparecida de Luna Pedrosa</strong> – Psicóloga, praticante da Psicanálise, mestre em Psicologia Clínica, membro da Associação Brasileira de Foruns do Campo Lacaniano e da Internacional Foruns Campo Lacaniano (Paris), coordenadora de Pesquisa e Transmissão da Associação Serpiá.</ol>
</li>
<li><strong>Debatedora</strong>: Regina Célia Titotto Castanharo – Terapeuta Ocupacional, professora do curso de Terapia Ocupacional da UFPR e Conselheira da Associação Serpiá.</li>
</ol>
<p><strong>12:30</strong> –<strong> Almoço</strong><br />
<strong>14:00</strong> – <strong>Mesa Redonda</strong>: Quando a família é um risco para o adolescente?</p>
<ol>
<li><strong>Aspectos Jurídicos do Processo de Abrigamento</strong>
<ol> <strong>Lídia Munhoz Mattos Guedes</strong> – Juíza da 1ª. Vara da Infância e Juventude.</ol>
</li>
<li><strong>Adoção na Adolescência</strong>
<ol> <strong>Marília Vieira Frederico</strong> – Promotora de Justiça da 2ª. Vara da Infância e Juventude.</ol>
</li>
<li><strong>Sobre Nome de Família</strong>
<ol> <strong>Suely Poitevin</strong> – Psicanalista, coordenadora do Núcleo de Estudos de Família da Associação Serpiá.</ol>
</li>
<li><strong>Debatedora</strong>: Marcia Frassão. Psicóloga, mestre em Psicologia pela UFSC, professora do curso de Psicologia da UFPR.</li>
</ol>
<p><strong>16:00</strong> – <strong>Intervalo</strong><br />
<strong>16:30</strong> &#8211; <strong>Conferência</strong>: José Outeiral</p>
<h2>18/09/10 (sábado):</h2>
<p><strong>08:00</strong> – <strong>Mesa redonda</strong>: Intervenções na Adolescência</p>
<ol>
<li><strong>O Espaço da Criação na Clínica com Adolescentes Toxicômanos.</strong>
<ol> <strong>Márcia Regina Motta</strong>. Terapeuta ocupacional da Associação Serpiá e do Hospital San Julian.</ol>
</li>
<li><strong>Adolescência e Grupo</strong>
<ol> <strong>Shirley Rialto Sesarino</strong>. Psicanalista, professora na PUC-PR, mestre em História pela UFPR.</ol>
</li>
<li><strong>Programa Atitude </strong>– uma experiência com adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
<ol> <strong>Clarissa Matos</strong>. Psicóloga do Programa Atitude &#8211; Secretaria de Estado da Criança e Juventude.</ol>
</li>
<li><strong>Debatedora</strong>: Cassiana Atem. Psicóloga, coordenadora clínica da Associação Serpiá.</li>
</ol>
<p><strong>10:00</strong> – <strong>Intervalo</strong><br />
<strong>10:30</strong> – <strong>Mesa Redonda</strong>: Adolescência Vulnerável</p>
<ol>
<li><strong>Os Rituais na Adolescência</strong> &#8211; articulações com as tentativas de suicídio.
<ol> <strong>Célio Luiz Pinheiro</strong>. Psicanalista, mestre em Antropologia Social pela UFPR.</ol>
</li>
<li><strong>Adolescência e Ficção</strong>: uma fenda no tempo.
<ol> <strong>Angela M.S. Valore</strong>. Psicanalista. Analista-Membro da Association Lacanienne International. Analista-Membro, Membro fundador e presidente da LETRA-Associação de Psicanálise. Professora na UTP e PUC-PR.</ol>
</li>
<li><strong>O Adolescente em Conflito com a Lei</strong>: apontamentos, impasses e direções.
<ol> <strong>Lílian Mara Gheno</strong>. Psicóloga da Delegacia do Adolescente.</ol>
</li>
<li><strong>Debatedora</strong>: Juratriz Salete Ribas. Psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Curitiba, psicóloga da escola de música DACAPO. Mestre em Ciências da Educação, especialista em saúde mental, psicóloga do CAPSad.</li>
</ol>
<p><strong>12:30</strong> – Almoço<br />
<strong>14:00</strong> – <strong>Mesa Redonda</strong>: Possibilidades de Inclusão</p>
<ol>
<li><strong>A Escola e a Inclusão na Adolescência</strong>
<ol> <strong>Elise Haquim</strong>. Pedagoga, especialista em Educação Especial e Inclusiva, participante do Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação da Associação Serpiá.</ol>
</li>
<li><strong>O Esporte como Possibilidade de Inclusão ao Adolescente</strong>
<ol> <strong>Alceu Natal Neto</strong>. Membro fundador e primeiro presidente da ONG Futebol de Rua.</ol>
</li>
<li><strong>O Jovem e a Arte</strong>: uma proposta de trabalho em ambiente não formal
<ol> Rudinei Nicola. Educador, coordenador de projetos com juventude do IDDEHA (Instituto de Defesa dos Direitos Humanos).</ol>
</li>
<li><strong>Debatedor</strong>: Danielle Guerra. Fonoaudióloga, especialista em Linguagem Clínica e Escolar, coordenadora do Portal da Inclusão, coordenadora do Projeto de Inclusão Escolar da Associação Serpiá.</li>
</ol>
<p><strong>16:00</strong> – Intervalo<br />
<strong>16:30</strong> – Conferência: José Outeiral<br />
<strong>18:00</strong> &#8211; Encerramento</p>
<p>Clique para ampliar:</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/folderaberto.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-1414" title="folderaberto" src="http://serpia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/folderaberto-723x1024.jpg" alt="" width="464" height="655" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/programacao-da-iii-jornada-da-adolescencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alfabetização</title>
		<link>http://serpia.org.br/alfabetizacao/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/alfabetizacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auxiliar]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=772</guid>
		<description><![CDATA[A Oficina de Alfabetização foi pensada para atender às crianças e adolescentes com transtorno global no seu desenvolvimento que demonstram, de alguma forma, o interesse em se expressar pela palavra escrita ou através da leitura. Para participar o paciente pode ter ou não o conhecimento de nosso alfabeto e das regras da escrita. Se ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Oficina de Alfabetização  foi pensada para atender às crianças e adolescentes com               transtorno global no seu desenvolvimento que demonstram,  de alguma               forma, o interesse em se expressar pela palavra escrita ou  através               da leitura. Para participar o paciente pode ter ou não o  conhecimento               de nosso alfabeto e das regras da escrita. Se ele já tiver  esta               habilidade poderá aperfeiçoar a escrita de texto. Do  contrário,               será iniciado e desenvolvido o processo de alfabetização  no decorrer             das atividades.</p>
<p>Esta oficina acontece com no máximo  quatro pacientes indicados por seus terapeutas,               quando estes sentirem o interesse. A oficina funciona  desde 2006               e está sempre aberta à participação daqueles que se  interessam             pela leitura e escrita.</p>
<p><strong>Ministrante:</strong> Fabiana  Sarturi.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/alfabetizacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudos sobre Adolescência</title>
		<link>http://serpia.org.br/estudos-sobre-adolescencia/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/estudos-sobre-adolescencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 20:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auxiliar]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[núcleos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=714</guid>
		<description><![CDATA[O Núcleo de Estudos sobre Adolescência da Associação SERPIÁ nasceu com a ideia de montar um projeto de atendimento à adolescentes, no qual foi levado em conta  questões específicas da clínica do adolescente, da sua demanda, da sua linguagem e forma particular de expressão. O Núcleo de Estudos da Adolescência tem como objetivos principais: - Propor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos sobre Adolescência da  Associação SERPIÁ nasceu com a ideia               de montar um projeto de atendimento à adolescentes, no  qual foi               levado em conta  questões específicas da clínica do  adolescente,               da sua demanda, da sua linguagem e forma particular de  expressão.</p>
<p>O <strong>Núcleo de Estudos da Adolescência</strong> tem como objetivos principais:</p>
<p>- Propor estudos sobre o programa de atendimento a adolescentes, que abrange o campo da Psicoterapia, Assistência Social, Musicoterapia, Terapia Ocupacional e Psiquiatria, associados ao campo sócio-educativo: oficinas de Informática e Comunicação, Fotografia, Papel Reciclado, Teatro, Alfabetização e Criatividade, que têm por objetivo propiciar recursos terapêuticos alternativos, através da arte, música e criatividade. O programa é aberto a adolescentes portadores de sofrimento psíquico e tem como objetivo propiciar um espaço para que o adolescente possa se expressar, formular uma demanda própria de tratamento e trabalhar suas questões.</p>
<p>- Baseado em pesquisas sobre serviços, instituições e autores que trabalham com adolescentes, assim como em discussões das diversas formas de abordagem, propor estudos que ampliem a interlocução dos profissionais da equipe, aprofundando, desta forma, a prática clínica.</p>
<p>- Fazer o levantamento bibliográfico especializado e formar uma biblioteca que poderá ser utilizada para as futuras publicações de artigos, escritos com base na clínica do adolescente.</p>
<p>- Expor os resultados dos trabalhos que podem ser apresentados em congressos, colóquios e encontros em que seja tratado o tema da adolescência, com o objetivo de divulgar o projeto e promover discussões com outros profissionais.</p>
<p><strong>Participantes:</strong></p>
<p><strong>Responsável pelo núcleo:</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/estudos-sobre-adolescencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Núcleos de estudo</title>
		<link>http://serpia.org.br/nucleos-de-estudo/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/nucleos-de-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 17:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[brincar]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[núcleos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[serpiá]]></category>
		<category><![CDATA[t.o.]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=431</guid>
		<description><![CDATA[Na SERPIÁ, o desenvolvimento das questões acerca da saúde mental ganha forma também nos núcleos de estudo. Os núcleos são pensados através das questões que emergem do atendimento clínico, assim como das situações relativas ao nosso meio sócio-cultural. A participação nos núcleos é aberta a qualquer integrante da equipe SERPIÁ. Atendimento à Família A Inclusão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na               SERPIÁ, o desenvolvimento das questões acerca da saúde  mental ganha               forma também nos núcleos de estudo. Os núcleos são  pensados através               das                 questões que emergem do atendimento clínico, assim como  das situações                 relativas ao nosso meio sócio-cultural. A participação  nos núcleos             é aberta a qualquer integrante da equipe SERPIÁ.</p>
<p><a href="http://serpia.org.br/atendimento-a-familia/">Atendimento à Família</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/?p=2668" target="_self" class="broken_link">A Inclusão dos Pais no Tratamento Psicanalítico de Crianças/Adolescentes</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-sobre-adolescencia/">Estudos  sobre Adolescência</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-sobre-o-brincar/">Estudos                sobre o Brincar</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/estudos-de-terapia-ocupacional/">Estudos               de Terapia Ocupacional</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/psicanalise-com-criancas/">Psicanálise  com Crianças</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/psicanalise-e-educacao/">Psicanálise e Educação</a></p>
<p><a href="http://serpia.org.br/nucleos-desativados/">Núcleos  desativados</a></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<p class="style24"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoatendimentoafamilia.html">Atendimento à Família</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoadolescente.html">Estudos  sobre A</a><a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoadolescente.html">dolescência</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleobrincar.html">Estudos                sobre o Brincar</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleoto.html">Estudos               de Terapia Ocupacional</a></p>
<p><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleopsicanalisedecriancas.htm">Psicanálise  com Crianças</a></p>
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleopsicanaliseeducacao.html">Psicanálise e Educação</a></p>
<p class="style17">
<p class="style17"><img src="http://www.serpia.org.br/image/bullet.jpg" alt="" width="12" height="12" /> <a class="link14 broken_link" href="http://serpia.org.br/nucleosdesativados.html">Núcleos  desativados</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/nucleos-de-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A clínica da adolescência baseada em um trabalho interdisciplinar</title>
		<link>http://serpia.org.br/1219/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/1219/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 20:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=1219</guid>
		<description><![CDATA[Por Maria Augusta de Mendonça Guimarães A adolescência é uma fase da vida com características extremamente peculiares, onde o indivíduo se vê deparado com uma série de atitudes e escolhas que deve tomar. Inicia-se um processo de individualização significativamente ansiogênico para quem até então estava dependente do núcleo familiar. A eclosão dos hormônios e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Maria Augusta de Mendonça  Guimarães </em></p>
<p>A adolescência é uma fase da vida com características extremamente peculiares, onde o indivíduo se vê deparado com uma série de atitudes e escolhas que deve tomar. Inicia-se um processo de individualização significativamente ansiogênico para quem até então estava dependente do núcleo familiar. A eclosão dos hormônios e o desenvolvimento corporal são algumas das mudanças que o adolescente tem dificuldade de lidar, além de outras como o afloramento da sexualidade, as conseqüentes escolhas objetais, as definições sobre seus interesses e os posicionamentos perante os mais variados assuntos; e tudo se dando nos tempos da sociedade de consumo, da busca do prazer imediato e da solidão típicos da pós-modernidade. Além disso, o adolescente ainda precisa escolher uma profissão ou, pelo menos, é cobrado pela sociedade a entrar, de alguma forma, no mercado de trabalho. Portanto, faz-se necessário algumas considerações sobre esse período da vida tão conturbado que é a adolescência.</p>
<p>Confira a <a href="http://www.serpia.org.br/arquivos/clinicadaadolescencia.pdf">versão  completa</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/1219/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A sociedade e as políticas públicas para as crianças e adolescentes</title>
		<link>http://serpia.org.br/a-sociedade-e-as-politicas-publicas-para-as-criancas-e-adolescentes/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/a-sociedade-e-as-politicas-publicas-para-as-criancas-e-adolescentes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 13:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=401</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com especialista, sociedade deve assumir sua parte no compromisso de discutir a implementação de políticas públicas. “O ECA &#8211; Estatuto da Criança e Adolescente, existe há 18 anos e até hoje não foi posto em prática”, afirma a promotora da Vara de Infância e Juventude de Londrina-PR, Édina Maria Silva de Paula, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>De       acordo com  especialista, sociedade deve assumir sua parte no compromisso de        discutir a implementação de políticas públicas.</em></p>
<p>“O ECA &#8211; Estatuto       da Criança e  Adolescente, existe há 18 anos e até hoje       não foi posto em  prática”, afirma a promotora da Vara       de Infância e Juventude de  Londrina-PR, Édina Maria Silva de       Paula, em entrevista ao Jornal  Folha de Londrina-PR. A promotora acredita       que, além de cobrar das  autoridades, a sociedade deve assumir sua parte       no compromisso de  discutir a implementação de políticas       públicas que atendam as  crianças e dêem condições       de vida digna para as famílias. Édina  lembra que o estatuto       tem 267 artigos, mas são discutidos apenas  os 19 que falam da apuração       do ato infracional.</p>
<p>Direitos &#8211; O artigo 3º       do ECA define  que as crianças e adolescentes gozam de todos os direitos        fundamentais inerentes a pessoa humana. O ECA ainda assegura por lei, ou  por       outros meios, todas as oportunidades, a fim de lhe facultar o  desenvolvimento       físico, mental, moral, espiritual e social em  condições       de liberdade e dignidade.</p>
<p><em>Fonte: Folha de Londrina-PR</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/a-sociedade-e-as-politicas-publicas-para-as-criancas-e-adolescentes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os adolescentes do século XXI</title>
		<link>http://serpia.org.br/os-adolescentes-do-seculo-xxi/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/os-adolescentes-do-seculo-xxi/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2006 13:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=406</guid>
		<description><![CDATA[Por que muitos adolescentes se opõem às regras familiares, se envolvendo em gangues, assaltos, chacinas, tráfico de drogas ou delitos usando a informática? Os adolescentes, independente da época e modo de vida em sociedade, têm perfil contestador. Ser rebelde faz parte desta fase da vida do ser humano, mas neste período pós-moderno a contestação deu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por que muitos  adolescentes se opõem às regras familiares, se envolvendo em gangues,             assaltos, chacinas, tráfico de drogas ou delitos usando a  informática? </em></p>
<p>Os adolescentes, independente da  época e modo de vida             em sociedade, têm perfil contestador. Ser rebelde faz parte  desta             fase da vida do ser humano, mas neste período pós-moderno a  contestação             deu lugar, em muitos casos, à delinqüência. Muitos  profissionais             das áreas da saúde mental, preocupados com este ambiente,  propõe             melhorias estruturais na sociedade.</p>
<p>Segundo Maria Augusta de Mendonça  Guimarães, coordenadora             terapêutica do CAPSi – Pinheirinho, a contestação está fora  de controle,             deixando pais, educadores e autoridades desnorteados. Além  disso,             a coordenadora enxerga um problema na nova estruturação  familiar.             “Os pais estão mais permissivos. Esta inversão de valores  proporciona             perda de referência, assim o jovem perde o senso de até onde  pode             ir” explica.</p>
<p>O espaço vazio encontrado pelos  jovens está sendo             preenchido pelo consumo. De acordo com Maria Augusta, o  adolescente             sente a necessidade de “comprar objetos, estar feliz e  bonito o tempo             todo”, e vai além, “o jovem acaba acreditando que ele  precisa procurar             o prazer o tempo inteiro”.</p>
<p>Para a Dra. Maria Carolina Serafim,  psiquiatra e vice-presidente             da ONG SERPIÁ (Serviços e Programas para a Infância e  Adolescência),             a sociedade em geral deve proporcionar espaços onde os  adolescentes             possam se expressar. “Devemos escutar o jovem e não somente  recriminá-lo.             Buscar conversar sobre suas atitudes antes de criticar suas  ações”.</p>
<p>Dra. Maria Carolina exemplifica a  inclusão dos adolescentes             com ações relacionadas às comunidades. Para a psiquiatra,  poderiam             ser abertos espaços em rádios e jornais comunitários, além  de programações             extracurriculares em escolas e universidades.</p>
<p>Jornada de Estudos – Envolvidos com o  tema, a ONG             SERPIÁ e a PUC-PR realizam nos dias 12 e 13 de maio de 2006,  a II             Jornada de Estudos sobre a Adolescência. O evento, que  acontecerá             no auditório da PUC-PR, propõe debater os transtornos e as  condutas             dos adolescentes nas grandes cidades e buscar reflexões que  auxiliem             no processo educacional destes jovens.</p>
<p>Para a psicóloga Maria Augusta, a II  Jornada de Estudos             sobre a Adolescência é importante pelo alcance atingido  junto aos             profissionais que trabalham com o público jovem. Com quase  todas             as vagas preenchidas antecipadamente, a psicóloga vê na  jornada a             chance dos profissionais debaterem e refletirem “sobre as  questões             pertinentes aos adolescentes, focando no direcionamento que  deve             ser feito, principalmente, em relação aos trabalhos que hoje  são             realizados”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/os-adolescentes-do-seculo-xxi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A comunicação do corpo</title>
		<link>http://serpia.org.br/a-comunicacao-do-corpo/</link>
		<comments>http://serpia.org.br/a-comunicacao-do-corpo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 13:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[musicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://serpia.org.br/administracao/?p=408</guid>
		<description><![CDATA[A relação da música com a expressão corporal desenvolve a auto-expressão, a interação e a integração interpessoal, além de estimular o potencial criativo Os estudos da musicoterapia utilizam os sons e a música em prol da saúde do ser humano. Crianças, adolescentes e adultos que por algum motivo apresentam dificuldades para se expressar verbalmente, podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A relação da música com a expressão corporal desenvolve a auto-expressão, a interação e a integração interpessoal, além de estimular o potencial criativo</em></p>
<p>Os estudos da musicoterapia utilizam  os sons e a música             em prol da saúde do ser humano. Crianças, adolescentes e  adultos             que por algum motivo apresentam dificuldades para se  expressar verbalmente,             podem trabalhar esta dificuldade em sessões de  musicoterapia.</p>
<p>Segundo Iara Del Padre Iarema,  musicoterapeuta da             ONG SERPIÁ – Serviços e Programas para a Infância e  Adolescência,             a linguagem não-verbal são sons, expressões corporais,  odores, silêncio,             músicas, que todas as pessoas se utilizam, mesmo sem  perceber, e             através dos quais cada pessoa pode dizer sobre si. “Mesmo a  linguagem             verbal, que é a linguagem falada e escrita, é permeada por  manifestações             não verbais, pois além de “o que se fala”, “há o como se  fala”. Nisso             podem ser incluídas as cadências, respiração e ritmos da  fala, gestos             executados ao falar, se a fala é gritada ou sussurrada,  entre outras”             explica.</p>
<p>De acordo com a musicoterapeuta,  entender o que o             corpo esta dizendo é essencial para trabalhar a melhoria das  pessoas.             “Profissionais da área da saúde, musicoterapeutas,  psicólogos, psiquiatras,             fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, e  outros, podem             ampliar sua leitura no trabalho com pacientes que tenham  dificuldades             na utilização da linguagem verbal”. Além disso, o não-verbal  é importante             para os profissionais da área da educação e artistas em  geral.</p>
<p>Os estudos nesta área, segundo Iara,  independentemente             da formação profissional, trará para o profissional uma  perspectiva             ampliada das manifestações de sua clientela, sejam suas  intervenções             focadas na saúde, educação ou nas artes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://serpia.org.br/a-comunicacao-do-corpo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

