Por Maria Augusta de Mendonça Guimarães

Eu decidi falar sobre esse tema a partir da minha experiência em uma instituição que faz atendimento a crianças e adolescentes e conta com uma equipe interdisciplinar: psicanalistas, fonoaudiólogos, T.O.’s, musicoterapeutas, fisioterapeuta, pedagogos e educadores. Tal experiência me mobiliza a questionar por quais vias devemos direcionar este trabalho. Hoje em dia, após as discussões sobre reforma psiquiátrica, o advento dos CAPS’s e de novas ações no campo da saúde mental, é comum nos depararmos com práticas nas quais há vários profissionais envolvidos, ou seja, diferentes especialidades. O que eu gostaria de trazer, então, são algumas reflexões que fui desenvolvendo a partir deste trabalho interdisciplinar, pensando particularmente na clínica da adolescência.

Confira a versão completa.

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