O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).

Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.

Diversidade de público e de conteúdo

Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.

A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.

Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.


Para cada participante o curso deixa uma marca

Durante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.

Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.

A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.

Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.

O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).

Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.

Diversidade de público e de conteúdo

Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.

A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.

Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.

Para cada participante o curso deixa uma marca

Durante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.

Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.

A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.

Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.

O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).

Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.
Diversidade de público e de conteúdo

Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.

A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.

Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.

Para cada participante o curso deixa uma marcaDurante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.

Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.

A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.

Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.

O Curso de Formação de Educadores Brinquedistas e Organização de Brinquedotecas promovido pela SERPIÁ, em parceira com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), formou mais uma turma de brinquedistas no final do mês de janeiro. Aproximadamente 35 alunos participaram da primeira edição de verão do curso – que está em sua sétima edição – realizada entre os dias 25 e 29 de janeiro no Serviço Social da Indústria (SESI).

Segundo a coordenadora do curso e representante da ABBri em Curitiba, Ingrid Cadore, a edição de verão surgiu do desejo da instituição em capacitar educadores brinquedistas para atuarem em seus projetos já no início do ano. “Muitos alunos não conseguem vagas na turma de julho (mês tradicional de realização do curso) e se torna muito distante o intervalo de um ano para a realização de outra edição”, comenta.
Diversidade de público e de conteúdo

Mais uma vez a diversidade de público esteve presente entre os alunos do curso. Participaram do encontro com o brincar estudantes, educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e funcionários públicos que, durante as aulas, lembraram da infância e voltaram a ser crianças. “A diversidade quanto à formação profissional da turma possibilita uma troca de opiniões muito rica e a percepção de que o trabalho realizado em brinquedotecas é uma possibilidade que sempre vai permear suas ações profissionais e sua vida familiar”, explica a coordenadora.

A primeira edição de verão do curso apresentou também algumas novidades no que se refere aos conteúdos propostos e aos ministrantes. Para Ingrid, essas modificações comprovaram que a diversidade de enfoques de cada professor possibilita um investimento na educação continuada de todos os educadores brinquedistas, assim como dos professores do curso. “Esse investimento não se refere somente aos conhecimentos teóricos, mas também possibilita o acesso às práticas realizadas em outras instituições”, afirma.

Um bom exemplo disso foi a inserção da aula de Ecoludicidade, ministrada pela professora Teresa Nunes, na programação do curso. Durante a aula, a professora apresentou aos alunos um acervo com aproximadamente 100 itens, entre jogos e brinquedos, feitos com sucata. “Levei o peão da atividade de ecobrinquedoteca para o meu irmão, que tem 10 anos, e a brincadeira fluiu. Nunca pensei que, mesmo estando tão próxima, ele sentisse a minha falta nas suas brincadeiras”, conta a estudante de psicologia Gleice Justo.

Para cada participante o curso deixa uma marcaDurante os cinco dias de aula a brincadeira correu solta. Os participantes pularam, cantaram, jogaram e até no momento da ‘colação de grau’ ela esteve presente – peixinhos feitos de balão, que nadavam em um mar de plástico, entregaram os certificados aos ‘formandos’.

Para grande parte dos alunos, o curso correspondeu às expectativas na medida em que possibilitou um olhar diferenciado sobre o brincar. “Vejo brincadeira em tudo; minha vida pessoal e o meu olhar em relação ao brincar dos meus filhos ficaram mais ricos”, conta a educadora infantil Fernanda Achcar.

A estudante de psicologia conta que, além do complemento à formação universitária, participar do curso contribui com a sua vida pessoal. “Trabalho com crianças e com grupo de jovens. O curso me ajudou a ver que, não importa onde eu esteja, posso atuar como brinquedista e contribuir com as crianças através do ‘livre brincar’”, conta. Já a designer Maíra Furukawa diz que saiu do curso com vontade de ser voluntária, de trabalhar com crianças.

Na opinião de Ingrid, o fato que marcou a sétima edição do curso foi a presença de alunos inscritos por instituições públicas da Região Metropolitana de Curitiba. “Conhecendo o potencial empreendedor de muitos alunos vejo com esperança a possibilidade deles também exercerem papel essencial, no âmbito das políticas públicas, no que se refere ao brincar mediado e o atendimento das necessidades lúdicas de pessoas de qualquer idade” comenta.

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