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Iniciou, nesta terça-feira (26), o II Curso de Educador Brinquedista Hospitalar, promovido pela SERPIÁ – Serviços e Programas para a Infância e a Adolescência, em parceria à Associação Brasileira de Brinquedotecas e ao Hospital Pequeno Príncipe. Consiste na capacitação de profissionais, educadores brinquedistas, que atuam nas brinquedotecas hospitalares. Segundo a presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas, (ABBri) que está participando como docente do curso, Dra. Vera Barros de Oliveira, a formação de um brinquedista é essencial para a finalidade a que se propõe uma brinquedoteca. A brinquedoteca hospitalar é um espaço lúdico destinado à criança hospitalizada e aos familiares que a acompanham. “As crianças levam a sério o brincar, é dessa forma que elas exteriorizam e, inconscientemente, exprimem suas relações pessoais, os medos, as angústias”, argumenta Dra. Vera.
A psicóloga Camila Turqueti, que participa pela segunda vez do curso, compartilha a mesma opinião da presidente da ABBri, “é fundamental fazer esse curso, não é só pelo brincar, é por tudo que brincar implica na vida e no tratamento da criança hospitalizada”. Outro docente convidado foi o Dr. Drauzio Viegas. Professor titular da Faculdade de Medicina do Abc e pediatra há mais de vinte anos, Dr. Drauzio comenta que “os jogos, os materiais, a mediação do brinquedista, tudo isso contribui na valorização da criança como sujeito, como alguém importante”. E conclui que esses fatores também “corroboram de maneira positiva na resposta aos tratamentos médicos”.
O II Curso de Educador Brinquedista Hospitalar vai até este sábado (30). O próximo encontro brinquedista deverá acontecer na capital paulista, São Paulo com o XII Congresso Internacional de Brinquedotecas. O evento deve acontecer de 11 a 15 de outubro. Os participantes que queiram inscrever seus trabalhos para serem apresentados durante o Congresso podem entrar em contato direto pelo site www.itlaconference2011.com.br ou com a Serpiá, em Curitiba, sempre parceira nos eventos da Associação Brasileira (www.serpia.org.br).
 
Assessoria de Comunicação

Camila Rodrigues – Fone.  (41) 91326423 camilacwb@hotmail.com
Estagiária de Jornalismo
41 3015-2045
Jornalista Voluntária Responsável
Sulamita Mendes MTb 956/080

Aproveite, preço promocional até 11 de Abril! Mais informações na página do evento.

Tipo de Inscrição

Profissional Estudante

Forma de Pagamento

Depósito ()
Parcelado cheque (3 x )
Cartões de débito, TEF, boleto ()
Parcelado Cartão de Crédito (3 x )

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Não há previsão de data para outro bazar!

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Data: 19/02/2011

horário: das 13 às 19 horas

Rua XV de Novembro, 2020

(veja no mapa)

Haverá distribuição de senhas a partir de 12:30. Clique no produto para ver a foto.

Produto Valor
Bateria 12v R$ 1,50
Bateria Recarregável AAA R$ 5,00
Calculadora R$ 1,00
Carregador de bateria R$ 10,00
CD Player Pionner 2250 R$ 199,00
CD Player Pionner 5150 R$ 260,00
Central Multimidia C6214TT R$ 1.000,00
Central Multimidia CE8910 R$ 1.000,00
Controles Nunchuck para WII R$ 20,00
Controles para PS2 R$ 15,00
DVD de jogo para XBOX R$ 15,00
Fita Adesiva R$ 5,00
Jaqueta R$ 30,00
Medidor de pressão R$ 30,00
Meias (pacote com 9 pares) R$ 5,00
Nokia 5800 com GPS e 5530 s/GPS R$ 275,00
Óculos de sol R$ 15,00
Perfume Cuba R$ 10,00
Playstation 2 R$ 299,00
Porta retrato digital R$ 90,00
Rádio AM/FM R$ 5,00
Relógio de Pulso R$ 5,00,  R$10,00 e R$20,00
Sensor de estacionamento VR-680H4 R$ 40,00
Sensor de presença para alarme R$ 10,00
Sutiãs R$ 5,00
Tapete R$ 35,00
Tela LCD 6″ BM-6006HS R$ 149,00
Tela LCD Napoli TFT-TV7210 R$ 230,00
Tela LCD Napoli TFT-TV7220 R$ 150,00
WIIfit Plus R$ 230,00
Xbox 360 Elite R$ 750,00

Regras do Bazar

Estas regras são estipuladas pela Delegacia da Receita Federal, o não cumprimento pode acarretar em desquialificação da SERPIÁ para receber novas doações. Agradecemos a sua compreensão.

  1. As compras não devem exceder R$700 por pessoa
  2. Se o produto custar mais de R$700, o comprador somente poderá levar aquele produto e nada mais.
  3. Observe as quantidades máximas de compras permitida:
Categoria Quantidade máxima Observação
Brinquedos 15 unidades Máx. 3 unidades por tipo.
Artigos de bazar 15 unidades Máx. 3 unidades por tipo.
Eletrônicos 2 unidades por tipo
Relógios de pulso 5 unidades
Instrumentos musicais 1 unidade por tipo
Vestuários 12 unidades Máx. 3 unidades por tipo.
Perfumes e cosméticos 5 unidades Máx. 3 unidades por tipo.

A Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), filiada a International Toy Libraries Association (ITLA), promove curso teórico-prático de formação do Brinquedista:

A BRINQUEDOTECA: SUA ORGANIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO COM QUALIDADE

10 a 14 de janeiro de 2011

Duração: 40 horas
Horário: 9:00 às 17:00 hs

Mais informações e inscrições clique aqui.

Tópicos abordados:

  1. Brinquedoteca: Conceito; Critérios De Qualidade De Sua Implantação E Operacionalização; Suas Modalidades (Escolar, Hospitalar, Etc.); Experiências Nacionais E Internacionais.
  2. Noções Básicas De Aspectos Cognitivos E Afetivo-Emocionais Relacionadas Ao Brincar Nas Diversas Fases Da Vida; Estratégias De Expressão E Comunicação: Plásticas, Gráficas, Musicais, Cênicas E Digitais;
  3. O Brinquedista: Seu Papel E Função; Importância Da Integração Entre Sua Formação Pessoal E Profissional; Subsídios De Formação Continuada; O Perfil Do Profissional Brinquedista.
  4. Visita À Brinquedoteca Da Faculdade De Educação Da Usp, Seguida De Discussão. Certificado De Conclusão De Curso Conferido Pela Abbri.

Mais informações e inscrições no site da Associação Brasileira de Brinquedotecas em http://www.brinquedoteca.org.br/si/site/0001

ABBri – Associação Brasileira de Brinquedotecas
Rua Antônio de Macedo Soares, 414 – Brooklin – SP/SP
Tel/fax: (0xx11) 5533-1513 – CEP:04607-000
E-mail: associacaobrasileira@brinquedoteca.org.br

Na edição especial de número 38 da Revista Nova Escola, encontram-se guias de jogos e brincadeiras destinados a professores de educação infantil. Além da edição das bancas, na qual estão inclusos oito jogos de tabuleiro, a Nova Escola oferece no site conteúdo exclusivo com artigos, vídeos, jogos online e passo a passo para a construção de dobraduras. Para conferir, é só acessar o site da Nova Escola.

Fonte: Site da Revista Nova Escola

Colaboração: Educadora brinquedista Fabiana Medeiros, participante do VIII Curso de Educador Brinquedista.

Conferência do Dr. José Outeiral na III Jornada da Adolescência

Na sexta-feira, 17 de setembro, ocorreu no SESC da Esquina a III Jornada da Adolescência – “Existe adolescência sem risco?”, realizada pela Associação SERPIÁ. O evento teve dois dias de duração e contou com cerca de 90 alunos e com palestrantes de várias áreas, que debateram em mesas redondas temas diversos relacionados ao risco, social e psicológico, presentes na adolescência. Questões relativas a família, as possibilidades de inclusão e a interdisciplinaridade no trabalho com adolescentes foram alguns dos assuntos em debate. “Partindo da prática da clínica da adolescência, pareceu importante que a gente pudesse discutir, debater e fazer essa interlocução com diferente áreas”, conta Márcia Motta, terapeuta ocupacional e organizadora do evento.     

Entre terapeutas ocupacionais, educadores, pedagogas, profissionais do Direito e psicanalistas apresentando trabalhos ou presentes na plateia, vários profissionais contribuíram para a diversidade temática abrangida pelo evento. Maria Augusta Guimarães, organizadora da jornada e coordenadora executiva da SERPIÁ, comenta que essa diversidade representa “experiências diferentes, mas que confluem para fazermos uma articulação desde como se tem pensado o adolescer hoje e o que se tem feito na prática”.

Esse caráter eclético do evento foi destacado também pelos alunos e visto como diferencial. “Eles tiveram a preocupação de colocar profissionais de várias áreas falando no mesmo nível, o que enriqueceu o trabalho dessa jornada”, aponta Fernanda Alonso, terapeuta ocupacional.

A jornada teve a presença do conferencista José Outeiral, psiquiatra há 30 anos e autor de publicações sobre psicanálise. Em uma fala clara, Outeiral acompanhou a interdisciplinaridade do evento, abrangendo temas diversos: entre outros, a mudança da família nas últimas décadas, a evolução do conceito de adolescência como fenômeno cultural e as mazelas da educação brasileira – utilizando desde episódios da cultura pop e do cinema a conceitos da psicanálise como referências.

O psiquiatra foi destacado por alunos, como Germano Gruber Junior, educador social da prefeitura, que acredita que o que teve de especial no evento foi a “qualidade dos profissionais convidados, como o Dr. José Outeiral, que é muito bom”.

Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, destaca que o evento foi enriquecedor para  a Associação como entidade, pois permitiu a consolidação da parceria com a FIEP – Federação das Indústrias do estado do Paraná - e com o SESC da Esquina. Além disso, possibilitou o cumprimento de um dos eixos de atuação da SERPIÁ - o da disseminação de conhecimento. Na opinião de Graciele Weiler, do SESC da Esquina, a parceria é bem-sucedida, pois une instituições com um foco comum: “melhorar e qualificar os profissionais da área, permitir a troca de experiências e a evolução profissional”, define. 

Validar Certificado digital

insira o código do certificado para validar as informações nele contidas. O número do certificado é composto por 3 letras e quatro números. Pode ser encontrado no canto superior direito do certificado como mostrado no exemplo abaixo.
Código do certificado

Na entrevista abaixo, o psiquiatra José Outeiral, conferencista da III Jornada da Adolescência, fala um pouco sobre os assuntos que serão discutidos no evento. Temas como agressividade, anti-socialidade e delinquência em contextos sociais de risco, além da ligação desses sintomas à negligência familiar são um dos temas destacados pelo psiquiatra.

Entrevista com José Outeiral

Turma do Curso de Formação de Brinquedistas SESI/Pr

O Curso de Formação de Brinquedistas SESI/PR, encerrado em 26 de julho, foi o primeiro da parceria entre a Associação SERPIÁ e o SESI. Esse curso inicial teve cinco dias de duração e uma platéia de 50 professoras da educação infantil do SESI. Segundo Isabel Cristina Ribas, que faz parte da gerência de educação infantil do SESI, a idéia de chamar a SERPIÁ para realizar esse curso surgiu a partir do Curso de Educador Brinquedista de janeiro desse ano, realizado na sede SESI do Portão, o qual Isabel teve a oportunidade de conhecer. “Fui lá visitar, conhecer um pouquinho e gostei muito da proposta” – explica ela.

Para Isabel, havia a necessidade de se fazer uma capacitação desses profissionais, de forma que as brinquedotecas do SESI sejam implementadas. Segundo ela, o brincar é um eixo de trabalho que faz parte da proposta pedagógica da entidade e o curso “agrega e muito com suas sugestões de atividades, mostrando o livre brincar, o brinquedo e o brincar mais direcionados, além do brinquedista no papel de mediador”.

O conteúdo difere um pouco do curso sediado na FEPE, o VIII Curso de Educador Brinquedista, visto que foi voltado apenas a professores de educação infantil contratados do SESI. Dessa forma, essa edição incluiu temas mais específicos como a aula “A Brinquedoteca nas Unidades de Educação Infantil do SESI Pr”, ministrada pela coordenadora do curso Ingrid Cadore.

Hélio Cadore, presidente da SERPIÁ, atribui o sucesso dos cursos realizados pela Associação à qualidade dos eventos, como o de VIII Formação de Educador Brinquedista – em que 96% dos alunos disserem estar satisfeitos ou muito satisfeitos – e o curso para educadores do SESI, cuja avaliação também foi excelente. Outro fator para tal sucesso são “as parcerias significativas como a Fundação Educativa, o HPP e o SESI na realização desses cursos ou como o SESC da Esquina, para a realização da III jornada da Adolescência, que acontecerá em 17 e 18 de setembro” – comenta Hélio.

Foto da turma de julho de 2010: 35 novos educadores brinquedistas são formados

Foi entre 19 e 23 de julho que ocorreu o VIII Curso de Educador Brinquedista. Essa oitava edição foi sediada na FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção aos Excepcionais – e realizada pela SERPIÁ junto à ABBri, Associação Brasileira de Brinquedotecas. O curso contou com 35 inscritos e com a participação de palestrantes como Andrea Fedeger, Fernanda Gorosito e Tereza Mirian.

O curso de 40 horas, que é único aqui em Curitiba e um dos poucos no país, tem a intenção de levar os alunos a conhecerem um pouco mais sobre as brinquedotecas – esses espaços lúdicos e terapêuticos. De acordo com Andrea Fedeger – professora da UFPR de Terapia Ocupacional e responsável pelos módulos “Brinquedoteca na Proteção Social” e “Equipe da Brinquedoteca” – o educador brinquedista pode atuar em hospitais, escolas, ONGs e prefeituras, ainda que não seja uma profissão regulamentada. “É uma pessoa com formação para, um aprimoramento, uma forma de olhar o brincar dentro de um espaço especial” – comenta Andrea.

Teoria e prática do início ao fim

Turma em visita ao Hospital Pequeno Príncipe

No evento, houve aulas que demonstraram a importância do brincar tanto de forma teórica quanto prática. Alice Momm, aluna do curso, pensa que essa formação ambivalente “foi fundamental para que a gente descobrisse o brinquedista que tem dentro de cada um”. O grupo se dividiu para fazer visitas técnicas, que incluíram a brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, da SERPIÁ e do Anjo da Guarda. Alice acredita que as visitas foram essenciais “porque não é só sentar e ter todas essa carga de experiência compartilhada, mas é você ir lá observar e praticar”, conta.

Uma das aulas mais comentadas foi a aula da professora Tereza Mirian, bióloga e educadora brinquedista, que teve como conteúdo a ecoludicidade. De acordo com Tereza, a aula tem a intenção de abrir os olhos dos alunos para a “possibilidade de se ter um material pedagógico de lazer ou terapia sem custos”. Na aula, os alunos tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre reutilização, reciclagem e redução dos recursos dentro de uma brinquedoteca na prática: confeccionando jogos e brinquedos com sucatas. Segundo a bióloga, um dos pontos fortes do curso foi o interesse da alunas, que “foram fantásticas, muito interessadas em aprender e participar, jogar e também confeccionar”, revela Tereza.

Fernanda Gorosito, psicóloga clínica e professora do curso desde a primeira edição, foi uma das palestrantes do último dia com sua aula prática “Brincar e cantar: é só começar”, na qual se divertiu ensinando suas brincadeiras aos adultos. “Brincar de verdade aqui faz com que eles se sintam mais confiantes e trabalhar isso com as crianças pode ser super significativo”, conta a psicóloga. Fernanda falou um pouco sobre as cantigas antigas e folclóricas e também deu dicas sobre as novidades no universo musical infantil. Além disso, os alunos dançaram e cantaram músicas que servem tanto para divertir quanto para auxiliarem na socialização e desenvolvimento mental das crianças.

Aluna do curso, Maria Clarice Bauer, acredita que “você se identifica com o que vem buscar”. Para ela, que tinha muitas dúvidas sobre a brinquedoteca hospitalar, a palestra de Patrícia Bertolini, psicóloga e coordenadora da brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe, foi bastante ilustrativa. “Tanto o material e as experiências que ela trouxe quanto a apresentação dela foram muito ricos”.

“O nosso curso vem se caracterizando pela discussão das especificidades da brinquedoteca no contexto da escola, da escola de educação especial, da clínica interdisciplinar e dos hospitais”, afirma Ingrid Cadore, que além de assistente social e palestrante, é uma das coordenadoras do curso. Segundo Ingrid, outros assuntos que seguem a linha de interdisciplinaridade, abordados nessa edição, foram a brinquedoteca em comunidades de risco social e a brinquedoteca com proposta de defesa do meio ambiente, a ecobrinquedoteca.

Aprender a brincar

Para Fernanda Gorosito, a brincadeira é a forma de se aproximar de uma criança, de se criar um vínculo e, assim, poder ajudá-la. “Brincando com ela, você a está respeitando e isso vai fazer com que ela se respeite também. Brincando você está ouvindo ela e, assim, ela te ouve” – reflete.

Ingrid Cadore comenta que a essência do curso “é a reflexão sobre a importância que o brincar espontâneo tem para a criança e a brinquedoteca como alternativa de acolher as necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade na sociedade atual”. E por isso o curso, que teve um índice de 96% de pessoas satisfeitas ou muito satisfeitas, investe tanto na fundamentação teórica, no repertório lúdico diversificado e no verdadeiro mergulho na infância do educador brinquedista – na história de seu brincar. “Esse investimento potencializa uma disponibilidade interior para suscitar, acolher, mediar e organizar os brincares expressados na brinquedoteca, possibilitando um novo olhar sobre a importância disso para cada um, em particular”, analisa a coordenadora.

Assista

Vídeo de encerramento do VIII Curso de Educador Brinquedista